Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Relacionamento extra conjugal

 

 

Sou casada há 6 anos e tenho um filho, mas a minha situação profissional obriga-me estar longe de casa, só vejo o meu marido e o meu filho de 15 em 15 dias.

 

E conheci um colega de trabalho e fiquei encantada por ele, como homem que é.

E não sei como, mas quando me apercebi já estava a ter um relacionamento com ele. Eu tenho um marido maravilhoso e amo-o, e o meu colega de trabalho também é casado e tem um filho.

Eu sempre condenei este tipo de situação mas agora que estou a viver isto não me condeno, e tenho vontade de estar com ele, mas sem pôr o meu casamento em causa. O meu medo é que está situação prejudique o meu sentimento pelo meu marido. Tenho medo de me apaixonar de verdade pelo meu colega.

 

E tem uma situação que não entendo: durante a relação sexual com o meu colega ele não aguenta (têm ejaculação precoce), ele diz que só acontece quando está comigo, com a esposa dele isso não acontece. Porquê?

 

 

A sua atitude para com o colega de trabalho põe em sério risco o seu casamento, parece que está a “brincar com fogo”. Entendo que estando longe de casa e se sinta carente, mas ao envolver-se com o colega, desequilibra a sua mente e o seu casamento. Uma relação extra conjugal é sempre perigosa e muito lesiva tanto no âmbito individual como no da própria relação. Se preza o seu casamento, se tem um marido maravilhoso, se o ama, o melhor é terminar o quanto antes essa relação, mesmo se agora lhe traz algum conforto, com a continuação certamente trará sofrimento.

 

A relação extra-conjugal é um sinal de insatisfação. Aproveite para repensar o seu casamento. Tente perceber, o que não está bem: se há problemas de comunicação, se o amor diminuiu, se existe desarmonia ou desatenção em relação ao outro.

 

O facto da “ejaculação precoce”, pode estar relacionada com a novidade ou mesmo o nível de ansiedade. Entretanto saiba que do ponto de vista evolutivo, a ejaculação precoce não é defeito, pois durar mais tempo numa relação sexual não serve nenhuma função genética, não é algo inato ao ser humano, é algo que se treina.

 

Para sair dessa situação reflicta, analise as suas motivações e use o bom senso para se sentir autêntica na relação.

Publicado por Mariagrazia às 21:03
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13 comentários:
De i.a a 8 de Fevereiro de 2011 às 10:29
Gostas do marido e andas a da-la a outro que ainda por cima nao se aguenta no tranco....
És mesmo burra e bandida.Diz o mandicante te ta come que é so contigo que nao se aguenta?
ou és burra ou és inexperiente para acreditares numa coisa dessas...tenho pena é do corno que esta em casa e pensa que és uma pura donzela quando és mais uma pu..... tefia gratis....
manda o amnte tratar a verga senao mias te vale fazer com o vibrador
É so bestas e tapadas com a mania que sao grandes fo...das
és mesmo triste mulher
De AnIta a 9 de Fevereiro de 2011 às 10:12
Acredito que o seu marido seja um Homem maravilhoso, embora o homem de hoje participe mais na educação do filho , são muitos poucos o que estão dispostos a ser pai e mãe.
Sempre criticou mas agora NÃO se condena, quer estar com o seu colega , mas e passo a citar. " mas sem pôr o meu casamento em causa."
Podia ter acontecido uma vez e já estar arrependida, mas não "não se condena" , Só espero que o seu marido descubra e depressa com quem está casado porque pode viver muitos anos numa mentira e assim via-se livre de si e já .
Sabe a opinião que eu tenho sobre as drogas , jogo ,... amantes é nem exprimentar tenho a opinião que as pessoas vão muito seguras de si que é só uma vez e depois e porque não uma 2ª vez e depois por aí a fora.
Minha cara eu não dou conselhos se eles fossem bons vendiam-se, eu fá-lo sempre por experiência própria.
Eu teria /tenho a possibilidade de trair o meu marido com o meu ex com quem a relação sexual era extraordinária . O MEU MARIDO NÃO MERECIA ISSO e ACIMA DE TUDO NÃO ESTÁRIA A SER FIEL AOS MEUS PRINCIPIOS.
E em relação a ele ter ejaculação precose SÒ CONSIGO, qual é a versão que quer ouvir? a versão côr de rosa já o seu amante lhe contou , falta a versão realista.
De AnIta a 9 de Fevereiro de 2011 às 11:24
Eu não critico que tenha relações extra conjugais, mas o jogo tem que ser aberto ou seja o marido/mulher têm que ter conhecimento , e há quem aprove porque também faz o mesmo e vivem felizes se há um mutuo entendimento entre o casal nessa matéria , as outras pessoas não têm nada a ver com isso.
E há pessoas dispostas a viver assim, só tem que encontrar uma.
Abra o jogo com o seu marido , pode ser que ele aceite, caso contrário arranje alguém que jogue o seu jogo, com as mesmas regras.
De Anónimo a 9 de Fevereiro de 2011 às 18:14
Só condena este tipo de situação quem não passa por ela, Nunca devemos dizer Nunca. Pois eu compreendo esta situação depois de passar por essa experiencia. Pois também estive a trabalhar longe de casa e é mesmo mto dificil criam-se elos com os colegas de trabalho, e é mais facil acontecer estas coisas.
Claro k o melhor era não acontecer, mas já que lhe aconteceu espero que venha a reflectir terminar com isso e k seja feliz com o seu marido. E o colega fique só para recordação....
De Anita a 17 de Fevereiro de 2011 às 13:42
Não percebo , porque o meu último comentário foi retirado, vivemos todos sobre o mesmo céu mas nem todos temos o mesmo horizonte. (como tal , todos os comentários deveriam ser válidos)
Aqui fica transcrito , o que a sexolga aqui do "Sapo" no consultorio de sexologia respondeu a uma questão muito semelhante. Partilho da mesma opinião . Tenho 45 anos e sou casado há 20. Gosto da minha mulher e nunca pensei traí-la, mas recentemente começou a trabalhar na minha empresa uma rapariga de 30 anos, por quem me senti irresistivelmente atraído. Uma vez que estávamos sozinhos não resisti e fizemos amor. Desde então temos relações sexuais praticamente todos os dias, ela não me sai da cabeça. Não sei o que hei-de fazer, sinto-me envergonhado pois a minha esposa não merece, mas é mais forte que eu.”
Eduardo, Porto
Caro leitor,
A situação que está a viver está a causar-lhe instabilidade emocional uma vez que tem mantido uma relação extra-conjugal com uma colega sua. O leitor diz sentir-se envergonhado por estar a trair a sua esposa, mas não acaba a relação que mantém com essa rapariga. A relação que mantém com a sua esposa é baseada em algo sólido tal como a amizade, carinho e companheirismo, enquanto que a relação que mantém com esta nova paixão é baseada em algo passageiro e superficial como a luxúria e a atracção sexual. Cabe a si reflectir e averiguar em qual das relações se sente melhor e quais as suas metas. Deve evitar continuar a viver nesse dilema e resolvê-lo quanto antes. Viver relações simultâneas não é justo nem correcto para nenhuma das pessoas envolvidas.
Foi transcrito do consultório sexologia , Prof. Helena Juergens
De Serapiao a 8 de Março de 2011 às 23:34
Isso é o classico caso de isolar a ovelha do rebanho, nada mais. Quando mudar de area ou seja lao que for, nao vai passar de uma aventura mal sucedida qu pode te deixar complicaçãos, mas que serao resolvidas. E outra coisa, se isso virou apenas um caso de sexo casual, nao conte nada ao parceiro, melhor vc resolver isso e tocar sua vida pra frente, nao vale a pena o esforço de magoar mais alguem alem de ti. Uma das vantagens de ser homem é pode fazer essas coisas e ficar sem um pingo de remorso, afinal com define a psicologia, somos praticos. O chato disso é que esse suopsto amante nao soube nem fazer valer a pena pra vc nao é, porqu enormalmente, a adrenalina toma conta do espirito e fazemos muitas vezes melhor fora do que em casa. Como dizem, a grama do vizinho é sempre mais verde.
De Lucio Massena a 26 de Abril de 2011 às 22:54
Dizes que amas o teu marido e continuas com um amante que nem competente é?... Que tal se o teu marido arrajasse uma amante?... Já pensaste como te ias sentir?... Há pessoas que não merecem ser amadas e tu és uma delas. Ganha vergonha na cara.
De enzotmoreno a 4 de Maio de 2011 às 19:55
A solução para isso fica mais clara quando voce percebe que o seu colega de trabalho também é casado.
Pensa nisso.
Você não se condena (nem eu estou a te criticar), mas o sofrimento é bem grande, uma vez que são duas pessoas traídas nesse situação.
Lembre bem disso.

De Lucio Massena a 8 de Maio de 2011 às 14:59
Não sou psicólogo nem sexólogo. Para falar deste tema só tenho a autoridade de um casamento de 25 anos feito de altos e baixos, de tentações e oportunidades para trair, de muito diálogo, de fidelidade e de felicidade (a melhor coisa que fiz na vida foi casar). É apenas a minha opinião e portanto tem o valor que lhe quiserem dar.
A primeira coisa que quero dizer é que compreendo que nem todos os amores são eternos. Mas quando se torna impossível resistir aos encantos do(a) outro(a), só há uma atitude correcta: Acabar primeiro a relação anterior e seguir em frente depois. Quero salientar ainda que trair ou ter amante, nunca é uma inevitabilidade. É sempre uma escolha. É uma escolha porque um adulto sabe os passos que dá e em que direcção os dá e tem sempre tempo de (por muito que lhe custe) parar, recuar e falar, conversar, dialogar com o cônjuge de forma a chegar a uma resolução possível dos problemas que existam. Há quem diga que ama o cônjuge mas que ter um amante lhe dá outro equilíbrio e lhe faz viver o que não vivia há muito tempo. Quem ama não trai e não tem amante. Resiste. Comece por se sentir na posição oposta. Em vez de ser você o(a) traidor(a), é você o(a) traído(a) e pense se se vai sentir bem, se se vai sentir seguro(a), se se vai sentir amado(a), a imensa dor, a imensa humilhação, o imenso desprezo de que se vai sentir vitima.
Ter amante é demasiado injusto para quem é traído. O cônjuge é aquela pessoa que vive e resolve connosco os problemas do dia-a-dia, que luta pela família (se não é, deixe-o(a) e siga a sua vida) e que nem sempre tem a disposição que nós gostaríamos, ou está em casa sem aquele aspecto bonito que tem no escritório. Mas nessa altura não precisa de traição. Precisa de amor e apoio, às vezes precisa até de um pouco de isolamento. O(a) amante é aquele(a) que só aparece quando está bonito(a), que só precisa de nos elogiar e fazer sexo connosco. E se estivesse na posição do cônjuge?...
Comparando isto a uma refeição, ter amante é servir os ossos para rapar à família, e guardar a carne para comer com o(a) outro(a). Trair ou ter amante é de um egoísmo inqualificável. Porque quem trai, não trai só o marido ou a esposa. Trai a família inteira (que pensarão os filhos de um(a) progenitor(a) tridor(a)?) e só pensa na sua satisfação pessoal.
Só para finalizar, (para mim não serve, mas…) não sou contra casais em que os dois têm aventuras extras ou praticam swing de comum acordo. Se não for de comum acordo, é traição. Cada casal tem o direito de viver o seu casamento como bem entende.
De ccaa a 13 de Outubro de 2011 às 23:19
cara colega, se coloque no lugar de seu marido talvez assim voce consiga discernir melhor o que esta fazendo.
existe algo que se chama carater e outra que se chama orgulho e mais uma chamada honra.
essas tres palavras são as que melhor definem uma pessoa.
agora se imagine seu filho sem essas tres o que seria dele como homem? acho que ficaria triste não?
portanto minha amiga se realmente valoriza essas palavras tem dois caminhos a seguir.
o primeiro- honre sua familia esquecendo essa aventura e volte de todo seu coração para os braços de seu marido e do seu filho e procure viver a vida deles e coloque uma pedra em cima de suas aventuras extras, mas procure paz e amor para sua vida ao lado de quem realmente são inocentes.
segundo- apesar de demonstrar que não possue essas tres palavras na sua meneira de viver, poderia ter no minimo a ombridade pedir a separação de seu marido e para tanto use o argumento que lhe convem, mas não continue a trair a confiança sagrada de duas pessoas inocentes que estas a enganar.

espero que reflita e tome o caminho certo pois como diz o proverbio biblico...ensina a criança a andar pelo caminho reto que jamais se desviará dele...pelo visto voce não aprendeu o caminho certo.

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Drª Mariagrazia Marini Luwisch
Psicóloga - Psicoterapeuta

Licenciada em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil.
Equivalência, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa.
Membro Sociedade Portuguesa de Psicoterapias Breves.
Membro Efectivo da Ordem dos Psicólogos nº 8372

Consultório:
Av. Luís Bivar 93, 6ºandar E
1050-143 LISBOA
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