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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Teste de Depressão

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Teste de Auto Avaliação da Depressão ( de Zung)

 

 

Responda rapidamente sem reflectir muito e assinale a pontuação numa folha à parte.

 

1=nunca

2=às vezes

3=frequentemente

4=quase sempre

1. Sinto-me desanimado(a) deprimido(a) e triste.

 

2. De manhã é o momento em que eu me sinto melhor.

 

3. Tenho crises de choro ou me sinto como se estivesse a chorar.

 

4. Tenho problemas de sono durante a noite.

 

5. Continuo a comer tanto quanto comia anteriormente.

 

6. Ainda tenho prazer em ter relações sexuais.

 

7. Notei que estou perdendo peso.

 

  1. Tenho problemas de prisão de ventre.

 

  1. O meu coração bate mais depressa do que o costume.

 

  1. Canso-me sem motivo.

 

  1. A minha mente está tão lúcida quanto antigamente.

 

  1. Tenho facilidade em fazer as coisas que fazia anteriormente.

 

  1. Sou agitado(a) e não consigo ficar parado(a).

 

  1. Sou otimista quanto ao futuro.

 

  1. Sou mais irritável do que o usual.

 

  1. Tenho facilidade em tomar decisões.

 

  1. Sinto-me útil e necessário(a).

 

  1. Tenho uma vida muito intensa.

 

  1. Tenho a sensação de que seria melhor se eu morresse.

 

  1. Ainda gosto de fazer as coisas que fazia anteriormente.

 

Some os pontos obtidos e verifique o resultado relativo à sua ansiedade:

Entre 20 e 31 : baixa

Entre 32 e 43 : média baixa

Entre 44 e 55 : média

Entre 56 e 67 : média alta

Entre 68 e 80 : alta 

Teste de intimidade

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O professor de psicologia social da Universidade de Stony Brooks, Arthur Aron, elaborou um método para criar intimidade romântica, que segundo ele faz com que o casal se apaixone.

O experimento foi criado há mais de 20 anos e, na sua versão original, é feito em um laboratório, com um homem e uma mulher heterossexuais que se conhecem só na ocasião. Eles fazem uma série de perguntas um para o outro, durante cerca de 45 minutos, e depois ficam se encarando nos olhos, sem desviar o foco, por mais 4 minutos.

Escolha alguém que combine com você, e façam as perguntas um ao outro na sequência apresentada. Lembre-se de responder com honestidade

PRIMEIRA PARTE

1. Se pudesse escolher qualquer pessoa no mundo, quem você convidaria para jantar?
2. Gostaria de ser famoso? Como?
3. Antes de fazer uma ligação telefónica, você ensaia o que vai falar? Por quê?
4. Como seria um dia perfeito, para você?
5. Quando foi a última vez que cantou sozinho? E para alguém?
6. Se pudesse viver até os 90 anos e ter o corpo ou a mente de alguém de 30 durante os últimos 60 anos de sua vida, qual das duas opções escolheria?
7. Tem uma intuição secreta de como vai morrer?
8. Diga três coisas que acredita ter em comum com seu parceiro.
9. O que faz você se sentir agradecido na sua vida?
10. Se pudesse mudar algo no modo como foi educado, o que seria?
11. Use quatro minutos para contar a seu companheiro a história de sua vida.
12. Se amanhã você pudesse se levantar desfrutando de uma habilidade nova, qual seria?
13. Se uma bola de cristal pudesse contar a verdade sobre sua vida, o que você lhe perguntaria?
14. Há algo que há muito tempo deseja fazer? Por que ainda não fez?
15. Qual é a sua maior conquista?
16. O que mais valoriza em um amigo?
17. Qual é sua lembrança mais valiosa?
18. Qual é sua lembrança mais dolorosa?
19. Se você soubesse que vai morrer daqui a um ano de maneira repentina, mudaria algo em sua maneira de viver? Por quê?
20. O que significa a amizade para você?
21. Que importância têm o amor e o afeto em sua vida?
22. Compartilhem, de forma alternada, cinco características que consideram positivas em seu companheiro.
23. Sua família é próxima e carinhosa? Você acha que sua infância foi mais feliz que a dos demais?
24. Como se sente em relação a sua mãe?
25. Diga três frases usando o pronome “nós”.
26. Complete esta frase: “Gostaria de ter alguém com quem compartilhar...”.
27. Se fosse terminar sendo amigo íntimo de seu companheiro, divida com ele algo que seria importante que ele soubesse.
28. Diga a seu companheiro do que mais gostou nele. Seja muito honesto, e diga coisas que não diria a alguém que acaba de conhecer.
29. Divida com seu companheiro um momento embaraçoso de sua vida.
30. Quando foi a última vez que chorou na frente de alguém? E sozinho?
31. Conte a seu companheiro algo de que já gosta nele.
32. Há algo que seja tão sério a ponto de não ser adequado fazer piadas a respeito?
33. Se fosse morrer esta noite, sem a possibilidade de falar com ninguém, o que você lamentaria não ter dito a uma pessoa? Por que não disse até agora?
34. Sua casa está pegando fogo, com todas as suas coisas dentro. Depois de salvar seus entes queridos e seus bichos de estimação, sobra tempo para fazer uma última incursão e salvar um único objeto. Qual você escolheria? Por quê?
35. De todas as pessoas que formam sua família, qual morte seria mais dolorosa para você? Por quê?
36. Divida um problema pessoal e peça a seu companheiro que diga como ele teria agido para solucioná-lo. Pergunte também como ele acha que você se sente em relação ao problema que contou.

SEGUNDA PARTE
Ajuste o cronômetro para tocar daqui a quatro minutos, e passem o tempo se olhando, olho no olho. Boa sorte!

 

Sobre mães

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O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.

 

Ser mãe não é fácil, ser filha ainda menos, e há maus momentos entre todas as mães e filhas, tal como há em todos os casamentos. Há mães esporadicamente difíceis (todas). E também há as mães consistentemente difíceis. A filha de uma Mãe Difícil tem sempre a esperança de que as coisas mudem. Com uma mãe narcisista, isto nunca acontece. A narrativa dela rejeita a mudança, o tempo, e os outros.

A narcisista é um dos ‘tipos’ de mãe difícil. Uma mãe difícil é mais do que uma pessoa com quem temos problemas de vez em quando. Uma mãe difícil põe a filha perante um grave dilema: ou desenvolve mecanismos complexos e autocastradores para manter a relação com a mãe, com grandes custos para a filha em termos de autoestima, relação e valores, ou arrisca-se a sofrer humilhações, desaprovação e rejeição.

 

Algumas mães podem ser tóxicas.

As mães tóxicas oferecem um amor imaturo aos seus filhos. Projetam sobre eles suas inseguranças para se reafirmar e, assim, obter um maior controle sobre suas vidas e a de seus filhos.

Por mais que pareça estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.

Para lidar com uma mãe tóxica é preciso estar consciente para quebrar o ciclo de toxicidade.

Viver para ser feliz, exige dizer “não”, colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.

 

Agradecemos às boas mães, pelo milagre da vida, pelo amor incondicional, pelo esforço, pelo cuidado, pelo carinho e proteção.

Teste de Dependência da Internet

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Teste de Dependência da Internet

"Internet Addiction Test (IAT)"

Para avaliar o seu nível de dependência, atribua à resposta a cada pergunta o valor adequado segundo a seguinte escala:

1 - Raramente
2 – Ocasionalmente
3 – Frequentemente
4 – Quase Sempre
5 – Sempre
0 – Não se aplica

 

1. Está ligado à Internet mais tempo do que pretendia?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3  4 5 0

2. Negligencia tarefas domésticas para passar mais tempo ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica



1 2 3  45 0

3. Prefere a excitação da Internet à intimidade com o seu parceiro?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

4. Estabelece novas relações com outros utilizadores na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

5. As pessoas próximas de si se queixam sobre o tempo que passa ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

6. Os seus afazeres são alterados devido ao tempo que passa ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

7. Verifica o correio electrónico antes de qualquer outra coisa que precise de fazer?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

8. O seu desempenho ou produtividade no trabalho sofrem devido à Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica



1 2 3 4 5 0

9. Tem uma atitude defensiva ou de secretismo quando alguém lhe pergunta o que está a fazer na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica



1 2 3 4 5 0

10. Bloqueia os pensamentos perturbantes sobre a sua vida com pensamentos reconfortantes da Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

11. Se encontra a desejar voltar a estar ligado à Internet novamente?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

12. Tem receio de que a vida sem Internet seja aborrecida, vazia e sem alegria?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

13. Refila, grita ou fica irritado(a) se alguém o(a) incomoda enquanto está na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

14. Perde o sono devido a estar na Internet até muito tarde?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

15. Fica preocupado com a Internet quando não está ligado ou fantasia com estar na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

16. Dá por si a dizer “só mais uns minutos” quando está na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

17. Tenta reduzir a quantidade de tempo que passa na Internet e não consegue?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

18. Tenta esconder a quantidade de tempo que passou na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

19. Escolhe passar mais tempo na Internet em detrimento de sair com outras pessoas?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

20. Se sente deprimido(a), instável ou nervoso(a) quando não está  na Internet e isso desaparece quando volta a estar ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

 

Pontuação: some todos os pontos e anote o Resultado.

Quanto mais alta a pontuação for, maior é o nível de dependência e os problemas que o uso da Internet provoca.

Segue a escala geral para ajudar a medir a sua pontuação:

 

0-19 pontos: Você é um utilizador pouco frequente e tem controle do seu tempo de utilização da internet.

 
20-49 pontos: Você é um utilizador médio. Por vezes poderá até navegar na Internet um pouco demais, no entanto, tem controlo sobre a sua utilização.

50-79 pontos: Você está a ter problemas ocasionais ou frequentes devido ao uso da Internet. Deve considerar o verdadeiro impacto de estar ligado à Internet na sua vida.

80-100 pontos: A utilização da Internet está a causar problemas significativos na sua vida. Deve avaliar o impacto da Internet e lidar com os problemas causados directamente pela sua utilização da mesma.

 

 

fonte: Dra. Kimberly Young

Bullying e saúde

 

Bullying e saúde psicológica

 

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Com o regresso às aulas é importante que os pais e educadores estejam atentos a sinais de bulllying .

O bullying é um comportamento intencionalmente agressivo e humilhante, que ocorre repetidamente e que pode incluir ameaçar, espalhar boatos, atacar alguém fisicamente (bater, arranhar, cuspir, roubar ou partir objectos) ou verbalmente (chamar nomes, provocar, dizer às outras crianças para não serem amigas de uma delas, fazer troça) ou excluir alguém do grupo propositadamente.

 

Sinais observados com maior frequência nas vítimas de bullying:

• O estudante prefere ficar trancado no quarto a sair com os amigos
• Ele raramente é convidado para uma festa da escola
• Seu desempenho escolar apresenta piora
• Pede ao pais que o troquem de escola sem uma razão convincente
• Antes de ir à escola, transpira muito e tem dores de barriga ou de cabeça
• Ele manifesta o desejo de mudar algo em sua aparência

 

Encoraje o seu filho a expressar os seus sentimentos, a dizer “não” quando se sente desconfortável ou pressionado, a não reagir com violência, mas a abandonar as situações em que se sinta em perigo e a pedir ajuda.

 

Alguma ansiedade no início do ano escolar é normal e passa após os primeiros dias ou semanas. No entanto, se o seu filho continua ansioso ou triste, procure ajuda profissional. A criança tem que estar alegre e bem disposta para crescer saudável física e psicologicamente.

Violência contra as Mulheres

 

 

 

A violência contra as mulheres, o fosso salarial e as dificuldades em conciliar vida privada e actividade profissional são as desigualdades de género que mais preocupam os portugueses,

 

É quase sempre entre as paredes domésticas, no relacionamento com o marido ou companheiro ou ex, e cada vez mais frequentemente na frente dos filhos, que se tornam testemunhas aterrorizados, que, por sua vez, se tornam os algozes. A violência contra as mulheres é um fenómeno que não diminui no mundo. A dependência económica resulta em um fator determinante tanto na expressão da violência de genero através de fortes restrições económicas e uma gestão completa de dinheiro por parte do parceiro, quanto em tornar ainda mais difícil, se não impossível para a mulher sair do contexto violento.

 

Segundo estudos recentes o autor é o marido (48%), o parceiro (12%) ou ex-(23%), um homem entre 35 e 54 anos (61%), empregado ((21%), educado (46 % média superior e superior 19%). Ele faz uso particular de álcool ou drogas (63%). Em suma, um homem "normal".

 

Assim como normal é a vítima, uma mulher de 35 anos e 54 anos, com ensino secundário (53%) ou licenciatura (22%), empregada (20%) ou desempregada (19%) ou doméstica (16%), com filhos (82%). A maioria da violência continua a acontecer em casa, em um relacionamento sentimental (84%), em uma família "normal".

 

Além disso, a preocupação de não ser capaz de sustentar financeiramente os filhos torna-se na corrente que obriga a mulher a permanecer na violência e somente quando essas crianças colocam-se entre a mãe e o violentador na tentativa de defesa ou quando ambos estão diretamente envolvidos em ações violentas, a mulher encontra a motivação e a coragem para assumir o risco e fugir.

 

A situação é agravada no caso de convivência (chega atualmente a 37%) pela falta de leis que a protegem. Sobe de 13% para 18% a proporção de mulheres que admitem a fraqueza como uma motivação que tem levado por anos (1-5 anos: 35%, de 5 a 20 anos: 34% e acima de 20 anos: 12%) perdurar a situação de violência: a mulher finalmente começa a reconhecer o dano da violência vivida. Durante as consultas as mulheres afirmam ter percebido que a perda de auto-estima e insegurança que sentem são um resultado direto de anos de perseguição e humilhação. Também diminui de 14% para 11% a convicção de tolerar a violência do amor.

 

Segundo os últimos relatórios, o ato violento nunca é isolado , mas é constante e continuo e não termina com o fim do relacionamento, continua através de uma atitude persecutória do parceiro( satalking).

 

Em 55% dos casos, os maus tratos ocorrem apenas em casa, permanecendo desconhecida para o mundo exterior (amigos, parentes e colegas). A violência física aumenta de 18% para 22%, mas sempre é acompanhada de violência psicológica, com ameaças e violência económica.

Talvez o fato mais impressionante é chamado de "violência presenciada”, um fenómeno que sem uma ajuda especializada, as crianças menores já começam a vida adulta com uma bagagem de problemas comportamentais e psicológicos até desenvolvimento de transtornos dissociativos e de personalidade.

 

Além disso, crescer em um ambiente violento significa assimilar uma modalidade de relacionamento de violência, que tenderá a se repetir nos seus próprios relacionamentos amorosos quando adultos. 40 % das mulheres afirmam que na família de origem de parceiros violentos,- houve comportamento violento.

 

É preciso respeito pelas mulheres e acima de tudo que as pessoas comecem a entender que os direitos das mulheres precisam ser respeitados.

 

 “Se você educar um homem, educa um indivíduo; mas, se educar uma mulher, educa uma família”.

 Charles Mclver (1860-1906)

Carnaval e origem

 

 

 

 

A origem do carnaval é um assunto controverso. Alguns historiadores associam o começo das festas carnavalescas aos cultos feitos pelos antigos para louvar boas colheitas agrárias, dez mil anos antes de Cristo. Já outros dizem que seu início teria acontecido mais tarde, no Egito, em homenagem à deusa Ísis e ao Touro Apis, com danças, festas e pessoas mascaradas. Há quem atribua o início do carnaval aos gregos que festejavam a celebração da volta da primavera e aos cultos ao Deus Dionísio. E outros ainda falam da Roma Antiga com seus bacanais, saturnais e lupercais, em honra aos deuses Baco, Saturno e Pã.

 

A origem das festas carnavalescas não tem como ser precisamente estabelecida, mas deve estar relacionada aos cultos agrários, às festas egípcias e, mais tarde ao culto a Dionísio, ritual que acontecia na Grécia, entre os anos 605 e 527 a.C.

Uma coisa, porém é comum: o carnaval tem sua história, como todas as grandes festas, ligada a fenómenos astronómicos ou da natureza. O carnaval se carateriza por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas.

 

A palavra carnaval também apresenta diversas versões e não há unanimidade entre os estudiosos. Há quem defenda que o termo carnaval deriva de “carne vale” (adeus carne!) ou de “carnem levare” (supressão da carne). Esta interpretação da origem etimológica da palavra remete-nos ao início do período da Quaresma que era, em sua origem, um período de reflexão espiritual e também uma época de privação de certos alimentos, dentre os quais, a carne.

 

Outra interpretação para a etimologia da palavra é a de que esta derive de “currus navalis”, expressão anterior ao Cristianismo e que significa carro naval. Esta interpretação baseia-se nas diversões próprias do começo da primavera, com cortejos marítimos ou carros alegóricos em forma de barco, tanto na Grécia como em Roma.

 

Embora não saibamos ao certo a origem dessa celebração, o Carnaval é uma festa que celebra a vida e a alegria.

 

Empatia, Heinz Kohut