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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Amor compartilhado

 

 

 

Estou passando por uma situação deste tipo. Meu marido estava muito triste, sem conversar, calado, as vezes até um pouco áspero com as pessoas do dia a dia. Um dia ele chegou com a proposta de separação. Conversamos e não sei se infelizmente ou felizmente, demostrei que ainda gosto muito dele.

 

Conversamos e ele ficou de pensar. Via nele uma tristeza imensa, e conversando, ele confessou que conheceu outra mulher e que estava se encontrando com ela. Que ele nunca havia feito nada disso, e que por havia acontecido por acaso e ele não queria fazer nenhuma de nós duas sofrerem. A proposta foi a seguinte como moramos em cidades diferentes e distantes uma da outra, manteríamos nosso lar, nossa vida e ainda, manter essa relação, desta forma eu e ela saberíamos onde ele estava e com quem. Meio maluco... eu sei ... e aceitei... Fico confusa, as vezes, pensando se fiz o melhor...

 

Se devo deixá-lo ir, ou se mantenho essa proposta. Ele mudou muito neste período, disse que me faria mais feliz ainda, e que nos poderíamos viver melhor assim. O que devo fazer?

 

Quando aparece uma terceira pessoa na relação pode surgir a ideia de manter essa relação junto ao matrimónio. A proposta de seu marido é egoísta, de uma pessoa que não quer escolher. Escolher ma vida é sempre difícil.

 

Um amor compartilhado é uma forma de viver válida para algumas pessoas que sabem o que querem e decidem seguir assim com esse grupo familiar, apesar do sofrimento que poderá vir, que pensam seja menor do que a dor do abandono.

 

Não vai ser fácil encarar uma relação compartilhada, vai sentir ciúme, ouvir muitas críticas e recriminações por parte das outras pessoas, além do seu  sofrimento  interior, mas a decisão final é a sua.