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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Despersonalização/desrealização

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Bom dia,

Espero que se encontrem bem.

Há cerca de 4 anos que os sintomas de despersonalização/desrealização aparecem em mim e desde aí os episódios são recorrentes (1x p/ano).

Há exatamente 1 semana estes episódios voltaram e não há sentimentos de melhoria, o meu estado de humor está bastante alterado e grande parte do tempo não me sinto bem em sair de casa, ir ao supermercado, ir dar um passeio, etc.

Já pensei em ir a uma consulta de psicologia / psicoterapia para ajudar neste transtorno, mas quero ir depois dos sintomas passarem.

Já não sei o que fazer, conseguem-me ajudar?

Caro leitor,

O transtorno de despersonalização, ou síndrome de despersonificação, é uma doença em que a pessoa se sente desconectada do seu próprio corpo, como se fosse um observador externo de si mesmo. É comum também haver sintomas de desrealização, o que significa uma alteração da percepção do ambiente que envolve, como se tudo o que está ao redor fosse irreal ou artificial.

Para tratarmos esse transtorno é necessário um acompanhamento psicológico.

Não espere o surto passar. Sugiro que inicie um percurso de psicoterapia o quanto antes.

 

Traição virtual

 

53.jpgTenho traído meu marido e minha família desde que estamos juntos praticamente (15 anos) faço amizades na internet e começam as trocas de fotos ...

Em um determinado momento meu marido conseguiu acesso ao meu celular e salvou as conversas e imagens, mostrou para minha filha de 14 anos (que tem indícios depressivos e transtorno de ansiedade) e está ameaçando de divulgar aos amigos e familiares o conteúdo... Decidimos então por dar um fim ao relacionamento porém devido a uma crise de ansiedade da minha filha ainda não consegui sair de casa estou completamente perdida sem saber o que fazer ...

Cara Leitora,

Se está perdida é por não ter certezas do que quer fazer. Sendo assim não faça nada por enquanto. Deixe o tempo passar, procure refletir e perceber se ama o seu marido, se está disposta a mudar, a manter o seu casamento, etc. Dialogue com o seu marido, com a sua filha….

Se está arrependida, espere passar esse momento de turbulência, deixe as coisas se acalmarem, a situação melhorar e em seguida programe fazer uma terapia de casal.

Se ainda ama o seu marido, não desista de lutar pelo seu casamento. O perdão faz parte da relação.

Tudo de bom

Adolescente e namoro

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Tenho três filhos dois homens um de 11 anos outro de 4 anos e uma filha de 14 anos.

Minha preocupação hoje é que ela só tem 14 anos e já está namorando e estou preocupada porque ela já age como se fosse adulta. Quer passar o dia na casa do namorado. Ele tem 15 anos, é jovem também, são dois menores e eu já expliquei as coisas: como é se não der certo, o que acontece se fizerem coisas que não devem, mas ela não entende. Me aconselha, como eu faço agora?

Cara mãe,

 

Converse com ela. Falem sobre sexo. Falar sobre sexo permite que ela tenha informação sobre os riscos físicos e emocionais e concede-lhe uma base sobre como deve começar a explorar a sua sexualidade. Oriente em como evitar uma gravidez precoce, doenças venéreas, ensine-a a usar um preservativo o que lhe dá a oportunidade de pensar em todos os riscos que existem e na importância de fazer as coisas de forma consciente. Explique que “não” é uma palavra poderosa, que explorar a própria sexualidade é algo natural, todavia isso não obriga ninguém a fazer algo contra a sua vontade. Explique que ela não é obrigada a realizar as necessidades de outra pessoa por medo e que tem direito de decidir.

Aprender que o “não” é uma palavra poderosa e irá ensinar-lhe que também deve respeitar os desejos da outra pessoa e que qualquer relação sexual deve estar baseada em respeito mútuo.

 

Espero ter dado algumas ideias para abrir um diálogo com ela.

Tudo de bom

Mãe intrusiva

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Olá Doutora.

Estou com o psicológico abalado pela separação dos meu pais, eles foram casados por 20 anos e em março deste ano meu pai saiu de casa pedindo a separação da minha mãe, desde então minha vida virou um caos ela só fala mal dele para mim e tudo que faço nunca esta bom, neste final de semana, foi aniversário do meu namorado e por mais que fiquemos juntos a ela, praticamente, todos o finais de semana, no aniversário dele decidimos almoçar com o pai e mãe dele e ela ficou chateada  zangada connosco por não a ter convidado, mas que culpa tenho eu? O aniversário era dele, não o meu!

Os dois dão-se bem, mas não entendo, ela me proíbe de ver meu pai, toda vez que falo que vou ver ele, ela dá um surto que me faz não ir, pois eu me sinto muito mal.

Não sei o que eu faço. Tudo tem que ser do jeito dela se eu deixar ela se mete até mesmo no meu namoro! Não foi nossa intenção deixa-la chateada mas tem momentos onde ele quer fazer as coisas com os pais dele também, pois ficamos muito com ela e mal ficamos com eles... Não sei o que fazer com essas coisas que me tiram o sono!

Se puder dar-me algum conselho de como resolver a situação ficarei muito grata!

Obrigada

Cara leitora,

Fale com a sua mãe para que ela entenda que tem direito de ver o pai, pois ele vai sempre ser o seu pai e a mãe sempre vai ser a sua mãe, independentemente do que acontece entre eles.

Uma separação abala toda a família e você também vai precisar ter paciência para aguentar não dando tanta importância aos comentários raivosos da sua mãe. Tente entender que ela está zangada com ele e por isso procura sempre dizer mal.

Quanto a ela ser muito intrusiva, faça a sua vida independente das exigências dela. Tem direito de ter vida própria.

Cuide de si , preocupe-se com a sua vida, estudos, namorado, etc.

Tudo de bom

Mãe tóxica

49.jpgBoa tarde Dr.a,

Uma mãe que passa o tempo a fazer-se de vítima perante outras pessoas  e a falar mal da filha.

Mas que em casa, fala para a filha com ódio e rancor, tem amor há filha?

 

És odiosa, metes nojo.

Até dá nojo olhar para tua cara, sempre trombuda.

Detesto a tua forma de ser.

Vou ter que te aturar toda a vida?

Vais viver sempre encostada a mim.

A tua irmã é melhor que tu.

És uma falsa, uma fingida.

Aluga um quarto e vai-te embora.

Um dia dou-te uma surra e ponho-te na rua!

 

Sempre a criticar-me e a rebaixar-me!

É uma mãe tóxica ou narcisista?

Como conseguir viver com uma pessoa assim?

O que fazer?

O único sentimento que tenho pela minha mãe é desprezo e cada vez detesto-a mais!

Ainda não sai de casa, porque não tenho condições económicas para isso.

O que fazer Dr.a?

Cara leitora,

Ela fala essas frases à toa ou tem alguma queixa específica tua? Ela diz essas coisas por estar muito nervosa, stressada ou com algum problema específico?

Tente entender porque e relacionado com que a sua mãe lhe diz essas coisas. Provavelmente tem uma filha idealizada na mente e a Susana não corresponde com essa imagem, mas nada disso justifica esse tipo de tratamento.  Parece que a sua mãe tem um problema sério que pode ser mental ou por falta de cultura ou de educação ou por ela própria ter tido uma mãe abusiva. Não penso que seja falta de amor, mas não é uma situação suportável. Não sei se a sua mãe é narcisista, mas é tóxica e é difícil. Uma mãe mesmo difícil coloca-a diante um grave dilema: ou desenvolve mecanismos complexos e autocastradores para manter a relação com a sua mãe, com grandes custos para si em termos de autoestima, relação e valores, ou arrisca-se a sofrer humilhações, desaprovação e rejeição.

A inveja também pode estar presente. Claro que muitas mães têm estes ‘acessos’. Mas é o carácter constante deste comportamento que define uma mãe difícil.

Pode sugerir à sua mãe que procure uma ajuda terapêutica para que possam tentar melhorar o relacionamento.

Algumas dicas para si:

1 Relação ‘light’

Muitas filhas tentam a terapia, mas muitas mães difíceis são narcisistas: não são capazes de comunicar intimamente com os outros e também não conseguem conectar-se com a sua vida interior, e portanto muitas vezes não colaboram com a terapia. Remédio: admitir que nunca serão próximas e ter uma relação mais leve, mais distante, sem tentar uma intimidade que ela nunca dará.

 

2 Separação temporária

Tire uma ‘folga’ da sua mãe para recompor-se. Diga-lhe que está a tratar de assuntos urgentes e que lhe telefona se houver uma emergência.

 

3 Separação total

Se tentou tudo e mesmo assim aquela relação compromete inequivocamente o seu bem-estar, esta pode ser a única opção. Mas é raro haver quem a tome, até porque é uma opção socialmente muito malvista e condenada.

 

Outra opção é não levar a mãe tão a sério, não lhe dar ouvidos e levar a sua vida sem muita intimidade, não dando oportunidade para que ela fale consigo, isso até o momento que tiver a opção de separar-se dela.

Fique bem

Casamento e dificuldades

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Estou casada há 5 anos e estou sofrendo desde o momento que me casei. O meu problema é: não consigo ter relações com o meu esposo. Não vejo o rosto dele, na hora do sexo, tenho que fazer mesmo assim.

Não consigo dormir à noite porque aparecem pessoas querendo fazer-me mal no sono. Tenho 2 filhos gémeos e têm 5 anos. Estou sofrendo muito, meu esposo dá-me tudo que é material, mas na parte do sexo nada.

A família dele não me gostam e vivem colocando problemas no nosso relacionamento, já perdi 3 gravidez sem explicação. Quero separar-me, mas ele não quer e não sei o que faço.

Cara leitora,

No seu pedido refere, dificuldades de relacionamento com o esposo e de sentimentos que as pessoas querem fazer-lhe mal à noite. Provavelmente essas situações estão inconscientemente relacionadas. O fato de não poder ver o rosto do seu marido na hora do sexo, levam a um sentimento de estarem a fazer-lhe mal.

 

Antes de pensar em se separar, porque não tenta resolver? Fale com ele, explique os seus sentimentos e dificuldades. Repensem a maneira de ter relações, reflitam sobre variações de posições, etc. onde ambos possam usufruir prazer.

O problema da família vai ter que ter paciência: pense que casou com ele e não com a família toda. De qualquer maneira com o tempo, se colaborar, o relacionamento poderá melhorar.

Caso não consigam se entender procure ajuda especializada para poder perceber o que realmente sente e descobrir qual seria melhor caminho para a sua vida presente e futura.

Fique bem

Solidão

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Olá, doutora!

Conheci este site há pouco tempo e gostaria de um pouquinho da sua ajuda... há um tempo atrás eu estava me sentindo muito sozinha, embora sempre estivesse rodeada de pessoas que amo, até mesmo adotei três gatos para ver se me sentia melhor, o que aparentemente não adiantou muito.

 

Meus pais são separados então e trabalham o dia todo, então passo a maior parte do dia com minha irmã mais nova, mas não nos entendemos muito bem...

De qualquer forma, o ponto é: Eu acabei criando um tipo de amigo imaginário, uma pessoa que me ajuda quando estou triste e passo o dia todo com ela, divido pensamentos e convivo feliz, conversamos com frequência e ele até me ajuda a tomar decisões...

Mas, por algum motivo eu sinto que isso futuramente poderia causar-me algum problema, afinal, já tenho alguns problemas relacionados à minha personalidade (as vezes expludo, até já quebrei algumas coisas na casa por ter chegado ao meu 'limite')...

Eu não sei o que fazer, e nem mesmo se isso realmente me trará realmente algum problema, por isso venho aqui, humildemente pedir seu conselho, desde já, obrigada.

 

Cara leitora,

Geralmente fantasiamos o que não temos e não somos, e que gostaríamos de ter e ser. Isso é mais recorrente do que imaginamos. Quando nos sentimos frustrados e reprimidos tendemos a alimentar as fantasias. O lado positivo é que elas buscam suprir as lacunas existentes na nossa vida afetiva, profissional, financeira etc., gerando alguma motivação para alcançar objetivos traçados. Porém, não devemos permitir que elas dominem a nossa vida real. A realidade precisa ser vivida e modificada com base na objetividade.

Quando uma pessoa investe numa fantasia, ela precisa ter a consciência de que está a alimentar a ideia de prazer restrito ao objeto fantasiado. Ou seja, ao pensar que desejo algo, subjugo a minha satisfação a este alvo. Precisamos saber quais são as nossas necessidades, as nossas formas de satisfação, e buscar aproximar ao máximo os nossos “desejos” da vida real.

Procure sair dessa fantasia de amigo imaginário e tente encontrar um amigo/a real para viver a sua vida, com motivação para alcançar os seus sonhos. O viver na fantasia, é uma fuga à vida real e vai dificultar cada vez mais a sua adaptação para viver a realidade. Se quer sair da solidão que sente na realidade, procure modificá-la fazendo algumas mudanças na sua vida. Faça um curso, aprenda uma profissão, dedique-se ao trabalho, etc.

Se não conseguir sozinha, procure ajuda especializada para um tratamento adequado e estruturante.

Um abraço

Namoro adolescente

45.jpgEu tenho 16 anos quero namorar uma menina de 16. Eu posso fazer isso ou é crime? A minha tia não quer deixar. Diga-me o que fazer com esta situação.

Caro Leitor,

Aos 16 anos já tem idade para namorar. O namoro a "sério", que envolve paixão, amor e, eventualmente contato físico começa por volta dos 12, 13 anos. Os pais jovens têm mais abertura para aceitar a vida sexual dos filhos. Converse com a sua tia e explique-lhe as suas intensões com a namorada. Diga-lhe que encara o namoro como uma relação prolongada, porque ainda têm muita coisa para concretizar antes de uma possível partilha de casa: estudos, carreira profissional, autonomia financeira, etc.

Fale com ela à serio e mostre-lhe a sua maturidade e vai ver que ela vai deixar.

 

 

Desbloquear paixão

44.jpgJá faz 5 anos que não tenho mais contato com uma pessoa por quem me apaixonei. Somos casados e nunca tivemos nada…é algo que demonstrávamos no olhar, no tratar, parece bobo, mas era uma energia diferente e algumas pistas…ele muito tímido e correto e eu sem coragem pra demonstrar qualquer sentimento abertamente justamente por ser errado ao meu ver também...enfim, já se passaram anos e eu não consigo esquece-lo!
Dói o peito, tenho dias de extrema saudade...já pensei em fazer terapia pra ver como tentar me desapegar...
Acho estranho esse sentimento permanecer por tanto tempo...Apesar de bem casada, não me sinto feliz...meu desejo era saber se ele realmente me correspondia...se não era tudo da minha cabeça...preciso muito de ajuda...

Cara Leitora,

O que vive com essa pessoa é uma relação idealizada, fruto da sua imaginação e fantasia. Enquanto continua a investir energia nessa memória do passado, deixa de investir na realidade atual.
É como “perder a vida” e “viver na fantasia”. Se não aconteceu nada na altura é porque não tinha que acontecer e é um desperdício manter a sua atenção nesse passado.

É preciso encarar o presente com coragem e programar um recomeço. Deixar para trás o que lhe causa dor e seguir em busca de autoconhecimento e novas formas de ser feliz.
A grande verdade é que todos nós temos o direito de mudar de rumo e chega um momento que precisamos desapegar e deixar ir para usufruir do que a vida irá nos oferecer aqui e agora. Pense em si, no seu casamento, na sua vida presente e invista para colher frutos futuros.
Tudo depende de si da sua força interior. Viver e aprender a viver sem lamentar o passado.

Se não conseguir sozinha, procure ajuda de uma psicóloga para uma terapia.
Um abraço e fique bem

Caso de Ciúme

43.jpgBoa tarde, Tenho 31 anos. Estou há cerca de um ano a viver uma relação que se revelou de 'ciúme obsessivo'; foi algo que pouco a pouco se foi revelando cada vez mais intensamente, deteriorando e destruindo. A minha liberdade foi afunilada, a privacidade e autoestima desaparecendo. Com tudo o que implica os ciúmes não normais, tornou-se uma situação insustentável e negativa; tendo o meu parceiro, por fim, reconhecido que este seu problema i uma realidade, já existente há alguns anos. Ambos estamos na faixa etária dos 35, segundo ele este seu problema persiste já desde os seus 20 anos e i algo que ele acredita ser já irreversível, dado a idade. Sugeri que iniciasse terapia ou até de casais e que com vontade poderia superar um problema que o impede de viver um relacionamento estável e feliz (algo que ele ambiciona, mas que sabota por esse motivo). Inicialmente aceitou a hipótese e, admitiu inclusive, já ter iniciado há alguns anos atrás mas abandonado após poucas sessões.

Pouco depois a conversa do irreversível voltou, convicto de que i um problema impossível de resolver apenas com simples terapia e que por isso não vale a pena tentar. A minha pergunta é se será mesmo irreversível ou se devido ao possível quadro clínico seja uma forma de negação e auto sabotagem. Em casos de ser um verdadeiro transtorno é necessário medicação?

Cara Leitora,

As causas do ciúme patológico variam de pessoa a pessoa, embora de base, geralmente, há uma grande insegurança, baixa autoestima e falta de autoconfiança. A pessoa não acredita que é digna de amor, portanto, qualquer detalhe, um olhar ou um atraso, é suficiente para inflamar o ciúme.

 

Em muitos casos, essa insegurança pode está relacionada à infância, geralmente devido a pais que estavam emocionalmente ausentes e que não atendiam às necessidades de proteção e afeto da criança. Em outros casos, a insegurança pode ser causada por uma experiência traumática ou humilhação experimentada em um relacionamento anterior.

Também há casos em que, por trás do ciúme patológico, há certas características de personalidade, como a necessidade de ter controlo e a tendência de exagerar a realidade.

São pessoas com uma grande capacidade de fazer uma tempestade em um copo de água. Elas também tendem a ter poucas habilidades sociais, então acham que se o seu parceiro os deixar, eles não poderão ser felizes ou encontrar outra pessoa que os ame. Na verdade, o ciúme de um casal geralmente esconde uma dependência emocional.

 

Na base do ciúme doentio também podem estar crenças, como pensar que o relacionamento é uma possessão e, portanto, só pode demonstrar amor por ele. Em outros casos, o ciúme esconde uma preocupação obsessiva com a imagem social. A pessoa acredita que, se o parceiro o trai, ele será motivo de chacota. Para evitar essa situação, desenvolve uma atitude de controlo.

É essencial procurar ajuda profissional, não apenas para salvar o relacionamento, mas para superar definitivamente a desordem. Mesmo que no futuro um novo relacionamento comece, o problema ainda estará lá.

Quem sofre desse tipo de problema, pode não querer procurar ajuda psicológica, por não ter a percepção de que suas crenças e comportamentos sejam irracionais.

A psicoterapia não exige medicação.

Fale com ele e motive-o para um tratamento.

Tudo de bom