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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Dúvidas sobre sexualidade

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Olá, meu nome é D. Tenho 22 anos. Recentemente tenho dúvidas sobre minha sexualidade. Já "namorei" sete garotos, o mais longo foi o sétimo que durou um mês, desde então não me envolvi com mais ninguém. Eu não gostava que eles me tocassem, "ainda não gosto", beijava sem vontade. Até uns meses atrás eu não tinha dívidas sobre minha sexualidade "Eu achava que tinha algum problema comigo. Que eu era uma “frigideira que nunca encontraria uma tampa”, até assistir uma série americana, as dúvidas começaram a surgir. Então "voltei ao passado". Eu tinha sete anos quando dei meu primeiro beijo, com uma menina mais velha, foi estranho, mas não recuei, sim eu me lembro de tudo, mas até então nunca tinha pensado sobre isso.

Outro fato, sempre gostei de brincar com meus irmãos de carrinho, boneco e luta. Nunca brincava com minha irmã, preferia ser o "marido" da minha prima, nos compartilhávamos tudo. Aos quinze ela veio morar com minha família. Nossa relação era bem difícil, às vezes estávamos bem, às vezes não.

Lembro que ficava com raiva quando ela me deixava por outra pessoa "amiga ou namorado" mas eu associava esse 'cisma' ao imenso amor que sentia por ela. Algumas colegas de classe também entram nessa lista. Não gosto de saia ou vestido, maquiagem, apenas um gloss e um delineador para sair, em casa calções largos e blusas de manga masculinas. Um fato que minha irmã sempre chamou a atenção, mais eu nunca parava para pensar. Nunca tive nada além do beijo aos sete com uma menina. Mas já fiz sexo com um rapaz e em nenhum momento tive desejo, por isso pensava existir algum problema comigo... Mas com tudo isso não sei se sou lésbica. Não tenho coragem de testar. Outra coisa eu sou bem tímida com estranhos, quieta, não gosto de sair.

 

Cara D.,

Provavelmente está a passar por um momento de crise de orientação sexual.

A orientação sexual refere-se à direção ou à inclinação do desejo afetivo e erótico de cada pessoa. De maneira simplificada, pode-se afirmar que esse desejo, ao direcionar-se, pode ter como único ou principal objeto pessoas do sexo oposto (heterossexualidade), pessoas do mesmo sexo (homossexualidade) ou de ambos os sexos (bissexualidade).

 

É importante lembrar também que não nascemos com uma orientação sexual definida, pronta, acabada. Pelo contrário, ao longo da vida vamos aprendendo e nos identificando com diferentes formas de vivenciar nossos desejos de uma forma mais fixa ou mais flexível, conforme as experiências vividas por cada pessoa.

 

O importante é não forçar uma definição de identidade, mas deixar fluir seus sentimentos e vai ver que vai encontrar o seu caminho sexual.

Abs,

Infidelidade e violência

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Boa noite Dra. Espero que esteja bem. Escrevo-lhe pelo seguinte sou médica e tenho 30 anos, 1 filha de 3 anos e sou casada a 4 anos com homem de 36 anos. Nos conhecemos há 10 anos. Desde namoro que temos problemas de compatibilidade e no casamento estamos sempre com brigas.

E sempre foi muito desleixado, uma pessoa que não pensa no futuro, sempre tive ser eu a lutar pelo nosso futuro. Ele tem ensino médio, sempre lhe incentivei a fazer faculdade, ele sempre me disse que iria fazer é até hoje nada.

Gosta de consumir bebidas alcoólicas e sempre gostou de chegar de madrugada em casa, e isso sempre me deixou triste motivo de várias discussões nossas e melhorou um pouquinho.

A casa onde moramos é minha e o carro que ele conduz também é meu. E ajuda pouco ou quase nada com as despesas de casa e da nossa filha é preciso muita discussão.

Quase nunca saímos juntos sozinhos para passear, assistir cinema. Ele prefere ir beber com os amigos e deixar-nos em casa sozinha ou na casa da mãe dele.

Apaixonei por outro homem, que partilha e entende os meus problemas, e a nossa química sexual é muito maior.

Meu marido descobriu e ficou chamando-me nomes durante um tempo, pedi perdão e ele diz que me tem perdoado. E deixei o meu amante. A verdade é que 4 meses depois por uma mensagem que não tem nada a ver com meu ex amante ele me agrediu violentamente, ao ponto de ir parar a polícia e todos vizinhos do prédio acordarem.

Estou na casa dos meus pais e pedi a ele para sair da minha casa, deixar meu carro e me dar o divórcio. Ele diz que me ama precisa que eu o perdoe e volte para casa, já passa 1 mês e eu não quero, não me sinto feliz ao lado dele. Nem sinto prazer em estar com ele. Sinto-me explorada por ele.

Que faço ajude me por favor??

 

Cara Maria ,

 

A minha indicação é para fazerem uma terapia de casal. Entre os principais motivos que levam os casais a recorrer à terapia, destacam-se as dificuldades de comunicação, o desinteresse sexual, os conflitos, como por exemplo, na gestão da parentalidade ou em relação às famílias de origem.

 

Durante a terapia, o casal aprende a conhecer melhor o outro, a falar dos seus problemas de forma positiva, sem críticas, sem preconceitos e a compreender o tipo de dinâmica que têm e o que os leva a entrarem sistematicamente em conflito. A comunicação é o maior problema de muitos casamentos. E é por isso que é importante a intervenção de alguém que promova o diálogo aberto, mas sem ofensas.

 

Relacionamentos não nascem prontos, toda relação tem que ser continuamente construída e é preciso ter respeito, reconhecimento, responsabilidade e recreatividade . A cotidianidade exige maturidade para administrar conflitos e ao mesmo tempo deixar espaço para o lúdico, para o amor e para o sonho.

 

E tanto um como outro não estiveram a construir juntos, pelo contrário estão a seguir caminhos opostos com toda consequência que essa postura possa trazer: infidelidade, violência, programas individuais e agora é tempo de rever a relação para decidirem se há possibilidade de recuperação ou se o divórcio é a solução.

Um abraço

Filha e sexualidade

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Boa tarde Dra.

Meu nome é Ana, tenho 37 anos e uma filha de 08 anos. Ultimamente ela tem pensado muito em sexo, já pequei ela algumas vezes se masturbando, mas não tive reação, fingi que não percebi. Porém, ela tem-se sentido culpada e vem falar-me as coisas que pensa e que sente, está com a sexualidade muito aflorada, pensa muito em namoro, em beijos, colegas sem roupa, e ela me fala que é feio mas ela não consegue parar de pensar...

 

Não sei como agir, falo  pra ela tentar distrair a cebecinha que esses pensamentos vão embora, mas ela fala que não consegue e não sei como ajudá-la, mas estou sentindo que essas coisas e esses pensamentos a estão deixando depressiva.

Por favor, me oriente. Obrigada

 

Cara Ana,

Ter curiosidade sexual nessa idade é normal. Fale com ela naturalmente respondendo as perguntas sem dizer que é feio, mas diga que são questões normais que surgem com a curiosidade sobre sexo e que pode sempre falar consigo quando tiver alguma dúvida. O que ela precisa é satisfazer essa curiosidade sem sentir-se culpada. 

 As respostas devem ser simples e claras, não havendo necessidade de responder além do que lhe for perguntado. Dar respostas insuficientes faz com que a criança pergunte mais e mais . Dar respostas extensas demais não é indicado, é preciso buscar respostas de acordo com o que a criança for solicitando.

Poderia comprar um livro para a ajudar a falar de sexo com ela.

 

Tudo de bom

Dispareunia - Dor na relação sexual

 

 

O Papel da Qualidade da Relação e da Resposta do Parceiro na Dor Sexual Feminina

 

Encontra-se neste momento a decorrer um estudo online intitulado "O Papel da Qualidade da Relação e da Resposta do Parceiro na Dor Sexual Feminina ", integrado no Projeto de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde da Mestranda Lisete Ferreira. Inserido no SexLab (Centro de Investigação em Sexualidade Humana), da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, este é um estudo que se encontra sob a orientação do Prof. Dr. Pedro Nobre e da Prof. Dra. Cátia Oliveira. 

 

O presente estudo tem como principal objetivo avaliar as dimensões relacional e sexual na vivência da dor sexual feminina, em casais heterossexuais. Para este fim, solicitamos a participação de casais dos 18 aos 75 anos de idade, em que a mulher apresente um quadro de dor sexual.

 

Para participar basta seleccionar o respectivo link:

 

Mulher com dor sexual:

http://www.fpce.up.pt/limesurvey/index.php?sid=57397&lang=pt

 

Respetivo companheiro:

http://www.fpce.up.pt/limesurvey/index.php?sid=88496&lang=pt

 

Todos os questionários são completamente anónimos, não sendo pedidos dados que possam identificar as pessoas que a eles respondam.

 

Qualquer tipo de informação adicional poderá ser solicitada através do email lisete.ferreira15@gmail.com.

 

Agradecemos desde já a sua participação.

Furto adolescente

 

 

 

Olá, boa tarde. Gostaria que, enquanto especialista na área de educação para adolescentes nos ajude, por favor.

 

Meu filho, um adolescente de 16 anos, se envolveu em uma situação que jamais esperávamos. Aproximadamente há 1 mês, na aula de educação física, um colega dele, muito conhecido por nós, pediu insistentemente que ele pegasse o aparelho celular de outra colega. Meu filho então se apossou do aparelho. Após a colega constatar a falta do celular levou o caso à diretoria. Depois que os diretores pressionaram alguns alunos, meu filho, chamou um deles e confessou o ocorrido, devolvendo o aparelho, dizendo-se muito arrependido. Conforme relato do diretor, meu filho seria o último suspeito, pois sempre viu nele um adolescente estruturado.

 

 

Para piorar a situação, havia no celular da colega de sala um vídeo erótico, e meu filho o repassou para frente, para vários amigos, inclusive criando uma conta para isto. Estamos arrasados, eu e meu esposo, pois nosso filho sempre foi uma ótima pessoa, apesar de alguns desentendimentos normais desta fase. Confiscamos o aparelho celular dele e retiramos todo seu acesso às redes sociais, até mesmo acesso ao e-mail. Não sabemos o que fazer. Ele (filho) não soube dizer exatamente o que o levou a fazer isto. Por favor, nos oriente o que mais devemos fazer. O que será que o levou a agir desta forma?

 

Desde já agradecemos pela atenção.

 

 

Cara mãe,

 

Os adolescentes estão na idade de fazerem as suas próprias experiências para conquistar a sua própria autonomia. Não se inquiete. O importante é que seu filho confessou e se arrependeu. O que aconteceu, foi um comportamento de grupo, movido pelo prazer de burlar uma regra ou por representar uma demonstração de poder sobre a autoridade (professores, pais, diretores).

 

Nesse caso, a melhor atitude a ser tomada é os pais e professores agirem  de maneira clara, mostrando ao adolescente as consequências de seus atos, para que ele aprenda a forma adequada de agir.

 

Também é neste período que se dá um aumento do interesse sexual e o vídeo erótico corrobora essa curiosidade.

 

De qualquer maneira é essencial na educação do adolescente o estabelecimento de normas e limites, pois essas obrigações lhes transmitem segurança. A melhor maneira de criar um adulto desorientado e inseguro é fazê-lo crescer num ambiente familiar caótico, em que tudo é imprevisível e não se sabe direito o que é certo e o que é errado.

 

Bons pais criam um ambiente familiar que favorece o equilíbrio emocional e os elementos associados a ele como a honestidade, empatia e a autoconfiança e a gentileza e a alegria de viver. A combinação disso tudo produz pessoas com curiosidade intelectual, motivação para aprender, se desenvolver e vontade de produzir e se socializar de forma sadia, longe das drogas e do álcool.

 

Penso que não precisa ser muito dura nos castigos. É sempre bom lembrar que o objetivo, tanto dos pais quanto da escola, deve ser educativo, visando o bem-estar do adolescente e não à pura e simples punição do ato.

 

De qualquer maneira penso que essa experiência  irá deixá-lo mais maduro e mais responsável, ainda mais que sempre foi uma ótima pessoa.

 

Se mesmo assim algum evento desse tipo voltar a se repetir, será preciso um acompanhamento psicológico, tanto para ajudar o seu filho, como também os pais a lidarem melhor com a situação.

 

Tudo de bom

 

 

 

Dúvida sexual

 

Olá Dr.ª. 

 

Gostaria que me desse a sua opinião relativamente a uma situação com a qual me enfrentei há duas semanas e que mexeu comigo.

Sou uma pessoa bastante ansiosa e tenho 25 anos. Curiosamente, trabalho na área da Saúde e adoro o que faço. Sou Enfermeira e há cerca de duas semanas, uma colega de trabalho, auxiliar, pediu-me que lhe dispensasse medicação para dormir (prescrita pelo seu médico). Dado que era uma sexta-feira, dispensei-lhe a medicação para o fim-de-semana, com a bela intenção de a ajudar. Fui fazer o meu trabalho e quando chego à minha sala, a minha colega tinha deixado o seu número de telefone escrito num papelinho. Achei estranho, mas nem liguei. O fim-de-semana passou. Chegámos a segunda-feira, estava ao serviço, quando recebo uma chamada da mesma auxiliar, querendo falar comigo. Como eu estava ocupada, ela deixou de novo o seu número para que eu a contactasse. Pensando que ela necessitava de ajuda para algo, liguei-lhe mais tarde. Para meu espanto, sou confrontada com a seguinte pergunta: "Estás interessada em mim e andas a tentar seduzir-me?". Devolvo a resposta: "Não, mas porque perguntas isso?". E ela responde-me dizendo que eu havia sido muito simpática, que quando a cumprimentei quase a beijei na boca e que lhe toquei no braço, tendo ela interpretado aqueles gestos, como sinais "sexuais". Expliquei-lhe que era uma impressão, que não tive essa atitude, uma vez que nunca tive qualquer interesse por mulheres, e que inclusive tinha um namorado de quem gostava muito. Aproveitei para esclarecer que, habitualmente, quando posso ajudar, faço-o com toda a prestabilidade e simpatia. 

 

No dia seguinte, terça-feira, recebo uma mensagem da senhora no meu telemóvel, a dizer que se porventura estivesse interessada, que ela estaria a fim de tentar algo. Novamente, respondi dizendo que não estava minimamente interessada nas suas propostas e que parasse de me procurar. Recebo de volta uma chamada telefónica, mas desta vez pedindo-me desculpas, a dizer que tinha confundido as coisas e que não queria que reagisse com ela de forma diferente. Fiquei tão irritada e ansiosa com a persistência dela, que falei-lhe de uma forma menos agradável e corri a contar a história à minha chefe, para que não a pusesse mais a trabalhar comigo. 

 

Pensando que o assunto teria ficado enterrado por aqui, aquela situação incomodou-me de tal forma, fiquei tão chocada, que fiquei a pensar e a cismar durante este tempo todo, chegando mesmo a colocar-me em questão se realmente, demonstrei algo (mesmo que inconscientemente) ou se teria algum interesse por mulheres. Neste momento já estou mais tranquila, mas andei este tempo todo a "observar" mulheres, para ver se me despertava alguma sensação. Acha normal ter ficado tão chocada com este pequeno "assédio"? Pensava que poderia encarar as coisas de uma forma mais natural... Parece que moralmente, não encaro bem este tipo de situações e não percebi o porquê de ter tido este pensamento de "será que tenho algum interesse em mulheres?", quando no fundo foi a senhora que interpretou as coisas à sua maneira. 

 

Obrigada,

 

A.

 

Cara A.,

 

O assédio funciona como uso do constrangimento do outro em uma disputa pessoal.

 

Dentro das empresas, esse recurso pode ser usado para a obtenção de prémios de trabalho ou na conquista de um cargo.

 

Certamente o que aconteceu consigo a deixou constrangida, chocada e humilhada, por não estar preparada para um assédio homossexual, por não estar à espera da reação dela e por ter agido inocentemente sem nenhuma pretensão de sedução.

 

A dúvida se estaria interessada em mulheres, pode ter surgido pela sua própria inocência e talvez pela sua pouca experiência sexual.

Mas não se deixe abater com os pensamentos, refletir nunca fez mal a ninguém e ajuda a perceber melhor a vida e o mundo.

 

Viva a sua sexualidade com naturalidade e abra a sua mente para as vicissitudes normais da vida.

 

Fique bem

Excesso de desejo sexual

Paula Rego

Tenho 45 anos e há dois meses que ando com uma pessoa, com quem sinto a mais perfeita sintonia. Estamos muito apaixonados e damo-nos bem. Tive uma relação muito longa e outra mais breve, antes.
 
Acontece que o meu desejo sexual é muito intenso e perturba-me. Fazemos amor sempre que podemos, 3/4 vezes por semana, mas isso parece não me chegar, acordo de manhã sempre com a libido muito excitada e ele não quer que eu me masturbe, para desfrutar em pleno. Como quando era mais jovem não sentia tanto desejo sexual, acho estranho este apetite agora. Será que há alguma disfuncionalidade ou isto é normal? Devo procurar apoio? Ele não se queixa nada e gosta que eu seja assim, mas eu começo a ficar perturbada.
 
Com os melhores cumprimentos,
M.

 

Dificuldade de ejaculação

Marc Chagall

Tenho 47 anos de idade e tenho uma vida sexual activa. Há um tempo a esta parte tenho tido dificuldades de ejaculação porque demora bastante e quando acontece sai pouco esperma.

 

 

Dúvida sobre sexualidade

Tenho 24 anos. Sempre sofri com a dúvida gritante sobre a minha sexualidade: sinto atracção por mulheres desde os meus 17 anos. Foi quando eu comecei a namorar uma mulher e me senti “encontrada”. Porém, de forma brusca, o namoro não deu certo, por parte da outra pessoa, e fiquei muito deprimida. Neste período, reencontrei um amigo meu de infância, o qual eu havia sido muito apaixonada. Acabei saindo com ele para provar também o “outro lado” e não senti muita coisa. Nada de borboletas do estômago, apenas aquela empolgação de saber que eu agora podia comparar um a outro (homem e mulher). Foi bom, mas nada demais.
 
Continuei saindo com ele e nosso relacionamento se tornou doentio, pois quando ele ficou sabendo da minha atracção por mulheres, quis se aproveitar disso (mesmo eu dizendo para ele nunca tentar me convencer a algo a três, pois com certeza ele ficaria de lado, pois minha atracção é muito maior por mulher do que para homem). Na verdade, a minha única atracção por homem em toda a minha vida foi apenas por ele. Mesmo assim, mantivemos um relacionamento “semiaberto” onde eu saia com outras mulheres na frente dele e vice-versa. O ponto é que eu sempre sofria mais com o ciúmes de vê-lo com outra mulher. Enquanto que o contrário era uma questão de egoísmo por ser uma forma de se divertir com o tal “desejo secreto de todos os homens”.
 
Brigávamos muito até que conheci uma mulher que fiquei apaixonada e resolvi terminar com meu namorado para ficar com ela. Porém, por medo, a mulher por quem me apaixonei não quis se envolver por vários outros factores (ainda namorava e estava em crise com sua sexualidade) e então eu voltei para o meu namorado. Nesse período resolvemos casar, talvez por acreditar que isso salvaria tudo. Casamos no começo do ano, depois de 4 anos de relacionamento. 4 meses depois do casamento eu conheci uma mulher que realmente mexeu comigo. Essa mulher conheci numa balada em que eu estava com o meu marido. Eles ficaram e depois eu fiquei com ela. O ponto é que a paixão foi tão violenta que eu saí de casa para ficar com ela. Estou namorando com ela, mas ainda não me divorciei legalmente. A família não sabe o que aconteceu e julga a mim como a mais irresponsável de todas as mulheres nessa vida.
 
Entre muitos conflitos, tomei uma dose exagerada de calmantes, comecei a fazer análise e sofro em aceitar esse divórcio, pois o meu marido ainda deseja voltar comigo e me sinto muito culpada por fazê-lo sofrer. Sofro de uma tristeza inexplicável e mesmo eu não tendo atracção alguma por ele, sinto que devo me punir em ficar com ele, pois eu o fiz sofrer. Eu amo a minha namorada, mas tenho medo de ficar “sem chão”, caso eu realmente decida ficar com ela, pois vou ter que trabalhar mais, viver de aluguel, morar numa kit, perder o luxo todo que eu tinha e a protecção da minha família, pois eles não aceitariam nada do género.
 
Não sei o que faço....

Dificuldade de aproximação

  

 

 Olá, gostava que me ajudasse sff, o meu problema é o seguinte: tenho algumas dificuldades de aproximação às mulheres porque já tive duas rejeições de mulheres que gostava.

Desde que comecei a ter Internet passei a ver muitos filmes pornográficos.

Eu, também me ponho a imaginar relacionamentos com todas as raparigas bonitas que passam na rua. Muitas vezes até quero conhecer algumas raparigas que são do meu interesse mas não sei que palavras dizer?

A Dr.ª pode-me sff enviar o tipo de frases de abordagem que devo dizer? Sem outro assunto, assim me despeço, aguardando rapidamente ainda esta semana, a sua resposta.

Bom ano 2008.