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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Ouvir frase

 

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Olá Dra. Boa noite. Tenho uma pergunta tenho 46 anos e desde a minha adolescência escuto a mesma frase! Tá com saudades de mim?

A frase por si só me é estranha, porém não existe estado emocional nem lugar pra ouvir, a não ser pelo fato de que eu sempre estou só sem amigos ou familiares junto comigo. Às vezes, nem ligo, outra me encabula, porque de eu ouvir sempre esta pessoa me perguntando isso?

 

Cara Leitora,

Essa pergunta está dentro da sua mente. Muitas vezes, é uma alucinação auditiva interna. As alucinações auditivas seriam um sinal de que a “voz interior” está ocupada, cuidando das próprias necessidades.

Talvez signifique que esteja a sentir saudades de tempos passados ou esteja com saudades de alguém que não encontra há muito tempo. Tente perceber do que é que sente falta e se reaproximar. Pode ser que seja uma dica para preencher a sua solidão retomando amizades perdidas ao longo do tempo ou reaproximando familiares ou até mesmo esteja a evidenciar um afastamento da sua criança interior.

Tente algum movimento no sentido de se reaproximar de pessoas ou coisas que já fez e que deixou de fazer ou mesmo de cuidar de sua criança interior, que ajuda na alegria de viver!

 

Só podemos mudar algo quando conseguimos reconhecer alguns padrões em nossa vida.

 

"Em todo adulto espreita uma criança, uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita cuidado, atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa". (Carl G. Jung)

Rapariga feia

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Boas. Vou aqui contar pelo que estou passando. 

 

Eu sempre fui a rapariga feia que ninguém queria, e que todos usavam. Sempre fui vítima de Bullying. 

Nunca consegui superar isso, até hoje tudo continua dentro de mim, como se tivesse ocorrido a pouco tempo, e nem consigo encarar quem me fez isso. Apenas faço como se isso nunca me tivesse afectado, mas é mentira isso tudo continua bem vivo dentro de mim. Mas nunca consegui contar isso a ninguém, porque as pessoas iriam dizer que eu estaria a exagerar. 

Com os meus 15 anos, conheci um amigo do meu irmão, e apaixonei-me, ficamos amigos, e acabamos por começar a namorar. Namoramos 3 semanas, nessas três semanas, tivemos 3 vezes juntos, porque ele não era de perto de mim, essas semanas foram boas, nunca tínhamos discutido, era perfeito e eu acreditava em tudo o que ele me dizia. Era muito inocente. A última vez que tivemos juntos eu apresentei-o à minha melhor amiga, e a partir daí tudo mudou. Ele começou a mandar mensagens a minha melhor amiga, mas eu nem desconfiava de nada. Ele acabou comigo no dia dos namorados, e eu fiquei devastada. Mas já me estava habituando à situação e ele quis entrar na minha vida de novo, mas eu não queria mais cometer outro erro, e disse que não queria, e ele chantageou me e eu sofri, mas não liguei. 7 meses depois voltou me a chatear a dizer que me queria de volta, mas eu recusei novamente. 1 ano depois de termos namorado, uma amiga veio me contar que a minha melhor amiga, tinha dormido com o meu namorado. E eu parva no dia em que dormiram juntos, ajudei-a a arrumar o quarto para eles fazerem sexo, mas eu não sabia que era com ele. Quando soube disso, afastei me de ambos, e agora já não dirijo mais a palavra a essa amiga, mas com ele, voltei a falar e dei lhe mais 9 oportunidades, e todas elas ele desperdiçou.

 

Sofri muito, chorei muito, por muitas vezes pensei em me matar, mas arranjava forças e conseguia superar, e quando isso acontecia ele voltava de novo, para me deitar a baixo. Na segunda vez que namoramos, eu já não confiava nele. Um fim-de-semana ele foi a uma festa, e levou o fim-de-semana todo me ignorando. E eu acabei cometendo o maior erro da minha vida. Perdi a minha virgindade numa traição com um amigo. Nunca mais consegui encarar bem esse meu amigo. E o meu namorado na altura nunca chegou a saber disso, depois de o trair acabei com ele. Noutra vez que namoramos dois meses apenas, ele levou 10 dias me ignorando, eu sem aguentar acabei por acabar com ele. 

 

E outra, ele acabou comigo do nada, e mais tarde disse-me que tinha acabado comigo porque não aguentava um mês sem me ver, tudo mentira dele. 

Quando íamos tentar a 11 vez, eu não conseguia, já não conseguia mais confiar nele, por muito que tentasse já não dava mais, ele me tinha destruído.

 

Agora já não falamos mais, ele diz que me ama, mas eu não consigo acreditar. Eu não sei mais se o amo. Quando estávamos juntos, ele só queria sexo, quando fazíamos, logo a seguir íamos embora, e ele partia deixando me sem saber o porquê. Agora quando estou com um rapaz, só consigo pensar que ele só me quer para sexo e nada mais. Namorei com mais rapazes, mas nunca os consegui amar. Não me consigo entregar a ninguém completamente, porque todo o passado que tive me assombra. Não consigo gostar de ter relações sexuais com ninguém. E não consigo querer só um rapaz, porque um não é o suficiente para mim. Estou a sete meses sem namorar, e sinto me tão sozinha, não é que não me faltem rapazes a dizer que me amam, mas não consigo acreditar neles, e não me consigo entregar a eles. Todas as noites choro, e quando estou pior, arranho me toda, para que não me doa mais o coração. Não sei mais o que fazer para ultrapassar este medo de me entregar a alguém. Preciso de ajuda, mas não tenho dinheiro para ir a um psicólogo. 

 

Por favor preciso de ajuda. Não consigo mais aguentar isto.

 

Cara leitora,

 

Não te desesperes. Procura não pensar negativamente de ti. Observa as tuas qualidades e aprimore as tuas dificuldades. Todos temos o poder de mudar a nossa vida. Abandona essas mágoas por ter sofrido bullying e desilusões amorosas. Desfruta o que está ao teu alcance de forma gratuita. Sorria, passeie, elimine do teu rosto a tristeza e apreensão… Depois… já podes recomeçar a acreditar e confiar em ti e no mundo Depois…já podes sonhar acordada, pensar em ti, na tua vida e fazer planos futuros.

 

A vida é o que tu “fazes” com os teus pensamentos. Acredita ou não tudo o que te aconteceu e te acontece, foi pensado por ti. Se mudares os pensamentos, mudarás a tua vida.

Procura não te auto violentares com violência física ou psicológica.

 

Tens tempo para namorar. Não é um namorado que vai resolver o teu sentimento de solidão. Aproveita esse momento como oportunidade para ponderar e reflectir sobre o momento presente e sobre a tua vida. Planeja coisas novas para fazer, como trabalho, estudo, etc. Com calma e paciência vais conseguir ultrapassar esse momento de crise.

Acredita em ti e valoriza-te e vais ver como tudo vai mudar.

 

Se não conseguires sozinha procura ajuda psicológica, para abrir o caminho do teu autoconhecimento e da felicidade. A psicoterapia foca-se no desenvolvimento das tuas capacidades pessoais de modo a que possas viver uma vida mais enriquecedora e livre.

 

Um abraço

 

Solidão

Olá boa tarde, estou passando por um momento complicado em minha vida. Sou casada, amo muito meu marido, ele é uma excelente, me completa, nos damos super bem, porém me sinto muito sozinha, sabe...? Sem amigos, com a sensação que ninguém liga para mim, que não sou útil, com falta de realizações e isso me deixa muito triste. Tenho um contato mais ou menos com meus pais e guardava algumas mágoas, mas dentro possível perdoei e tento manter um bom relacionamento.

 

Parece que as coisas só acontecem para as outras pessoas e comigo é sempre diferente. Não sou uma pessoa ruim, gosto de ajudar, tenho um bom coração e as vezes as pessoas se aproveitam disso, parece que só se aproximam de mim por interesse e minha amizade não fazem questão. Sou sempre uma pessoa simpática e sociável, mas ainda sim parece que causo repulsa nas pessoas. Sempre tive meu marido como amigo, mas de uns tempos para cá falta um pouco mais paciência e compreensão. Para ele sou uma pessoa carente.

 

Cara leitora,


Penso que, no seu caso, precisa encontrar um sentido para a sua vida que a preencha e que a faça se sentir útil e capaz. A solução é mudar seu estilo de vida, com determinação, com força de vontade e investir em si mesma, cuidar de si e da sua mente para melhorar a sua autoestima. Valorizar suas capacidades e potencialidades para saber eleger as suas prioridades, defender sua privacidade e seus pontos de vista e dar um sentido à própria vida.

 

Não há nada de errado em gostar de estar sozinho em alguns momentos, desde que isso contribua para o seu bem-estar e crescimento pessoal.

Podemos também aproveitar a solidão como oportunidade para mudança e como espaço de lazer ou de realização dos nossos sonhos e assim pode ser um caminho amadurecido para uma vida melhor.

 

A resposta para a causa da solidão está no interior da pessoa, sendo preciso entrar em contato com o próprio “eu” para descobrir quais os passos a dar. 

 

Para se sentir menos só procure estar mais com pessoas, sair com amigas, fazer um curso e princcipalmente confiar nas pessoas. 

Se não conseguir sózinha é preciso buscar uma ajuda especializada. Vá a consulta de psicologia para perceber melhor essa sua carência e  que mudanças precisam ser feitas.

 

Um abraço

Medo da solidão

 

 

 

Boa Noite Dra. Mariagrazia

 

 

Venho relatar aqui um pouco do que tenho vivido em meu segundo casamento, e se puder gostaria de um conselho para o meu caso que já se tornou um tormento.

 

Meu primeiro casamento foi muito conturbado, ambos éramos novos quando nos juntamos no que resultou em dois filhos. Vivemos juntos por 12 anos, mas a partir do sexto já arrastávamos o casamento entre diversas separações de idas e vindas, isso resultou na nossa definitiva separação, que por sinal muito dolorida. A partir deste momento valorizei a minha vida, mas nunca me esqueço do que vivi neste casamento. Fiquei traumatizada com tudo que passei. Tenho medo da dor da separação.

 

Quanto ao meu segundo casamento começou em um espaço de tempo bem pequeno entre a minha separação, confesso que me precipitei, por carência ou para esquecer o anterior. Hoje estou casada com um rapaz de 23 anos, tendo eu 31 e com dois filhos, mentes diferentes, apesar dos mesmos objetivos, criação diferente e claro, há muita imaturidade.

 

Tive a primeira impressão, que claro, não foi boa. Menino imaturo, sem responsabilidades, ainda não sabe o que quer da vida, porém com sonhos. Mesmo com toda esta transparência, tapei o sol com a peneira. Sabia que não daria certo, mas me guiei pelo encantamento que estava sentido. Dei ouvido a emoção.

 

E com o decorrer do tempo fui-me apegando, havia qualidades mas, os defeitos transpareciam mais e mais, e o amor cego, afinal o ser humano é feito de defeitos e qualidades.

Ao longo do tempo, percebi em meias palavras e outras que o sonho do meu marido era casar-se com uma virgem, que tivesse o primeiro filho com ele. A partir de então ouvi diversas outras coisas que me feriram demais. A minha atenção tinha que se dedicada somente a ele, meus filhos em diversos momentos ficaram em segundo lugar. Me sentia mal por isso, mas não queria deixá-lo com “raiva”. Essas e outras situações desagradáveis aconteceram por mais de um ano. Atualmente, estamos juntos a dois anos, mas o mundo dá voltas, hoje a situação é diferente, virei a página e reivindiquei os meus direitos no relacionamento, meus filhos em primeiro lugar entre outras coisas, mas ele não aceita e o casamento está por água abaixo.

Conclusão: Me precipitei totalmente. Não existe futuro, ao lado dele minha vida estagna, não consigo caminha para alcançar meus objetivos. Seus ciúmes são doentes, e ele me sufoca, já não sei se existe ainda o amor. Só tenho uma alternativa, a separação, mas o trauma vivido no passado me impede de executá-lo. Tenho medo da solidão, tenho medo de viver a dor da separação novamente.

 

O que devo fazer?

 

Obrigada,

P.

Solidão

 

 

Desculpa por pedir ajuda, mas é que estou me sentindo muito sozinho e não tenho vontade de fazer nada, eu estou corrente e fico querendo atenção da minha namorada e ela está a estudar de manhã e não pode pra falar comigo e fico triste com ela pois não pode me dar atenção.

 

Meus pais são ausentes e não sabem que estou nesse momento de aflição, só gostaria que a Senhora me orientasse, às vezes penso que estou de cabeça vazia pode ocorrer isso?

 

Agradeço mais uma vez.

 

Adolescente "dark"

 

Olá doutora,

 

sou um adolescente de 17 anos, e como todo adolescente ando passando por uma época meio 'dark'. Bom, tudo começou quando eu assistia um documentário sobre o presídio Carandiru, onde muitas cenas de sangue e morte passavam. Durante a matéria, comecei a sentir um medo muito grande de fazer mal a pessoas, como meus pais.

E eu venho passando por essa fase, achando que eu poderia fazer mal a quem eu goste. Preciso da sua opinião sobre o assunto. Sou um adolescente muito sozinho.

 

Medo de ficar sózinha

Marc Chagall

 

 

Olá!
Minha história é a seguinte. Há 2 anos tenho feito concursos públicos para obter estabiliade profissional. Neste ano fui convocada por um deles que fica há 150 km da minha cidade. Sou casada e vivo muito feliz pois amo tudo que tenho, inclusive minha família. Porém, não estou gostando do meu emprego e principalmente de ter que ficar sozinha por pelo menos duas noites, num lugar próximo ao meu trabalho.
 
Sei que não deveria lagar o emprego logo ainda no início, principalmente porque é uma boa oportunidade. Só sei que ao imaginar a possibilidade de chegar no lugar de trabalho e no meu quarto á noite e não ter meu marido por perto, me dá medo, suor frio, pés gelados e coração acelerado...o que fazer, vou conseguir superar este medo???

Pós-depressão

 

Boa tarde, Dr.ª Mariagrazia.
 
 
Fiquei muito feliz por encontrar o seu site, já faz uma semana que tenho feito buscas, atrás de textos que falam sobre pessoas que tiveram depressão. Procurei grupos de discussão, mas não encontrei nenhum ainda. Vou expor minha questão, talvez você possa me ajudar.
 
Tive depressão, síndrome do pânico e transtorno de ansiedade, hoje já me considero curada, pois não tomo mais nenhum remédio há mais de 4 meses. A minha maior preocupação agora é com o meu relacionamento com as pessoas. Não acho ninguém interessante, acho tudo muito chato, as coisas não têm mais importância para mim. As pessoas são fúteis, bobas, muitas vezes ridículas. O mundo não tem graça.
 
Se eu acho isso tudo, como vou poder recuperar minhas amizades? Como vou me relacionar com alguém? Quero saber se isso é normal na pós-depressão, não encontrei nenhum artigo, nada sobre isso. Isso se chama crescimento psicológico ou crescimento emocional? Upgrade emocional? A tendência é a solidão?
 
Obrigada pela oportunidade.
 
Aguardo resposta.
 
L.

Depressão e desgosto amoroso

 

 

Boa tarde Dra Maria,

 
Tenho 28 anos, vivo sozinha, não tenho namorado e sinto-me extremamente deprimida.
Não tenho vontade nem entusiasmo para fazer seja o que for. Desde há uns 5 anos que vivo nesta depressão de altos e baixos. Tudo começou com um grande desgosto amoroso. Naquela altura, perdi toda a minha auto-estima, a vontade de viver, senti-me de rastos. Desde então nunca mais fui capaz de me concentrar em nada. Deixei de ter qualquer sonho para a vida e apaguei os sonhos que tinha. Por mais que queira, não tenho objectivos que me façam sentir activa e com razão para viver e lutar todos os dias com vontade, sentir que o que estou a fazer é útil e me permitirá alcançar alguma coisa. Parece que deixei de gostar da vida, sinto que sobrevivo em vez de viver.
 
Não consigo sentir-me satisfeita de quem sou e até a minha forma de ser em meio de trabalho foi piorando. Eu era profissional, empenhada e reconhecida pelo meu desempenho, nas várias experiências de trabalho que tive. Desde aquela altura, começou tudo a ficar mau. Fui despedida de um trabalho da minha área de estudo porque não estava a ser suficientemente produtiva. De facto, andava constantemente deprimida sem vontade para nada. Nos últimos 2 anos mudei de emprego três vezes e continuo insatisfeita comigo, vejo que não consigo ser profissional e produtiva.
 
Cada dia é uma angústia terrível. Sinto uma profunda solidão e uma grande revolta de não conseguir concentrar-me no que faço e de não me sentir evoluir. Sinto que desde aquele desgosto parei no tempo. Apercebo-me que não me consigo libertar do meu passado, pois mantenho contacto com pessoas que já me foram intimas no passado por amizade mas sinto muita falta de ter alguém ao meu lado e sinto que mantenho estes contactos para tentar preencher este vazio, que afinal continua cá. Acho que isso não me ajuda a avançar e a refazer a minha vida. Eu era uma pessoa muito viva, bem disposta, muito boa aluna, considerava-me até uma pessoa com muita sorte e tudo mudou.
 
Ando sempre triste, constantemente deprimida. Apesar de pensar que devo envolver-me em actividades que me permitam distrair depois do trabalho, acabo por nunca fazer nada. De igual forma, tenho dias em que disfarço mais ou menos e vejo alguma esperança de que a minha vida vai voltar a ser sã, mas de repente caio de novo em depressão e não vejo luz ao fundo do túnel. Optei por tomar produtos naturais para estimular a concentração e a boa disposição mas não resolve nada. Isto já dura há tantos anos. Passei por períodos muito difíceis de choque de valores com os meus pais, e um choque cultural ao voltar para Portugal depois de vários anos fora do país. Sinto falta de ter amigos com quem desabafar. Se já estava mal antes de voltar para Portugal, acho que agora estou muito pior.
 
Gostaria que me dissesse se o que estou a viver há tanto tempo se trata de uma verdadeira depressão e se eu tenho possibilidades de curá-la. Gostaria de ver uma luz no fundo do túnel e voltar a acreditar que tenho valor e que vou conseguir ser feliz. Gostaria de ter a sua opinião sobre o que estou a viver e o que me aconselha a fazer.
 
Obrigada desde já pela sua atenção.