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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Medo que alguém morra

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Olá Doutora, preciso muito de sua ajuda!! Meu filho tem 10 anos e já passou por alguns fatos que marcaram a vida dele como um acidente que o pai sofreu, o avô que passou mal perto dele, e o falecimento do seu passarinho de estimação. Pois bem, quando ocorreram esses fatos ele ficou por um tempo muito nervoso, vomitava muito, chorava perguntando a toda hora se alguém iria morrer.

Passado um tempo ele voltou a ser o garoto feliz como sempre, mas de umas 2 semanas pra cá quando chega a noite ele entra em desespero com medo que alguém morra, ele chora, vomita, me faz prometer que não vai acontecer nada com ninguém e mesmo assim ele não consegue se acalmar, eu converso muito com ele mas nada do que eu falo o acalma, eu não sei mais o que fazer!!

 

O que posso fazer pra tirar esse medo dele, toda noite é a mesma coisa e isso está prejudicando muito.

Desde já agradeço pela sua compreensão.

 

Cara mãe,

Embora seja normal as crianças pequenas sentirem receio diante de certas situações (ruídos fortes, pessoas estranhas, início da escola), em algumas ocasiões estes medos convertem-se em fobias que impedem o seu desenvolvimento psicológico normal. Felizmente estes medos irracionais são fáceis de tratar.

Não deve forçar a criança a enfrentar a situação que lhe causa medo, nem superprotegê-la. Fale com o seu filho para saber em concreto o seu medo e saber o que se está a passar e ao mesmo tempo seja paciente com ele.

Seja também assertiva dizendo-lhe que não vai acontecer nada de mal a ninguém e que pode confiar em si.

 

Para acalmá-lo pode aplicar os quatro passos seguintes:

-Pare – Pare por breves momentos e faça algumas respirações profundas com a criança. A respiração profunda pode ajudar a inverter a resposta do sistema nervoso.

-Enfatize – A ansiedade é assustadora. A criança quer saber que você percebe isso.

-Avalie – Assim que a criança fique mais calma, é hora de descobrir possíveis soluções.

-Desapegue-se – Deixe de lado a sua culpa; você é uma mãe ou educadora incrível para a criança, fornecendo as ferramentas para gerir a sua preocupação.

 

Um abraço

 

Medo da morte

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Olá Doutora!!! Preciso de muita ajuda, sou já adulta!! Quando uma pessoa morre pode ser ente querido, parente, vizinhos, amigos, eu tenho medo. Tenho pânico de velório por causa de pessoa morta no caixão.

Quando a pessoa morre já sei que tenho que enfrentar. Sofro muito, muito. Quando criança tinha medo de caixão, hoje diminuiu, mas ver pessoa é pânico. Medo de morrer, mais medo maior é estar viva dentro. Fico distraindo-me. Melhora um pouco, mas volta. Por favor me ajuda.

 

Cara leitora,

o ser humano desde sempre, se preocupou com a sua existência e mais ainda com a sua finitude. É através da morte dos outros, sobretudo daqueles que nos são próximos e queridos e também pensando sobre a nossa própria morte que surgem as nossas angústias.

O medo da morte é inerente ao desenvolvimento humano. Aparece na infância, a partir das primeiras experiências de perda. E tem várias facetas: trata-se de um medo do desconhecido, somado ao medo da própria extinção, da rutura da teia afetiva, da solidão e do sofrimento. O medo da morte é fundador da cultura, esse medo funciona como motor de todas as civilizações. A partir do desejo de perenidade, se desenvolvem as instituições, as crenças, as ciências, as artes, as técnicas e mesmo as organizações políticas e económicas.

É o lado vital da morte. O medo da morte nos força a viver, a nos relacionar, a procriar, a criar, a construir coisas que nos transcendam. Na ilusão da imortalidade, o ser humano acredita que suas obras sejam permanentes e garantam que ele não seja esquecido.

Os terapeutas ajudam o paciente a entender por que o medo é infundado e ajudam o paciente a lidar com esses pensamentos, bem como a controlar respostas físicas e mentais decorrentes da fobia de morrer.

A melhor maneira de enfrentar é compreendê-la.

“A aceitação da morte constitui certamente um dos maiores sinais de maturidade humana, daí a necessidade duma educação sobre a morte, duma “ars moriendi”, porque a morte, paradoxalmente, pode ensinar a viver.”

Oliveira (2002)

Adolescente síndrome de pânico

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Meu filho tem 14 anos e ainda dorme no meu quarto e agora está pensando que eu vou morrer e chora

Obs: ele joga muito jogos violentos no computador e já foi assaltado quando tinha 12 anos passado um mês foi diagnosticado com síndrome do pânico o que pode estar acontecendo agora?

 

Cara mãe de adolescente,

 

Seu filho está a sofrer as consequências por excesso de jogos violentos no computador, agravado com trauma por ter sido assaltado.

Ele precisa voltar a sentir segurança e confiar nas pessoas e nele próprio. De qualquer maneira o primeiro ponto a começar é na independência dele conseguir dormir sozinho no próprio quarto e ao mesmo tempo diminuir o tempo de jogo no computador. Para tal vai precisar da sua ajuda. Dar alguns limites quanto ao tempo de uso do computador, aprender diferenciar entre fantasia e realidade e sentir que não é bem-vindo a dormir na sua cama.

 

A adolescência é um período que poderá revelar-se como uma fase do desenvolvimento humano particularmente complicada. É uma fase em que os adolescentes procuram a sua própria identidade e questionam as regras e limites impostos. Existe uma enorme instabilidade emocional, juntamente com a vontade de crescer rapidamente.

 

Para os pais é um desafio diário lidar com este turbilhão de emoções e comportamentos. Além de heróis, os pais têm um papel determinante na construção da identidade do filho. Inicialmente o adolescente não se identifica com os modelos parentais e pode revoltar-se contra eles, rejeitando o seu domínio. Esta rejeição é necessária para separar a sua identidade da dos pais. No adolescente há um aumento da fantasia como forma de compensar a insegurança que sente no mundo real e parece estar a viver num mundo próprio, o que torna difícil o diálogo com os pais.

 

O melhor seria se ele tivesse um acompanhamento psicoterápico para evoluir no sentido de se tornar independente e ao mesmo tempo responsável e alcançar os objetivos relacionados às expectativas culturais da sociedade em que vive. De qualquer maneira é preciso que também o ajude para que ele possa se tornar independente e possa crescer em maturidade. Fale com ele e negocie que ele vá dormir no próprio quarto, explique que ele já é um adolescente e que quanto mais se acostumar a ficar sozinho, melhor se sentirá.

Fale com ele sobre a morte e explique que vai morrer um dia, mas esse dia ainda está muito longe. Não se deixe influenciar pelas lágrimas, ele vai chorar alguns dias, mas vai passar.

 

Procure ser assertiva sempre com muita responsabilidade e amor e esteja sempre disponível para conversarem sobre qualquer assunto, incluindo drogas, sexo, doenças sexualmente transmissíveis, sem constrangimentos.

 

Um abraço

 

Luto da filha

Boa tarde Dra.

 

Peço a sua ajuda pois já não sei como superar a morte da minha filha, a culpa, a frustração e a raiva não deixam a minha mente tranquila já passam 8 meses que a minha pequena se foi, mas vivo a cada dia com a esperança que ela volte, ha momentos que parece que estou falando com ela. Já fiz de tudo pra tentar superar mais não consigo. O que faço?

 

 

Caro leitor,

 

A morte de alguém querido é como uma ferida. No início sangra, arde, dói de maneira quase insuportável. Com o tempo, vai fechando mas o processo para curar essa ferida pode ser longo e doloroso, especialmente quando se trata de uma filha.

 

É preciso entender melhor a morte, aprender a fazer a conexão com o amor da filha e reaprender a viver.

 

A qualquer momento pode-se procurar ajuda especializada. A terapia se traz muitos benefícios. O tratamento consiste no reaprendizado, descobrindo e reconhecendo a maneira particular de  viver o luto e encontrar suas próprias ferramentas para aliviar a sua dor.

 

De qualquer maneira saiba que há fases do luto que são:

 

1. Entorpecimento
é a primeira reação, com choque e descrença, durando de horas a dias, havendo crises de raiva e choro. É comum a presença de distúrbios somáticos e a negação da perda podem estar presentes como forma de defesa.

 

2. Busca e saudade
Viver a dor tentando entender o que está passando.

3. Desorganização e desespero
É a fase mais difícil Há o reconhecimento da imutabilidade da perda, havendo grande risco de apatia e depressão com afastamento do meio social e das atividades normais do dia a dia.

 

4. Reorganização e aceitação

É o momento de readaptação com sentimentos positivos e menos devastadores, permitindo uma aceitação e o retorno da independência e iniciativa.

 

Vai ver que com o tempo vai conseguir, passar para a última fase e voltar a viver com a sua energia normal.

 

Um abraço e tudo de bom

 

 

 

Medo de morrer

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Prezada,

estou passando por um dos maiores dilemas da minha vida, pois a dois anos venho sofrendo com uma perturbação mental que, não consigo me libertar: estou deixando de viver, pois tenho medo de morrer, este pensamento maldito, apoderou-se de minha mente, e eu não consigo mais ter paz em minha vida, vivo triste, com muita vontade de chorar, sem vontade de fazer nada, pois este pensamento, vive 24 horas em minha mente. Não consigo aceitar que um dia eu vou morrer, deixar minha família meus netos, irmão, esposa, parentes e amigos, deixar de existir, ser enterrado, ser deixado lá naquele buraco, sozinho, e nunca mais ver as pessoais e as coisas que eu amo, neste momentos que estou escrevendo, estou chorando muito, e assim que são os meus dias e noites, este tormento sem fim. Não sei como ainda tenho forças para trabalhar, pois a minha vida e um desânimo total, não tenho mais alegria, não consegue trazer um pouco de paz para minha vida, e uma tristeza profunda, que chegar a dor no meu peito.

 

Tenho 58 anos, sou casado, tenho 1 filha e um filho e quatro netos, minha maior dor e saber que um dia vou separar-me deles. Olhe doutora, quando eu fico sabendo que alguém morreu, mesmo que seja uma pessoa estranha, eu fico no maior desespero, toda esta minha loucura esta acabando comigo, pois até a minha vida sexual esta morrendo junto com os meus dias. Preciso de sua ajuda, pois por medo da morte, estou deixando de viver a cada dia. O que posso fazer?

 

Tem algum remédio para curar-me deste mal. Por favor me responda este e-mail. Tinha muita mais a lhe escrever, mais não consigo parar de chorar, e não consigo mais  escrever. Deus abençoe a senhora. 

 

Caro leitor,

O medo de morrer é um medo natural, espontâneo e necessário. Ele vem do nosso instinto de conservação que serve para a preservação da nossa vida. Este medo natural de morrer nos protege de situações arriscadas. Este medo natural, então, é um mecanismo para a nossa proteção. Quando este medo torna-se exagerado, passa a ser um medo patológico, fóbico que merece tratamento especializado. Portanto, o medo de morrer é necessário, bom e útil dentro de um limite equilibrado.

 

À medida, então, que o ser humano reflete mais sobre a morte, compreende melhor o assunto e aproveita melhor a vida. Assim, sua preocupação com a morte diminui. Compreendendo melhor nossa missão aqui na Terra, e, vivendo a vida cada vez com melhor qualidade, esperaremos a morte com mais serenidade, calma, resignação e sem medo.

 

Conviver bem com a morte é descobrir os encantos da vida. Muitos, tem medo da morte porque não vivem a vida em plenitude.

O que precisa é de um acompanhamento psicoterapêutico para poder falar e trabalhar esses seus medos e poder se libertar desses pensamentos irracionais e viver uma vida plena.

Entretanto confie em si e tome a decisão de se ajudar e de encarar a vida focando no momento presente e o aqui e agora.

 

Tome um minuto do seu tempo para se concentrar apenas no que está acontecendo ao seu redor. Ouça para ouvir o que pode ouvir. Olhe ao redor e veja o que percebe. Faça um exame rápido do seu corpo e preste atenção em como ele se sente.

Com uma prática regular, aumentará sua capacidade de focar o momento, o que é difícil de fazer no mundo acelerado de hoje. E também poderá aproveitar cada momento porque estará menos distraído com os problemas de ontem e as preocupações de amanhã.

Um abraço

Morte do filho

 

 

 

Boa tarde, sou de Portugal.

 

Vivia com o meu filho, só que ele faleceu em março, cada dia que passa mais difícil está de encarar, quando anoitece pioro, fico muito triste, aflita e adormeço muito tarde. Éramos só os dois em casa.

Os meus músculos doem, acho que de tanto nervosismo e de chorar.

 

Estou com aversão a médicos, remédios, hospitais. Leio livros que me indicam, vou á igreja, um bocadinho de meditação.

 

Só que a minha dor é tão atroz que já nem sei o que fazer.

 

Será que pode ajudar-me dando me alguma orientação.

Muito Obrigada

 

Medo e imagens de morte

 

 

Olá Dr.ª, Não sei se é normal, mas de uns tempos para cá comecei a me basear muito no que vejo na TV, um exemplo, o medo constante de programas que envolvam assassinos, terror etc., fico com muito medo disso ser trazido para dentro da minha vida e isso me dá muito medo mesmo, medo de não conseguir dormir a noite.

 

A partir disso, imagens de morte vêem na minha cabeça, eu consigo controlar muito bem isso para não sentir medo, mas estes pensamentos sempre voltam, eu gostaria que eles tivessem fim. Eu fico sozinho durante a semana. Eu sinto que estou desenvolvendo uma resistência a esses medos, e até estou me desafiando a voltar a assistir coisas que gostava antes e agora me dão medo. Dra., tenho muita vergonha de compartilhar coisas com meus pais, não sei se aceitariam bem, mas minha mãe também é bem legal para conversar, mas não consigo conversar com ela.

 

Dr.ª. poderia dar-me algumas dicas?

Obrigado.

 

 

Medo de morrer

 

 

Boa tarde Dr.ª Mariagrazia,

 

Tenho 37 anos, sou casado e 2 filhas de 5 anos. Não sei porque, mas tenho tanto medo de morrer e deixar minha família, medo de morrer e se esquecerem de mim. Amo muito minha família. Tenho medo da morte, fico pensando como vou morrer, se dói, se existe algo do outro lado. Tenho medo de envelhecer. Enfim, minha cabeça está muito confusa.

 

Você me ajuda por favor. Obrigado.

 

Dor da separação

 

 

Boa tarde doutora,

Venho lhe expor o meu caso que me faz bastante sofrer:

 

Tenho 34 anos e estive durante dez anos com um companheiro de quem tenho dois filhos, separei-me há pouco tempo mas desde aí (se calhar até antes) só penso na morte dele, mas pior também estou sempre a pensar na morte dos meus pais (sao pessoas saudáveis) mas no entanto estou regularmente a pensar nisso e a pensar que dificilmente conseguirei ultrapassar esse futuro... o que posso fazer para conseguir superar os meus medos?

 

Outra coisa... o meu ex companheiro não aceitou muito bem o nascimento do nosso segundo filho que foi planeado!... Apesar de lhe pedir explicações ele não mas da nem reconhece que inconscientemente talvez o tenha rejeitado...separamo-nos 4 meses depois do nascimento do nosso segundo filho...quando a nossa primeira filha nasceu ele foi um pai muito presente e para o segundo foi ignorando o filho, evitando o contacto com ele... não percebo!

 

Agradeço lhe desde já ter lido o meu mail e uma resposta que me possa ajudar...

Obrigada CD

 

 

 

Cara CD,

 

Separar de quem se ama ou de quem partilhamos parte de nossa vida e tivemos filhos  não é uma tarefa fácil. É uma parte da vida que encerra naquele momento e portanto é visto por nós psicólogos como um momento de luto, onde as dores da perda serão elaboradas até que se volte à normalidade. As emoções ficam mais expostas e a razão parece não existir.

 

Ficamos totalmente sem defesas e sem proteção. Perde-se a vontade de fazer qualquer coisa que seja por si mesmo, falta forças, desvalorizada, ou ainda desacreditada de ser merecedora de nada que a faça  sentir-se bem, como se houvesse uma culpa escondida pelo acontecimento ou uma enorme amargura pela injustiça, que equivocadamente sente ter sido vítima.

 

Com toda certeza é um momento de muita dor, são lembranças, projetos, sentimentos, realizações que terão que ficar para trás, que não farão mais parte da sua vida atual. É exatamente isso que dá a sensação de vazio, os planos desfeitos, os sonhos que jamais serão realizados, ao menos com quem se acreditou que seriam. Tudo isso acabou! Acabou o “nós” e é preciso de novo voltar a dizer “eu”.

 

Mas podemos, e devemos, fazer algo para que consigamos suportar esse momento tão difícil, que para a grande maioria dos seres humanos, parece não ter fim. É preciso fazer o luto da relação.

 

Assim estará pronta para recomeçar. É necessário também um comprometimento seu em querer superar e seguir o seu caminho, levando consigo a experiência enriquecedora, que a faz ser uma pessoa muito melhor do que antes. Acredite que viver é constantemente recomeçar. Só que agora será de uma forma diferente. Se transformará positivamente para novas relações, para ser mais feliz e conquistar tudo que desejar. Pode ter certeza! Se quiser, conseguirá!

 

O pensar na morte de pessoas que quer bem pode estar relacionado com o medo da solidão ou medo do sofrimento da perda. Uma das principais angústias do ser humano está relacionada com a morte. Pensar, na possibilidade deles morrerem, reflete a sua preocupação e uma maneira de elaborar a sua angústia.

 

O porquê do seu companheiro rejeitar o filho poderá estar relacionado com a zanga que tem de si e da separação e inconscientemente escolhe afastar-se como forma de proteção para o seu sofrimento ou como forma de “castigá-la” pela separação. Outra hipótese poderia ser o fato dele não o reconhecer como filho seu. Mas essas são hipóteses vagas, pois tenho muitos poucos dados para poder dar uma resposta.

 

Penso que com o tempo vai conseguir reconhecer o filho.

 

Separação sempre traz sofrimento mas com paciência e calma as coisas aos poucos se recompõem.

 

Pense nos seus filhos que precisam muito de si e viva a mãe e a mulher que é e abra-se para uma nova forma de ver, pensar, sentir e agir! Se puder, faça terapia! Isso ajudará muito, nesta e em outras questões!

 

Um grande abraço

 

Sonho e morte

 

 

Boa noite,

Sonhei que um homem disse que iria morrer aos 36anos e tenho 19, gostava de saber se o sonho quer dizer algo, espero que me possa ajudar,

Obrigado.

 

Os sonhos podem trazer diferentes símbolos e nos oferecem a principal via para interpretar o inconsciente. Sua linguagem caracteristicamente simbólica proporciona um desafio ao terapeuta. Os sonhos trazem do nosso inconsciente para a consciência, desejos reprimidos, “proibidos” ou recalcados. É através dos sonhos que temos a capacidade de vivenciar esses desejos.

 

Sonhar com morte pode ser assustador, mas o significado simbólico pode ser o desejo de se libertar emocionalmente de algo ou alguém ou ainda pode estar relacionado com algum desejo de mudança. 36 anos, pode simbolizar a idade que imagina que vai acontecer alguma coisa nova, alguma mudança na sua vida, ou algum objetivo realizado ou por realizar ou ainda uma meta a ser alcançada.

 

Tudo de bom