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Consultório de Psicologia

Espaço de transformações com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações relacionadas com o seu bem-estar. Encontre o equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia para favorecer seu crescimento psicológico.

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Espaço de transformações com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações relacionadas com o seu bem-estar. Encontre o equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia para favorecer seu crescimento psicológico.

Mãe e maltrato

 

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Minha mãe e eu não nos damos bem. Quando criança, eu fui muito mal tratado por ser de pele morena. Ela adorava meu outro meio-irmão já falecido e que era branco. Hoje vivo com ela como filho único e venho enfrentando uma barra tremenda em meio a discussões, xingamentos, cuspidas na "cara" que dou nela por não aguentar mais tantas coisas negativas que a vida com ela só me trouxe ao longo desses 50 anos.

 

Deixei de trabalhar para ficar com ela. Ela fica o tempo todo me provocando com assuntos que já foram resolvidos há dias e ela repete o tempo todo, sem parar.

A última vez que discutimos eu no momento estava tomando um copinho de iogurte e acabei jogando na cara dela impulsivamente. Tenho 50 anos e ela tem 73 e é portadora do Mal de Parkinson.

 

Nunca cheguei ao ponto de agredi-la, muito embora ela tenha feito isso comigo quando criança me espancando e colocando-me trancado no quarto de casa somente com água e pão.

Mesmo que eu não a tenha agredido, eu a torturo psicologicamente, reconheço isso!

 

É uma situação difícil para mim e estou nessa já faz anos e anos. Procuro melhorar, fazer minha parte, mas nada mudo. Não tenho prazer pra nada aqui em casa. Preciso de ajuda!

 

Sim, precisa de ajuda e a sua mãe também. Se se sente incapaz de cuidar decentemente dela, seria melhor que vivessem separados. Ou você vai viver em outra casa ou a sua mãe vai para um lar onde possa ter um pouco de paz, sem ser maltratada pelo próprio filho.

 

O fato de se sentir mal-amado pela cor de sua pele, não lhe dá o direito de humilhar e maltratar a sua mãe. Mesmo que ela o tenha agredido na infância e deixando de castigo, não lhe dá o direito de maltratar, cuspir, etc.

Porque não retoma o seu trabalho? Arranje um emprego qualquer e ocupe-se durante o dia e encontre uma pessoa para dar apoio à sua mãe que a trate com decência e com respeito e talvez até possa dar-lhe algum carinho e amor, que, certamente, ela também precisa.

 

É preciso respeitar a individualidade do idoso, não infantilizar, não o tratar como doente ou incapaz, oferecer cuidados específicos para a sua idade, preservar a sua independência e autonomia, ajudar a desenvolver aptidões, ter paciência com a lentificação do ritmo na realização das tarefas, trabalhar as suas perdas e os seus ganhos, promover a estimulação bio-psico-social.

 

Devemos procurar sempre proporcionar ao idoso uma velhice serena com a possibilidade de desenvolver iniciativas e actividades que sejam compatíveis com as suas condições física e psíquica.

Tome logo uma resolução nesse sentido, ninguém merece passar por esse sofrimento.

Se se sentir incapaz de reagir sozinho , procure ajuda especializada.

 

Impulso de roubar dinheiro

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Boa noite,

Eu sofri bastante quando era pequena com impulso de pegar dinheiro, sendo que tinha tudo da minha mãe. Depois de anos me vi fazendo a mesma coisa. Pegando dinheiro sem necessidade. Na hora parece adrenalina, mas depois não durmo. Eu não consigo controlar.

Muitas vezes chega o arrependimento, então dava um jeito de devolver, mas um tempo depois fazia outra vez e lá estava eu acabada e sufocada perguntando-me o porquê e não conseguindo, muitas vezes, me controlar. Ensino para minha filha o melhor de um carácter da honestidade. E não tenho o meu controle por causa dessa satisfação de segundos que leva à minha ruina e à dias sem dormir.

O que fazer?

 

Cara leitora,

 

Não se pode negar que este ato seja condenável mas, acima de tudo, torna-se vital decifrar a mensagem que ele encerra, para que o processo seja interrompido e resolvido, de uma maneira positiva e saudável. Pode ser que se trate de uma carência afectiva ou de um vício pela excitação que esse ato transmite. De qualquer maneira é fundamental haver a devolução do dinheiro tirado, acompanhada de um pedido de desculpas, bem com o controle do próprio ato.

 

Se a situação se repetir é preciso pensar na hipótese de procurar ajuda especializada. Um acompanhamento psicológico pode evitar o surgimento de grandes problemas no futuro.

 

Filho silencioso

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Boa noite Doutora !

 

Preciso muito da sua ajuda

Tenho um filho de 14 anos, mas está numa face de silêncio, e não sair de casa conosco sempre uma briga, infelizmente estamos vivendo ultimamente numa terrível rotina domiciliar , tenho medo receio disso se transformar numa depressão .

Preciso da sua orientação

Obrigada

 

Cara leitora,

 

Esse desânimo e silêncio pode ser uma fase passageira, bem como um início de depressão.

 

É importante manter o diálogo aberto com seu filho e sempre conversar sobre como ele se sente. Para conviver mais, convém incentivá-lo a praticar uma atividade física numa área que goste e incentivar o convívio com colegas da escola e amigos da vizinhança.

 

O início da adolescência é um período que poderá revelar-se como uma fase do desenvolvimento humano particularmente complicada, quer para o adolescente, quer para os seus pais, que muitas vezes se revelam em incapacidade em compreender e lidar com as mudanças comportamentais dos seus filhos. É uma fase em que o adolescente procura a sua própria identidade e questiona as regras e limites impostos. Existe uma enorme instabilidade emocional e um desejo de crescer rapidamente.

 

Para os pais torna-se um verdadeiro desafio diário lidar com este turbilhão de emoções e comportamentos. A adolescência é a fase do diário, do segredo, do primeiro grande amor, da intimidade e dos heróis, que influenciam a vida dos jovens nas suas primeiras tentativas de identidade do ego.

 

Os pais têm um papel determinante na construção da identidade do filho. Mas, cuidado o adolescente não se identifica com os modelos parentais, mas revolta-se contra eles, rejeitando o seu domínio. Esta rejeição é necessária para separar a sua identidade da dos pais e da necessidade de pertencer a um grupo social de referência.

 

A forma do adolescente ver o mundo é diferente, a tolerância é escassa e a polarização de pretensões entre filhos e pais provoca confrontos na relação que aumenta o comportamento rebelde e de oposição.

 

O jovem desvia o interesse do mundo exterior, para se concentrar cada vez mais em si próprio. Procura diferenciar-se de tudo o resto e, por esse motivo, rompe com a autoridade, tanto dos pais como dos professores. Procura autonomia, o que por vezes implica um período de crítica, e lhe faz perder, por exemplo, o interesse em participar nas atividades familiares, o que parece que esteja a acontecer com o seu filho.

 

Cresce a fantasia, através da qual compensa as inseguranças que experimenta no mundo real. Por isso é tão difícil falar com ele: está no seu próprio mundo.

Aumentam, neste momento, os conflitos entre pais e filhos. Crescem as dificuldades de aceitar a autoridade dos pais e estes perdem a paciência para lidar com tanta instabilidade.

 

De qualquer maneira é importante além do diálogo, atenção e carinho, manter regras e limites que são uma ferramenta importante para a formação da identidade e da segurança do adolescente.

 

Caso a situação se mantenha, está indicado um encaminhamento a uma consulta de psicologia.

 

Companheiro agressor

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Boa noite, desculpa pelo incómodo. Estive a ler alguns testemunhos no seu site e gostaria de lhe pergunta se há solução para o meu companheiro que pela 2a vez me agrediu, eu acho que ele precisa de ajuda psicológica e de algo para tomar porque quando explode é agressivo e violento para mim e nada justifica ele bater-me.

 

Não me queria separar dele, já falamos em ele ir ao médico, mas oque queria saber é que se com a sua experiência médica algum tipo de tratamento iria resultar? Ele nunca mais me iria bater??

 

Agradeço imenso se me poder responder, melhores cumprimentos.

 

Cara leitora,

Casos de violência precisam ser tratados por psicoterapia. Seu companheiro precisa uma ajuda e um acompanhamento de uma psicóloga para tratar o problema de agressividade e conseguir ser capaz de ter autocontrole e uma vida normal.

 

Não há segredos mágicos que resolvam este problema, mas sim uma mudança de cultura, de crenças e valores.

Perante o agressor, a vítima tem que se mostrar forte, nunca se resignar e reagir a cada agressão. A mulher tem que demonstrar ao agressor que não tem medo e que, apesar de ser mais frágil, pode exercer força sobre o agressor, tanto fisicamente como legalmente. A mulher deve sempre denunciar a agressão às autoridades, à família, aos vizinhos, fazendo diminuir a autoestima social que o agressor tem perante a sociedade.

 

Os agressores não são felizes, estão em desequilíbrio emocional, e provocam muito sofrimento ao seu redor.

O tratamento psicológico de seu companheiro é essencial para a sua própria eficácia de proteção e criação de mecanismos que permitam quebrar o ciclo de violência.

 

Fale com ele e motive-o para um tratamento correto e eficaz.

Emoções

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Olá, eu não tenho exatamente um problema.

Como você é psicóloga eu tenho uma dúvida.

 

Eu quero saber se tem como tornar-se menos emotivo e mais racional, eu não me considero uma pessoa emotiva, várias pessoas já morreram, pessoas próximas e para mim quase não fez diferença. Nem na hora, nem depois de ter morrido...

 

Eu já fui bem emotivo mas este tempo já passou, me tornei bem frio.

Faz muito tempo de que não sinto nenhuma emoção forte mas tenho certeza que se sentir será inevitável, mas eu acho que não sofro de alexitimia, por que eu consigo me colocar no lugar de outras pessoas e saber o que elas sentem , as vezes até pela expressão da pessoa, ou por um desenho que ela fez, ou a forma que ela age. Inclusive, algumas pessoas me conhecem por eu saber "ler" a mente das pessoas.

 

Mas eu quero saber se tem como não ter as menores emoções, por exemplo: Sentir raiva por que não conseguiu fazer determinada coisa.

Ficar chateado pelo mesmo motivo.

 

Imagine a seguinte situação: Eu consegui algo que eu supostamente considero muito importante, mas qualquer erro eu posso perder essa coisa importante, por isso bate um "desespero", uma "ansiedade", não sei explicar. Eu não quero ter isso.

E também, quero poder agir sobre pressão.

 

Geralmente, Não consigo fazer nada, com outras pessoas olhando. Mas se eu estiver sozinho, consigo fazer qualquer coisa.

 

Eu quero tornar-me mais racional. E jogar fora essas emoções.

Pode ajudar-me?

 

Caro leitor,

 

É preciso entender que as emoções não são boas nem más, nem positivas ou negativas. Podem ser agradáveis ou desagradáveis mas são todas adaptativas, isto é, orientam-nos para a nossa sobrevivência.

 

Na nossa cultura e sociedade está de alguma forma implícito que sentir algumas emoções é mau. Não devemos mostrar-nos tristes e o choro deve ser evitado, existindo uma pressão social para estarmos sempre bem dispostos e sorridentes. Fomos educados a não expressar raiva e quanto ao medo é só para os mais fracos. A falta de permissão e apoio para sentir e expressar as emoções e o desconforto experimentado leva a que muitas pessoas as anulem ou neguem, em vez de as regularem e expressarem adequadamente.

 

As emoções mesmo as que sentimos subjetivamente como desagradáveis (tristeza, medo, raiva, etc.) são úteis, têm uma função precisa e devem ser experimentadas e expressadas adequadamente para que sejam potencialmente reparadoras.


 

O importante é que aceite suas emoções e perceba as “mensagens” que o seu corpo lhe dá. Não só é lícito sentir dor, raiva, medo ou tristeza, como é uma boa forma de prevenir o aparecimento de perturbações psicológicas.

E lembre-se que a razão e a emoção interagem para construir a nossa vida mental e que o importante é o equilíbrio.

 

Se sentir dificuldade em entrar em contacto com as suas emoções e expressá-las apropriadamente não hesite em procurar ajuda de psicoterapia.

 

Insegurança

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Olá Doutora, tudo bem? Meu nome é D. e espero não estar a lhe incomodar, mas enquanto eu fazia buscas na internet para ver se eu encontrava as respostas que eu procurava, acabei “esbarrando” em seu blog, muito interessante por sinal.

 

Se não for muito audacioso de minha parte, gostaria de sua resposta clínica e também pessoal sobre a seguinte pergunta; Por que nos sentimos inseguros, em diferentes aspectos desde falar em público até nos sentirmos importantes?

 

Atenciosamente,

D.

 

Cara D.,

 

A insegurança é resultado de uma baixa autoestima.

A autoestima é a valorização que fazemos de nós próprios, do conjunto de características pessoais, psicológicas e sociais que dizem respeito à nossa personalidade. Podemos aprender a melhorar e a desenvolver a nossa autoestima.

 

A baixa autoestima alimenta-se de pensamentos negativos e crenças de falta de valor próprio. É essencial ter muito cuidado com as palavras negativas que usamos sobre nós e evitar entrar em autocrítica. Sempre que nos classificamos com qualquer forma de depreciação, estamos a criar um programa neurológico que nos vai limitar nos comportamentos e na vida. Nunca devemos esquecer que o nosso subconsciente não tem sentido de humor e leva a sério qualquer ameaça e, por vezes, as torna verdades internas. É muito importante aprender a confiar em si e na vida.

A Baixa autoestima pode ser libertada com muita vontade e trabalho diário, acreditar que merecemos algo de bom na vida é o melhor trampolim para nos motivarmos a iniciar um processo de mudança.

 

A maioria das pessoas odeia a sua ansiedade de falar em público. É preciso ser realista e entender que a maioria das circunstâncias difíceis são os nossos melhores professores e sentir o medo de falar em público como uma lição a ser aprendida. O mais importante é genuinamente conectar-se e compartilhar a informação com os outros sendo genuinamente si própria.

Um abraço

Mãe paranóica

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Ola, boa tarde. 

 

Há alguns anos atrás a minha Mãe perdeu o emprego, e anos depois teve câncer. Foi um momento bem delicado para a nossa família, pois não sabíamos como lidar com a situação.Com o passar do tempo, graças a Deus ela teve uma melhora 100%, contra o combate de câncer. Estávamos muito felizes com a melhora dela.

 

Porém em 2013 (foi quando começamos a perceber), minha Mãe começou a ter comportamentos estranhos. Dizia que a comida estava estragada, com gosto de detergente, lixo e etc. E com o passar dos anos as coisas foram piorando. Hoje em dia ela não come NADA, dentro de casa, apenas toma água (pelo menos quando não estamos em casa),e também está com mania de dizer que tudo que compramos está estragado, e com isso tem colocado alimentos fora. Tenho percebido que roupas minhas estão desaparecendo, camisa, bermuda, calça, boné... ela também tem colocado fora, as minhas coisas e do meu Pai.

Ela foi internada no ano de 2013, ficou alguns meses na clinica, tomando remédio, e melhorou um pouco. Mas com o passar dos tempos parou de tomar remédios, e começou tudo novamente. Infelizmente não sabemos mais o que fazer. Pensamos na internação novamente, mas carregamos esse peso nas costas, pois ela sempre diz que estragamos a vida dela, por termos feito isso. Infelizmente eu não sei quais providencias tomar, ano que vem estaria me mudando , mas fico com o coração apertado em deixar meus Pais em casa, por causas das situações. 
 

Caro G.,

A sua mãe precisa de tratamento psiquiátrico e psicológico urgente. Ela apresenta um distúrbio de personalidade que precisa ser averiguado e tratado.

 

Os médicos usam uma bateria de testes para determinar a causa do distúrbio. São exames de sangue, avaliação do estado mental, testes neuropsicológicos e tomografias cerebrais. Em 90% dos casos, atualmente, os médicos podem diagnosticar com precisão o tipo de distúrbio.

 

Fale com ela. Ela não pode continuar assim pois o prognóstico é de piora. Talvez não seja necessário internamento, mas certamente precisará tomar  medicação regular e ser seguida por um psicólogo.

Irmão agressivo

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Bom dia

Tenho estado a procura de alguém que me possa ajudar e gostava de saber se me consegue esclarecer.

Os meus pais separaram-se há uns anos, não se divorciaram, e o meu irmão mais novo tem vindo a alterar o seu comportamento de forma preocupante. Ele sempre nos deu problemas mas de momento tem dado mais. Não se encontra a estudar pois não tem motivação para estudar e leva tudo como se fosse uma brincadeira e já não sabemos o que fazer com ele. Os amigos dele nunca foram os melhores, e sei que ele agora fuma ganzas. Mas o mais preocupante é agora, se lhe é dito algo com o qual ele não concorda este eleva a voz e torna-se agressivo, e se alguma coisa não é como ele quer e o repreendemos ele torna-se violento.

 

Alguns exemplos da sua violência por exemplo: mandar copos de vidro à parede, mandar murros nas portas............é o que estiver mais perto ele atira. Ele tem quase 18 anos e preocupa-me que se ele continuar assim algo de mal aconteça ou a ele ou que se torne violento com as pessoas aqui de casa, o que está perto de acontecer.

 

Pode-me explicar o porque de ele se tornar violento desta maneira por qualquer coisa, mesmo mínima? Será das ganzas? S.

 

Cara S.,

Consoante o tipo de mistura, a ganza pode ter diversos efeitos. Os sintomas são: olhos vermelhos, ligeira euforia inicial (rir muito), relaxamento muscular, lentidão do pensamento.

 

A longo prazo pode causar: perda de memória, cancro do pulmão, impotência e em alguns casos até a morte.

Em alguns casos de mais consumo a ganza pode provocar agressividade e uma síndrome amotivacional, que passa pela apatia, indolência, o que leva à desmotivação, maior dificuldade em reter os conhecimentos e a uma repercussão no rendimento escolar.

 

O que parece que esteja a acontecer com o seu irmão é que esteja a vive a separação de uma forma doentia e ainda com o consumo esteja ampliando algumas atitudes agressivas que poderiam já estar presentes anteriormente.

 

Com a separação em muitos casos, o rendimento escolar é prejudicado e surgem problemas de comportamento em casa e na escola, parece que o seu irmão em consequência tornou-se impulsivo, desrespeitando as regras familiares. Ele se aproveita da situação e da falta de uma figura de autoridade que impõe regras e punições.

 

Talvez precise ter uma ajuda especializada para poder elaborar esses problemas.

Agonia e choro

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Doutora, agradeço o espaço: Fiz uma escolha há uns anos atrás, e resolvi seguir uma nova carreira, com apoio de toda a família. Atualmente estou focado em estudar para concursos públicos, o que demanda uma grande pressão. Além disso, acho que ao chegar aos 40, passei a vislumbrar a velhice dos meus pais com certo medo, face à necessidade cada vez maior de suporte que passarão a ter e o futuro tranquilo, que agora me cobro, em dar-lhes um conforto maior. Isto tem-me causado agonia e choro.

Como proceder para fugir deste quadro.

 

Caro leitor,

A grande pressão nos seus estudos aumenta o seu nível de stress e favorece o sentimento de emoções negativas como o medo e preocupação excessiva.

 

A velhice dos pais é um processo pessoal, natural e inevitável para todo ser humano na evolução da vida e também um fator muito preocupante na realidade atual, mas é fazer o possível para poder dar algum conforto e tentar resolver os problemas, conforme se apresentem.

 

O que precisa é tentar descontrair e procurar acrescentar no seu dia a dia momentos relaxantes.

É importante transmitir-se que pode e consegue suportar algum do incómodo provocado pelas suas emoções negativas, mas que esse incómodo é temporário. Deve acrescentar a ideia de que as coisas irão recompor-se porque sabe como regular o seu estado interno, e que pode colocar em marcha um conjunto de ações que o conduzem para uma solução que no seu retorno lhe irá gerar melhores sentimentos.

 

O compreender um estado psicológico ajuda a superação..

Um abraço

Casado disponível

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Em um jantar conheci uma pessoa interessante que me fez sentir borboletas no estomago. Infelizmente durante a noite ele deu a entender que é casado e que tem um filho pequeno. Mas a sua mulher não estava e ele parecia muito à vontade. Como acha que devo comportar-me?

 

Cara Dulce, os homens que mencionam mulher e filhos e são atirado estão disponíveis ao flirt, mas não são adeptos à aventura, é só um jogo de sedução. Ou são simpáticos, mas fiéis que querem passar uma noite agradável mas sem se deixarem envolver. Em ambos os casos, melhor deixar andar.