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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Auto-mutilação ou Cutting

 

Pablo Picasso

 

Fiquei indecisa se haveria de mandar este mail ou não, mas já não aguento andar assim há muito tempo, há alguns meses que me sinto assim e não percebo o porque tento ficar bem , mas não consigo para fikar bem aliviada comigo própria o que faço de melhor é fazer mal a mim própria em cortar os meus braços com vidros agulhas chizatos, tudo o que esta ao alcance eu apanho para poder me fazer mal a mim própria.
 
Fiz o teste e deu uma depressão média (49) não sei realmente se traduz para a realidade. Realmente em coisas que fala o teste é a realidade, as insónias constantes que tenho, a vontade de ter relações é nenhuma mesma, a vontade de me matar é cada vez maior e ninguém me leva a serio, ninguém mesmo ninguém apoia em nada sinto me cansada, o que mais me assusta é que tenho simplesmente 23 anos sou muito nova para poder pensar que tenha uma depressão.
 
Não tenho vontade de estar com ninguém só me apetece estar sozinha chorar chorar chorar. Não sei realmente o q fazer sinto me cansada da vida.
VQ
 
Cara VQ.,
 
Cutting" em inglês significa "cortando". Uma prática muito comum entre os jovens, porém perigosa. Considerado uma doença, o cutting envolve várias formas de se machucar como válvula de escape. Se se corta, se arranha, se bate...também é um praticante desse vício. O cutting é um vício assim como qualquer tipo de droga ou bebida. Pessoas que já passaram por isso, hoje em dia guardam um aglomerado de cicatrizes pelo corpo.

As causas são muitas: depressão, transtorno comportamental, fobias, ansiedade, baixa auto estima, transtorno alimentar, etc. O acompanhamento médico é a única forma de tratamento. Psicólogos e Psiquiatras são os indicados nesse caso. É um tratamento longo mas que depende cada um.

Parece que está numa fase mais deprimida e procura alívio através de uma dor física que é conhecida e que sabe que consegue cicatrizar, mas não trata o problema de fundo e para isso há necessidade de ter um acompanhamento psicológico. Confie em si própria e procure ajuda o quanto antes.
Conversar com a família também pode ser uma saída.
 
Um abraço
Mariagrazia

 

 

 

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