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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Educar adolescente

Tenho 38 anos. Como saber o que esta acontecendo com meu filho de 16 anos. Ele mudou o comportamento...está rebelde, mentiroso, envolveu-se com um grupo que só trouxe coisas más. As músicas que agora escuta são de apologia, está agressivo...ele não têm pai e eu estou perdida.

 

Como agir sozinha sem ajuda do pai?

 

Cara mãe,

 

Educar um filho adolescente sem a ajuda do pai não é tarefa fácil. Ainda mais que a vossa diferença de idade é tão pouca que dificulta manter a hierarquia e a liderança. Tem que ter disciplina e "educar" sempre dando limites com firmeza, carinho e amor.

 

Os conflitos, geralmente, surgem pelo fato do filho crescer e os pais continuarem a lidar da mesma forma como se o filho ainda fosse uma criança.

 

É preciso perceber e começar a construir uma nova maneira de interagir com o seu filho, o que é fundamental para que o vosso relacionamento fique menos conflituoso.

Alguma excentricidade pode ser tolerada mas há situações onde não há negociação, é preciso impor regras básicas de educação e relacionamento segundo os valores da família.

 

Na adolescência a influência do grupo é grande, mas a sua educação familiar deve prevalecer.

 

Para conseguir um maior reforço em suas opiniões, traga ao diálogo toda a informação que dispõe através de artigos de jornais ou textos de livros, de internet, que expliquem por ex. a interferência que a agressividade pode fazer na vida de relação, no rendimento escolar, etc.

Mostre como a mentira pode prejudicar no futuro. Mantenha sempre o diálogo aberto. Talvez na família exista algum tio ou avô que possa também ajudá-la nesse reforço, alguém que ele considere e admire.

 

Caso o relacionamento e diálogo estejam muito difíceis, aposte na “conquista”. Busque um ponto em comum: como desporto, música, etc… e invista nisso.

 

Caso continue a não conseguir lidar com ele procure a ajuda de uma psicóloga. Vá a uma consulta e tente nas sessões trabalhar o seu papel de mãe…(e pai).

Deixe claro para ele, no entanto, sua opinião sobre a necessidade dele também poder precisar de ajuda. Talvez ele não sinta necessidade no momento, mas mais tarde mude de ideia.

 

Fique bem