Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Consultório de Psicologia

Espaço de transformações com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações relacionadas com o seu bem-estar. Encontre o equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia para favorecer seu crescimento psicológico.

Consultório de Psicologia

Espaço de transformações com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações relacionadas com o seu bem-estar. Encontre o equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia para favorecer seu crescimento psicológico.

Transtorno obsessivo compulsivo

 

Olá Dra. Maria,

 

sofro de transtorno obsessivo compulsivo, gostaria de saber se esta doença tem cura. Eu sofro há 6 anos e não tenho acompanhamento médico, embora deveria ter.

 

Me ajude, por favor, a entender o que se passa comigo.

 

 

Cara Leitora,

 

Transtorno obsessivo compulsivo (TOC), é um transtorno de ansiedade. Ansiedade é uma característica biológica normal de todos os seres humanos, só que quando é excessiva torna-se prejudicial.

 

O TOC  tem tratamento, para que a pessoa possa viver sem sofrimento e sem limitações na sua vida.

Para tal é preciso medicação e acompanhamento psicológico, que ajuda a pessoa a aprender e a gerir as suas obsessões e medos e assim possa ter uma vida normal.

 

O tratamento básico é expor a pessoa à situação que gera ansiedade, começando pelos sintomas mais brandos. Os resultados costumam ser melhores quando se associam os dois tipos de abordagem terapêutica.

 

É sempre importante esclarecer o paciente e sua família sobre as características da doença. Quanto mais a par estiverem do problema, melhor funcionará o tratamento.

 

Recomendações importantes:

 

•Não há quem não tenha experimentado alguma vez um comportamento compulsivo, mas se ele se repete a ponto de prejudicar a execução de tarefas rotineiras, a pessoa pode ser portadora de transtorno obsessivo-compulsivo e precisa de tratamento.

 

•Crianças podem obedecer a certos rituais, o que é absolutamente normal. No entanto, deve chamar a atenção dos pais a intensidade e a frequência desses episódios. O limite entre normalidade e TOC é muito ténue;

Os pais não devem colaborar com a perpetuação das manias e rituais dos filhos. Devem ajudá-los a enfrentar os pensamentos obsessivos e a lidar com a compulsão que alivia a ansiedade.

 

•O respeito a rituais do portador de TOC pode interferir na dinâmica da família. Por isso, é importante estabelecer o diagnóstico certo e encaminhar a pessoa para tratamento.

 

•Esconder os sintomas por vergonha ou insegurança é um péssimo caminho. Quanto mais se adia o tratamento, mais grave fica a doença.

 

 

Confie em si própria e procure tratamento para aliviar o seu sofrimento.

 

1 comentário

Comentar post