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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Relação complicada

 

Vivo uma relação muito complicada que temo não conseguir resumir os problemas. Tenho 30 anos e o meu namorado 35. Namorámos há 9 anos, mas a nossa relação já teve 2 rompimentos. Tenho a certeza que há amor entre nós actualmente. Contudo, a nossa relação é muito instável. Estamos chateados a toda a hora, com chatices sérias.

 

Sei que tenho defeitos e um deles é ser chata e insistir numa coisa quando pretendo algo. Contudo, sinto as forças esgotarem-se quanto às atitudes dele. Por um lado, nunca mais decide dar o passo em frente. Chegamos a ficar dias sem nos vermos embora expresse vontade em ter filhos comigo, não se decide em deixar a casa em que vive com a mãe, viúva de 76 anos.

 

Vivo angustiada. Numa hora somos muito, muito felizes e noutra sinto-me no fundo do poço, pensando que melhor seria acabar o namoro. O problema se calhar está em mim....mas já não sei que faça. Eu tento falar, mas ele não é de diálogo. Assim é muito difícil saber o que fazer.

 

Para o bom entendimento é preciso diálogo. Para que uma relação resulte é preciso investir, negociar, e principalmente sugerir pequenas mudanças de atitudes para melhorar o quotidiano, mas não tente transformar completamente o seu namorado. Proponha algumas mudanças também da sua parte, principalmente dos defeitos que refere. Conflitos são inevitáveis, fazem parte do amadurecimento e proporcionam mudanças necessárias. O importante é aprender a administrá-los e não perder o respeito pelo outro.

 

Evite o envolvimento em conflitos provenientes da família do namorado. Parte das desavenças entre casais se devem ao facto de não separarem a relação da família de origem. Considere-se uma agregada naquele grupo já formado.

E lembre-se que para dar certo é preciso a colaboração de ambos.

 

Faça planos que estimulem a vida a dois mas sempre sem pressionar para não desmotivar.

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