Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
Esquizofrenia: mitos e verdades
 


Publicado por Mariagrazia às 20:40
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
Perseguição

 

Boa noite, tenho 16 anos e estou a viver uma situação um pouco complicada e vim por este meio lhe pedir a opinião sobre o que devo fazer.

Todos os dias, para ir para a escola tenho de apanhar um autocarro que vai até uma vila, e lá tenho de estar cerca de 30 minutos à espera do segundo autocarro que me levará então até à escola.

 

Acontece que, nesse período tempo há um homem nas paragens (que é num café basicamente) que há algumas semanas eu noto que ele está sempre a olhar para mim, e não impressão minha porque eu viro-me de costas e tento me afastar do campo de vista dele mas acontece que ele arranja sempre maneira de me perseguir e me pressionar com aquele olhar nojento. Eu no início pensei que era só um homem tarado que bastava ignorar e estava tudo bem. Mas agora estou num ponto em que não consigo ignorar mais, e estou a ficar com medo, medo de abalar de casa e saber que todos os dias logo pela manhã o tenho de encarar. Isto é uma zona pequena, e ele certamente sabe de onde sou e quem sou e qual a minha rotina e isso assusta-me. Não sei o que deva fazer, deverei falar com os meus pais, ou com um professor? E como devo agir na sua presença?

 

Muito obrigada, espero receber resposta em breve.

 

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Publicado por Mariagrazia às 18:34
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012
Empatia, Heinz Kohut


Publicado por Mariagrazia às 22:32
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012
Mobbing

 

 

 

 

Querida Dra,

Tenho 30 anos e sou vítima de Mobbing...
Vivo aterrorizada com a ideia de ir trabalhar de manhã, do que me espera, do fim-de-semana e do retorno da semana de trabalho. O telemóvel toca e eu tremo. Chega um email da direcção e eu suo frio.
Perdi peso, chego mesmo a vomitar quando chego ao trabalho, ando literalmente lavada em lágrimas todo o dia. Abusam porque me vêem fragilizada e carregam ainda mais a pressão psicológica feita...a minha auto-estima profissional está reduzida a zero.
Por necessidade continuo a aguentar-me a uma situação que não me faz feliz e que começa a afectar a minha família, principalmente o meu filho, de 3 anos, que percebe perfeitamente que não estou bem e que tem vindo de dia para dia a aumentar a dose de mimos, carinhos, palavras queridas e preocupações para comigo, nada normal numa criança tão jovem...
A minha médica de família aguarda uma visita minha há semanas, pois sabe o que se passa e quer por me de baixa urgentemente. O problema é que eu tenho medo! Penso NELES! Que vão ficar sem mais uma pessoa, que vão ficar com um enorme volume de trabalho, no que dirão, no que pensarão... quando eles não pensam em mim quando agem, fazem, reagem....

Que fazer? Preciso de coragem, enfrentar, admitir que estou doente, depressiva, mas ao mesmo tempo tenho medo deles... medo! Tremo só de pensar em lhes ligar e dizer "estou de baixa um/dois mês(es)"....

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Publicado por Mariagrazia às 20:59
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
Mãe de adolescentes

 

 

 

Boa tarde, sou uma mãe de três jovens adolescentes, a precisar de alguma orientação pois está a ser muito complicado o meu relacionamento com eles. Em pesquisa encontrei este site. Tenho lido sobre o assunto apesar de estar um pouco dentro do comportamento adolescente... Mas uma coisa é o que lemos e sabemos dos casos que nos rodeiam, outra é estar dentro da situação e me sentir impotente, perto de desistir... 

 

Sou mãe divorciada há quatro anos, e sempre fui mãe e pai de três jovens, uma com 22 anos e um casal de gémeos com 18. 

O rapaz neste momento é a minha maior preocupação. Está na fase de contrariar tudo, indiferente, respondão, e leva-me ao limite na provocação e desarrumação em casa. Tenho-lhes dito que me sinto apenas a criada deles, que depois de um dia de aulas, chego a casa para limpar, arrumar, tratar das roupas, fazer comida... para no dia seguinte voltar ao mesmo e nem uma palavra amiga ou um beijo ou um simples boa noite... Se falo vira-me as costas com palavras agressivas... cada vez  me apetece conversar menos com eles. Por vezes chego a casa e gostaria que não estivessem lá (para não me incomodar), mas se não estão, fico triste e angustiada. Pergunto onde está toda a formação e educação que lhes transmiti desde pequenos.

Frequentaram música, escuteiros, catequese, reuniões da seicho-no- ye, são reikianos, tudo por iniciativa deles e livre-vontade, sempre com o meu apoio. Sempre fui mãe presente e tentei não ser muito repressiva, embora tivessem regras. Foram habituados a partilhar, a fazer de tudo e colaborar nas tarefas domésticas, sempre tive muito orgulho neles. 

 

Hoje quase não os conheço. Parecem-me distantes, indiferentes sem sentimentos, muito críticos em relação a tudo e todos ( como se eles fossem os melhores), muito egoístas... estão sempre à espera que lhes façam tudo e nada são capazes de fazer pelos outros. A mãe parece que só serve para tratar da casa e pagar as despesas... Apetece-me afastar-me, ou mandá-los para casa do pai , ( o que eles não querem de maneira nenhuma, apesar de se entenderem com ele,) ou ser indiferente com eles, para ver se eles sentem o que eu sinto. Não sei mesmo como reagir com eles, mas ando muito magoada. Gostaria de ter uma resposta ou alguma orientação, antes que tome alguma atitude menos correta, pois estou cansada. Estou a passar por isto há três anos. Obrigada.

 

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Publicado por Mariagrazia às 20:30
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Drª Mariagrazia Marini Luwisch - Psicóloga Clínica Psicoterapeuta
Licenciada em Psicologia Clínica, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil. Equivalência reconhecida pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa. Formada pela Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Breves.

Consultório:
Av. Luís Bivar 93, 6ºandar E
1050-143 LISBOA

Telefone:
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