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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Casamento por um fio

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Boa tarde,

O meu casamento está por um fio.

Desde que o meu segundo filho nasceu (há 2 anos e 9 meses) as coisas têm piorado. Perdemos intimidade. Desde agosto 2016 que não temos qualquer contacto sexual. Já tentamos terapia de casal mas de nada resultou. A minha mulher simplesmente não quer ter trabalho para salvar a relação. Sei que deixei de ser um desafio para a minha esposa e por isso deixei de ter “piada”.

 

Será que me pode ajudar? É possível salvar o casamento sozinho?

Obrigado.

Cumprimentos.

 

Caro Leitor,

O casamento exige muita paciência e dedicação, além de uma comunicação contínua. A maneira de resolver é através do diálogo. Fale com ela para tentarem se entender.

É preciso sempre ter em vista esses 4 pontos:

  • Respeito
  • Reconhecimento
  • Responsabilidade
  • Recreatividade

Também vale manter o romantismo no casamento. Programem passar um fim de- emana em algum lugar simpático sem os filhos. Combinem jantar no restaurante 1 vez por semana ou a cada 15 dias, etc. etc.

A intimidade é importante na relação do casal. Quanto mais distantes mais difícil retomar a intimidade. Use a sua inteligência sexual. Procure cortejá-la, namorar, enfim use o seu poder de sedução.

É preciso ter consciência que mimos, carinhos e presentes podem fazer parte do dia a dia do casal. Elogie, elogios são uma ótima forma para agradar.

Também é importante investir no seu autoconhecimento. Quanto mais nos conhecemos e nos amamos melhor serão relações com os outros. É importante abrir-se para práticas que despertem vontade de intimidade. Converse com sua parceira sobre o que gosta e o que não gosta, muita coisa pode ser melhorada com uma comunicação clara e eficiente.

 

Se entretanto não conseguir sozinho, uma terapia pessoal ou de casal, será de grande ajuda.

 

Tudo de bom

 

 

Teste de intimidade

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O professor de psicologia social da Universidade de Stony Brooks, Arthur Aron, elaborou um método para criar intimidade romântica, que segundo ele faz com que o casal se apaixone.

O experimento foi criado há mais de 20 anos e, na sua versão original, é feito em um laboratório, com um homem e uma mulher heterossexuais que se conhecem só na ocasião. Eles fazem uma série de perguntas um para o outro, durante cerca de 45 minutos, e depois ficam se encarando nos olhos, sem desviar o foco, por mais 4 minutos.

Escolha alguém que combine com você, e façam as perguntas um ao outro na sequência apresentada. Lembre-se de responder com honestidade

PRIMEIRA PARTE

1. Se pudesse escolher qualquer pessoa no mundo, quem você convidaria para jantar?
2. Gostaria de ser famoso? Como?
3. Antes de fazer uma ligação telefónica, você ensaia o que vai falar? Por quê?
4. Como seria um dia perfeito, para você?
5. Quando foi a última vez que cantou sozinho? E para alguém?
6. Se pudesse viver até os 90 anos e ter o corpo ou a mente de alguém de 30 durante os últimos 60 anos de sua vida, qual das duas opções escolheria?
7. Tem uma intuição secreta de como vai morrer?
8. Diga três coisas que acredita ter em comum com seu parceiro.
9. O que faz você se sentir agradecido na sua vida?
10. Se pudesse mudar algo no modo como foi educado, o que seria?
11. Use quatro minutos para contar a seu companheiro a história de sua vida.
12. Se amanhã você pudesse se levantar desfrutando de uma habilidade nova, qual seria?
13. Se uma bola de cristal pudesse contar a verdade sobre sua vida, o que você lhe perguntaria?
14. Há algo que há muito tempo deseja fazer? Por que ainda não fez?
15. Qual é a sua maior conquista?
16. O que mais valoriza em um amigo?
17. Qual é sua lembrança mais valiosa?
18. Qual é sua lembrança mais dolorosa?
19. Se você soubesse que vai morrer daqui a um ano de maneira repentina, mudaria algo em sua maneira de viver? Por quê?
20. O que significa a amizade para você?
21. Que importância têm o amor e o afeto em sua vida?
22. Compartilhem, de forma alternada, cinco características que consideram positivas em seu companheiro.
23. Sua família é próxima e carinhosa? Você acha que sua infância foi mais feliz que a dos demais?
24. Como se sente em relação a sua mãe?
25. Diga três frases usando o pronome “nós”.
26. Complete esta frase: “Gostaria de ter alguém com quem compartilhar...”.
27. Se fosse terminar sendo amigo íntimo de seu companheiro, divida com ele algo que seria importante que ele soubesse.
28. Diga a seu companheiro do que mais gostou nele. Seja muito honesto, e diga coisas que não diria a alguém que acaba de conhecer.
29. Divida com seu companheiro um momento embaraçoso de sua vida.
30. Quando foi a última vez que chorou na frente de alguém? E sozinho?
31. Conte a seu companheiro algo de que já gosta nele.
32. Há algo que seja tão sério a ponto de não ser adequado fazer piadas a respeito?
33. Se fosse morrer esta noite, sem a possibilidade de falar com ninguém, o que você lamentaria não ter dito a uma pessoa? Por que não disse até agora?
34. Sua casa está pegando fogo, com todas as suas coisas dentro. Depois de salvar seus entes queridos e seus bichos de estimação, sobra tempo para fazer uma última incursão e salvar um único objeto. Qual você escolheria? Por quê?
35. De todas as pessoas que formam sua família, qual morte seria mais dolorosa para você? Por quê?
36. Divida um problema pessoal e peça a seu companheiro que diga como ele teria agido para solucioná-lo. Pergunte também como ele acha que você se sente em relação ao problema que contou.

SEGUNDA PARTE
Ajuste o cronômetro para tocar daqui a quatro minutos, e passem o tempo se olhando, olho no olho. Boa sorte!

 

Namoro complicado

guell1.jpgNome: E

Olha, estou precisando de ajuda... Tenho relacionamento a 2 anos e 7 meses não é de hoje que nosso relacionamento está muito frio, caiu na rotina. Temos brigas, sem compreensão, não temos mais nossas intimidades está tudo frio. Há um mês nós demos um tempo de 1 semana para ver o que queríamos, mas eu não consegui ficar sem ela. Liguei para ela todos os dias e não respeitei o tempo dela. No domingo quando íamos resolver ela me disse que não sabia mais o que queria ... Que não conseguiu pensar... E que estava confusa, se me amava mesmo. Sempre tivemos planos juntos para casar, crescemos juntos e ela ainda esta comigo, mas não sei se ela empurrando esse relacionamento com a barriga ultimamente ela anda muito stressada com a faculdade e coisas familiares...

Ela as vezes me diz coisas que me magoam, mas eu fico na minha, não retruco e tento entender...

Mas isso está me machucando a cada dia que passa, eu não sei o que fazer estou precisando de ajuda....

Caro E.,

Se gosta dela precisa ter paciência e seguir em frente para ver no que vai dar, embora sem permitir que ela o magoe. Use a sua razão para retrucar quando for o caso disso. Ninguém gosta de um namorado que não toma posições e que não defenda seu ponto de vista. Pode ser que ela já não goste mais de si ou que a relação tenha esfriado, ou que ela sinta a necessidade de ter novas experiências. Se for assim não tem jeito, é preciso se conformar e procurar esquecê-la, nada que não possa superar.

 

Se entretanto continuar a se sentir muito confuso pode procurar ajuda especializada. A psicoterapia vai ajudá-lo a se conhecer melhor, a agir com assertividade e a ser capaz de usar as suas próprias possibilidades de existir.

 

Fique bem

 

 

 

Primeiro encontro

 

 

 

Tenho 43 e a minha namorada 23 mas só nos conhecemos apenas na internet e queremos estar juntos em breve.

 

Quanto ao tema sexo ambos gostamos de sexo, mas eu tenho receio de não a satisfazer devido a ter às vezes ejaculação precoce.

Só quero fazer a minha namorada feliz, mas tenho receio de não estar à altura. Para mim no sexo há muitas coisas como carícias e jogos de amor e penso que as mulheres sentem o mesmo.

 

O que me aconselha?

Cumprimentos

 

 

Caro leitor,

 

Tudo na vida tem sua primeira vez e juntamente com as novas experiências surgem as dúvidas, a expectativa, a ansiedade e principalmente o medo de falhar quando chega o momento de ter sexo pela primeira vez com uma pessoa com quem ainda não tem muita intimidade.

 

A melhor opção é não fugir do tradicional. As descobertas precisam acontecer naturalmente e de acordo com a convivência. Para não assustar a parceira, evite fazer de tudo na primeira vez.

 

Os segredos e vontades na hora do prazer devem ser descobertos gradualmente. O importante é o casal entrar em sintonia e descobrir o que cada um gosta para poder depois tentar outras coisas.

Para satisfazê-la saiba captar a essência e saber o que ela quer de fato, onde ela gosta mais de ser tocada.

Embora as pessoas sejam parecidas elas diferem em diversos aspectos e peculiaridades.

 

Sem ansiedade e deixando tudo acontecer naturalmente, vai dar tudo mais certo. Caso ela não atinja o orgasmo na primeira vez tenha paciência, com a continuação e maior intimidade vai ser mais fácil.

 

Felicidades

Mãe e adolescente

 

 

 

 

Olá Dra. Mariagrazia.

Eu tenho 39 anos, sou portuguesa e vivo à 15 anos em Moçambique.

Tenho um filho de 14 anos. Separei-me do seu pai, quando ele tinha 5 anos.

 

Somos todos amigos e encontramo-nos  com frequência.

Entretanto voltei a encontrar outra pessoa, de nacionalidade alemã, com quem vivo à 5 anos. O meu filho e ele são muito amigos e companheiros.

Em 14 anos de existência , vivemos em três países, em 6 cidades , em 11 casas, e ele andou em 5 escolas diferentes.

Isto trouxe coisas boas e más, obviamente.


Uma das minhas grandes preocupações é a falta de amigos, com quem ele se possa identificar, fazer comparações de famílias, vidas, partilhar músicas, filmes, desporto, etc.

Agora ele frequenta uma escola relativamente pequena, são  apenas, 4 alunos na turma dele.

É uma escola de carácter religioso, com um bom curriculum inglês. Sei que ele gostaria de uma escola mais dinâmica, alegre e mais actividades extra curriculares. Mas não existe. Não temos muito  opção de escolha, onde vivemos.


Temos uma vida um pouco incomum. Trabalhamos com turismo e temos duas casa de hóspedes lindas, onde vivemos também.

Sou uma pessoa bastante forte e dinâmica, muito empreendedora, super exigente comigo mesma e com os outros.


Talvez falhei com os princípios básicos de educação dele, como ser amigo das pessoas que lhe tratam bem, respeitar-me, partilhar e dividir as suas coisas, agradecer o que lhe dão, a sua higiene pessoal, dizer o que pensa calmamente, honestamente sem agressividade.

Digo isto porque apesar de todas estas mudanças que fizemos na vida, tentei dar carinho, conforto em casa, uma boa escola, viajamos sempre para compensar  a ausência de outras informações, uma vez que vivemos num lugar mais isolado. Estou sempre presente nas refeições, actividades escola, T.P.C....enfim...Uma canseira, para ser a melhor mãe, possível!!!

Acontece que o meu filho, não me dá valor!!!


Diz que sou muito nervosa, que discuto por tudo, que sou chata, que não percebo inglês o suficiente para lhe ensinar, qualquer assunto diz para me calar que não sei, detesta ajudar-me, acha que cumpre com o seu papel que é estudar e tirar boas notas, e tira-as e pronto, mais que isso não faz.

Claro que eu não permito que ele faça de nós empregados domésticos e obrigo a lavar a loiça, ajudar-me na recepção da casa de hóspedes ,etc.


Mas é sempre uma discussão. CANSATIVA!!!!

Sempre que estamos juntos as suas conversas, dúvidas da escola, são com o padrasto, que é uma pessoa com maior capacidade intelectual que a minha. E eu sou completamente ignorada.


Eu sou boa é para fazer as comidinhas, comprar-lhe tudo o que necessita, pensar em fazer os programas de férias, ou de fim-de-semana e basicamente o saco de boxe dele, quando as coisas não estão bem.


Não consigo conversar com ele de uma forma mais intima. Detesta falar dos seus problemas, diz que não é com a mãe que deve fazê-lo.

Como lhe passar valores bonitos e que ele não me veja como a sua empregada doméstica?

Não é fácil resumir em algumas linhas o problema. Nem sou muito boa a escrever. Espero que esteja minimamente claro para ser perceptível.


Obrigada pelo seu tempo.

Um abraço C.

 

Cara C.,

 

Não se preocupe e não exija demais d si e de seu filho. Essa diversidade de escolas e ambientes lhe trarão uma cosmo visão mais ampla.

O adolescente ao agir assim como refere, está à procura da própria identidade e independência e para tal quer liberdade e ter a própria intimidade preservada. O fato dele se comunicar mais com o padrasto é um sinal dele se identificar com essa figura masculina, o que é normal.

Essa é uma idade de contestação mas internamente sabe valorizar o amor dos pais.

 

Os pais na ânsia de não cometerem erros vão cada vez mais em busca de informações, que por vezes são controvertidas e confundem ainda. O que vale na educação é sempre usar a intuição e o bom senso.

 

Tudo de bom e felicidades pelo seu trabalho

falta de intimidade

 

 

 

 

Olá, preciso de ajuda!!!!!!

 

  Estou casada desde 2008, e amo o meu marido do fundo do coração, mas desde há 2 anos para ca que ele ficou distante, deixou de me beijar e mais algumas coisas, quando falo sobre o assunto, diz que somos como a água e o azeite, mas sempre tivemos as nossas divergências e a meu ver ninguém é igual, perfeito. Já mudei alguns aspectos que ele dizia, e conclui q tinha razão, mas estou desesperada........... temos um filho lindo e nunca estamos juntos em família, porque ele se afasta e costumo dizer que somos casados divorciados. Ajude-me!!

 

O passado e os erros que cometi ja não posso alterar mas sei que podemos ter um futuro e não sei como o fazer voltar a acreditar....sinto-me sozinha e "abandonada" por um homem pelo qual lutei contra muita coisa para estarmos juntos.

O que hei-de fazer???

 

RM

 

 

 

 

Intimidade sexual

 

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Bom dia Dra.,

 

Parabéns pelo seu site.

Estou casada há 4 anos após um namoro de 10.

 

Nos primeiros 2 anos da nossa relação vivemos momentos muito intensos e desfrutamos de uma vida sexual extremamente activa e muito gratificante. Daí para cá o desinteresse sexual do meu namorado (agora marido) decresceu de forma evidente.

Chegamos a ficar sem ter sexo durante vários meses, ao ponto de eu ficar angustiada e de começar a recear que ele tenha outra pessoa, apesar de não me aperceber de outros indícios que o possam confirmar.

 

Já falei com ele várias vezes sobre este assunto, mas ele invariavelmente diz que me ama e promete empenhar-se em mudar. A verdade é que as coisas continuam na mesma.

 

Chegamos à situação limite de irmos de férias só os 2 e não termos qualquer relação sexual. Apesar deste distanciamento tem outras atitudes carinhosas: telefona-me várias vezes no dia, diz que me ama, enche-me de presentes e exibe-me junto dos amigos orgulhando-se de mim.

 

Fico angustiada por suscitar maior interesse em outros homens que no meu próprio marido.

 

Por favor ajude-me a compreender a atitude dele e diga-me o que poderei fazer para alterar esta situação. O sexo para mim é uma parte muito importante da relação e começo a não aguentar mais esta situação.

 

Obrigada

MC

 

Mulher bonita

olá,
 
Sinto-me um pouco intimidado e retraído quando vou conhecer alguma mulher bonita e atraente e o mesmo não se passa se essa mulher não for tão atraente.
 
Gostaria de saber o que fazer para mudar isso e me sentir sempre confortável em qualquer situação.
 
Obrigado