Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Mundo imaginário

26.jpg

Desde 13anos vivo em um mundo imaginário. Lá me apaixonei, namorei, casei, tive uma filha, vivo situações que parecem reais, sinto amor, sensações que intercedem na minha vida pessoal. Já tenho 32 anos e não consigo parar. Acho que estou ficando louca e não conto para ninguém a não ser para os papéis em que escrevo. Lá tenho toda uma vida. Já tentei parar mas tenho um sentimento de perda imensa. É como se eu fosse perder meu grande amor.

 

Cara leitora,

 

A vida acontece no mundo real e não é normal viver na fantasia. O que pode fazer é usar essa sua criatividade e aptidão e escrever livros de romances, novelas, etc. e publicar.

Precisa liberta-se desse mundo irreal e viver a sua vida em pleno. Essa transição pode ser difícil e dolorosa, mas vai valer a pena, e certamente irá evoluir com a mudança e poderá sentir-se viva!

Jogos online

 

25.jpg

Olá bom dia, meu nome é Gabi, estou tendo dificuldade com meu filho, ele tem 17 anos, e dê uns tempos pra cá, só quer saber de ficar jogando jogos online, não quer sair de casa, não quer conversar com amigos, ele fica a madrugada toda acordado.

Estou sentindo-me angustiada e decepcionada, parece que fui derrota por uma máquina e não sei o que fazer.

Obrigada

 

Cara Gabi,

 

Ficar em frente ao computador muitas horas tem impacto negativo no bem-estar do adolescente. Adolescentes que ficam muitas horas no computador tem baixa auto-estima, baixa satisfação pessoal, menos entusiasmo na relação com amigos e na diversão e queda do sentimento de segurança e menor o índice de bem-estar. Aqueles que usam meios eletrónicos por seis horas ou mais, apresentaram índice 68% maior de infelicidade.

É preciso estabelecer limites. Cada hora que um adolescente passa em frente ao ecrã, perde cerca de 50 minutos de interação com a família. Para evitar que a situação se acentue, cabe aos pais a tarefa de limitar o tempo de utilização das tecnologias.

 

Mas proibir não é solução. Ao invés disso, há que estabelecer um horário que poderá ser um pouco superior nos fins-de-semana e férias, contudo, no resto do ano, não pode comprometer o estudo. Durante a semana 1 hora por dia é mais que suficiente.

 

Para além de tudo, é necessário estimular também os jovens a praticarem atividades físicas, preferencialmente ao ar livre, e a conviverem face a face com os seus pares, pois só deste modo poderão tornar-se adultos equilibrados e felizes.

Caso seu filho continue com esse comportamento pondere a necessidade de encaminhá-lo à uma consulta de psicologia.

Rejeição ao sexo

24.jpg

 

Boa noite,

eu namoro vai fazer 2 anos, sempre fui apaixonada pelo meu namorado, porém de um mês pra cá eu não suporto mais fazer amor com ele, e nem que ele me toque. Amo-o muito e não sei oque fazer, me sinto triste pois ele esta se sentindo rejeitado.

 

Cara Leitora,

Se gosta de seu namorado, não é normal sentir repulsa em fazer amor com ele. Talvez tenha surgido algum pensamento ou alguma crença tóxica em relação ao namoro que esteja a prejudicar a sua libido e que se manifesta inibindo o seu desejo na relação sexual com seu namorado. Tente perceber o que vai na sua mente para que consiga ter algumas pistas que a ajudem a superar isso, sem ofender e nem prejudicar a si e ao seu namorado.

 

Caso a situação se mantenha e continue a se sentir assim, procure uma consulta de psicologia para que possa trabalhar esse sentimento e voltar a ser a mulher desejante.

Desânimo de viver

21.jpg

 Bom dia doutora, me chamo JC, tenho 37 anos, e ando desgostoso da minha vida, nunca tive uma vida feliz ou harmoniosa, minha família sempre viveu mais de aparência do que de verdade, tanto que cresci em um meio onde o que importa é a aquisição de bens materiais ou seja ter para ser, e com o passar dos anos sempre fui tentando ter as coisas, mas chegou a um ponto onde tudo parece ter perdido o valor, carro, eletro eletrónicos, trabalho, estudo etc.

Percebi isso mas não consigo me expressar ou fazer algo a respeito, sempre fui educado desde de criança a não demonstrar o que sinto, que sentimentos eram fúteis e desnecessários, tinha sempre de sorrir, bem o tempo passou e agora percebo que o mais importante eu não consigo ter, já estou velho não tenho uma família minha mesmo, a maioria dos meus amigos casou-se e possuem filhos, esposas e uma vida “normal”, mas parece que isso é impossível para mim, sempre quem eu gosto ou acho que tenho afinidade acaba por se afastar ou eu me afasto por receio de me magoar, e eu odeio com todas as minhas forças ser derrotado, para mim o segundo lugar nada mais do que o primeiro dos fracassados, o maior incómodo meu é fitar me no espelho pois não me vejo mais, eu literalmente me detesto, se eu quero algo material é só ir lá e comprar, mas fazer quem eu gosto gostar de mim parece impossível.

Tenho feito muitas pesquisas sobre suicídio, mas ainda tenho sido covarde, não o fiz ainda porque preciso planejar mais minuciosamente a fim de que seja bem longe de meus parentes, ou encontrar um método de viver essa vidinha de aparência idiota, sem graça e sem alegria, o que realmente eu queria era ser uma pessoa normal por que isso é tão difícil para mim. Obrigado.

 

Caro JC,

 

Sinto que está muito desiludido consigo próprio e que não tem um plano de reabilitação. Tudo tem conserto e sempre pode mudar algumas coisas que sente que não o favoreçam e que prejudiquem a sua vida. Portanto em vez de pensar em destruição pense em construção. Aos 37 anos não pode considerar-se “velho” mas sinta-se que está mais maduro e apto a modificar, aos poucos pequenas coisas até passar a sentir-se bem consigo próprio. Se te consciência de que “ser” é mais importante que do que “ter”, opte por “ser” uma pessoa mais consciente.

Falar de mudanças importantes, significa um ato de necessidade, de firme convicção e, principalmente de coragem para recomeçar e encontrar um novo equilíbrio. As mudanças são positivas sempre que não perdemos a nossa essência e nossos próprios valores. Portanto, qualquer variação que fizermos ao longo do nosso ciclo vital deve ter como objetivo aproximarmo-nos um pouco mais daquilo que realmente desejamos “ser”.

 

Um abraço

 

Medo de HIV

22.jpg

Estou sofrendo muito com medo do HIV. Sinto dores de cabeça, angústia, fastio e já estou procurando alterações no meu corpo. Sou homem, atualmente vivendo sozinho e num vacilo da vida, deixei um desconhecido gay fazer sexo oral em mim (primeira vez isso). Agora o medo e pânico se instalaram.

Fiz o teste rápido 3 dias após o ato, fui ao infectologista e refiz o teste agora (Ago/18) com 31 dias tanto o teste rápido (pra saber na hora) quanto numa clínica particular (aguardando 4 dias). Deram negativo....mas o temor, a obsessão continuam 24h.

Visto que a janela imunológica dessa doença fica entre 30 e 90 dias... Logo, não sei como suportar tudo isso pra fazer mais exames (fiquei também com medo da agulha do teste rápido) estou vivendo de calmante.

Pior coisa do mundo é ter que esperar o tempo passar... a mente voa e ficamos em ciclo remoendo, se martirizando, pensando no pior e tendo que disfarçar no trabalho e com familiares. Estou uma pilha de nervos, uma panela de pressão a ponto de explodir.

Já venho comprando todo tipo de remédio pra minimizar os sintomas dessa doença da fase inicial.

 

É preciso direcionar seus pensamentos catastróficos para melhores direções e para tal use as seguintes declarações:

  1. "Não está acontecendo agora." Uma catástrofe poderá ocorrer, mas não está acontecendo agora, neste momento está seguro.
  2. "Aconteça o que acontecer, eu posso lidar." Esta declaração lembra de seus próprios recursos internos e dá-lhe a determinação para enfrentar os desafios da vida.
  3. "Estou causando meu próprio sofrimento. Eu poderia parar? ”A primeira parte desta declaração tem suas origens nas Quatro Nobres Verdades do Budismo.

Espero que isso o possa ajudar a ver que há uma escolha e se realmente acontecer uma catástrofe pergunte-se: "como eu poderia estar melhor preparado para ultrapassar isso?" Então  planeie seus passos de ação, o que vai aliviar a sua ansiedade.

Medo de bêbados

19.jpg

Boa noite, meu nome é Joana, tenho 21 anos e tenho pavor de bêbados e de bebidas alcoólicas.

Não me lembro de ter passado por nenhuma situação traumática com pessoas bêbadas e por isso fico intrigada.

Não suporto cheiro de bebida, tenho dor de cabeça na hora. Minha barriga chega a doer de nervosismo quando alguma pessoa próxima de mim bebe (namorado, irmãos).

Quando começamos a namorar, eu fiz meu namorado parar de beber por mais ou menos um ano. Depois disso ele voltou a beber e eu tenho medo de ficar perto dele todas as vezes que ele bebe. Não consigo ter um momento sequer de tranquilidade quando sei que ele está bebendo e isso me esgota mentalmente e psicologicamente. Eu sei que isso que eu sinto não é certo, mas ele não entende o que eu sinto e não está disposto a parar de beber.

Eu não sei o que fazer.

 

Cara Joana,

 

O seu medo de bebidas alcoólicas é um medo irracional. Talvez tenha ouvido falar muito mal do álcool e de pessoas alcoolizadas, o que deixou na sua mente um pavor inconsciente. Para um tratamento eficiente é preciso fazer psicoterapia.

 

Entretanto pode aliviar o seu medo ao entrar em contato com bebidas alcoólicas aos poucos para conseguir uma dessensibilização. Não é beber mas estar em contato, cheirar, ver, tocar etc. Trata-se de desaprender as respostas negativas diante de uma situação de medo e stress e de transformar a experiência. Assim a memória cumpre o papel de recordar o novo aprendizado quando for necessário.

 

Fique bem

 

 

Medos e postura rígida.

18.jpg

Olá! Eu me chamo Diana e tenho 16 anos. Eu me sinto presa em meu próprio corpo. Não consigo agir com naturalidade. Uma pessoa que mora comigo, sempre diz que ando igual um menino, e não como uma menina. Quando tinha uns 10 anos, eu comecei a agir igual um menino, por ter medo dos homens e não queria que olhassem pra mim, eu tinha raiva quando olhavam. Eu agi dessa forma por muito tempo, eu não sou lésbica, não quero agir como uma menina masculinizada, mas parece que os traços masculinos que comecei a ter aos 10 anos em diante, permanecem. Eu sinto muita vergonha em andar na rua, eu que tenho que controlar meus braços, ando feito um robô. Eu me sinto muito mal com isso... Acho que sofro de ansiedade, pois além de tudo isso, sinto vergonha/medo de fazer qualquer coisa, a mais simples, torna-se a mais difícil. Parece que é difícil pra entender alguma coisa, sou muito distraída. Por ex.: abro uma porta, e sempre esqueço de fechá-la com a chave. Abro alguma coisa e não fecho... Parece que o meu raciocínio é lento... Eu sinto um medo constante de fazer qualquer coisa, medo de abrir e andar de guarda-chuva na rua, medo de copiar a lição em sala de aula... Eu sinto um medo constante de errar, e sempre acabo errando. Parece tudo dá errado, nada dá certo. Eu não me sinto bem perto de outras pessoas, eu não consigo me socializar direito com as pessoas, nem na escola... Sempre fico isolada, porque tenho medo de me julgarem e de eu errar alguma coisa... Eu preciso de ajuda, já cheguei até a pensar que tivesse Deficit De Atenção, pois tenho muito medo de errar, tenho medo de frustrações e não reajo bem a críticas, sempre me coloco pra baixo, sempre acho que sou incapaz, sou tão distraída, tão desligada... Será que devo passar em um psiquiatra? Eu não aguento mais ser desse jeito, presa em minha própria mente...

 

Cara Diana,

Sentir medo é natural e saudável e costuma nos proteger dos perigos e nos afasta de situações em que nos sentimos ameaçadas. Em excesso torna-se patológico. O medo constante de errar, de ser julgada e de não fazer as coisas as coisas bem-feitas prejudica a dinâmica da sua vida e como consequência acaba por errar. Procure dissociar, ou seja, estar distante emocionalmente do desconforto sem se perder no medo. 

Quanto à sua postura rígida e pouco natural, faça exercícios de Pilates ou Yoga e vai se sentir muito mais confortável com o seu corpo. 

Para uma ajuda mais específica procure um psicólogo que a conduza para um desenvolvimento emocional saudável. Cuidar de si e da sua saúde psicológica é um ponto de suma importância para superar seus medos e sentir-se livre no seu próprio corpo.

Não consigo amar

17.JPG

Tem traumas na vida que eu acho que nunca ultrapassamos, tem certas coisas que acontecem que acabamos por desejar que fosse apenas um sonho, mas infelizmente chega um dia que acordamos e temos que encarar a realidade, mas dói tanto, tanto.

Tem uma hora que percebes que te fechaste para as pessoas que te amam, que fizeste elas sofrerem e as vezes o arrependimento é tanto que entras num mar de lágrimas, choras compulsivamente e mesmo assim a dor não desaparece.

As pessoas magoaram-me tanto, que o meu corpo criou uma barreira para eu esquecer o que eles me fizeram, mas tem vezes que mesmo assim eu choro muito de raiva, eu já não consigo controlar o que sinto, parece que eu vivo sem viver, acordo mas eu não sou eu, eu nunca mais fui a mesma. Rejeitei, ignorei, maltratei a única pessoa que eu sabia que amava, eu sou burra.

Não consigo amar quem eu amo, não consigo esquecer o passado

 

Cara leitora,

 

Não podemos ficar presos no passado e paralisar a nossa vida.

É preciso dar um impulso na vida, sair dos acontecimentos de arrependimento e dos “deverias” assim como os navegadores portugueses tinham de enfrentar quando atravessavam o cabo das tormentas. Os sentimentos negativos das decepções de passado, as perdas e fracassos podem criar uma base de mágoa e infortúnio, levando a que a pessoa perca a esperança e firme a ideia de que é tarde demais para mudar a sua vida para melhor.

 

Apesar de não podermos alterar o que aconteceu, é possível reinterpretar esses acontecimentos de forma a poder aceitá-los, percebê-los e superá-los. Ao entrar neste processo de superação de situações consideradas traumáticas ou angustiantes, vai deixar de se sentir refém do seu passado menos bem conseguido.

O diálogo interno autocrítico de cariz negativo torna-se tão sedimentado, que muitas vezes não percebemos que temos o poder de mudá-lo.

Num estado de negatividade, mesmo aquilo que ainda temos de bom na vida fica afetado, deixamos de olhar para o que ainda faz sentido na vida. Aceite, tenha compaixão e siga em frente.

 

Está sempre em tempo para mudar. Se tem a consciência do que correu mal no passado, é procurar modificar algumas das suas atitudes para tornar o presente e o futuro melhor.

Se não conseguir sozinha procure ajuda especializada. Uma psicóloga poderá ajudá-la a recuperar a sua estabilidade emocional e retomar o rumo da sua vida presente e futura.

 

Fique bem

Relacionamento e frustração

15.jpg

 

Olá Mariagrazia,

 

eu tenho um namorado, amo ele demais e em momento algum ele me fez algo que pudesse deixar-me mal, se alguma vez em que fiquei angustiada, foi devido às coisas/problemas que eu mesma crio, e odeio quando fico frustrada por causa das coisas más que penso, são sem motivo algum e meu humor fica horrível.

Quando isso acontece, é como se ele estivesse distante de mim e eu estivesse entregando-me demais a ele. Sinto irritação aguda e vontade de chorar, também me sinto isolada (realmente me isolo). O pior é que está acontecendo algo que está fazendo-me chorar quando estou com ele e sinto que o amo demais.

Ontem foi pela gota d’água. Eu chorei muito, muito mesmo, principalmente depois que me despedi dele e voltei para a minha casa. Eu só sinto que o amo demais durante essas crises de choro. Mas isso dói como se me machucasse, ou seja, não é um choro de felicidade por estar com ele... isso é o que não entendo. Por que choraria nessas circunstâncias? Não sinto que seja por medo de perdê-lo ou não ser boa o suficiente para ele.

Outra coisa são essas paranóias e ataques de irritação e isolamento quando ele conversa com alguma mulher. Eu não deveria sentir isso. Não há motivos para me irritar com ele. Tudo isso faz com que eu me sinta mais imatura perto dele, e perdendo minha própria essência, e talvez dando a esse relacionamento uma prioridade maior do que deveria...

 

A dor no peito que sinto é muito forte. Além de tudo, ando sentindo-me inferior demais, inclusive a ele.

 

Cara leitora,

 

O seu problema está relacionado com a sua insegurança e baixa autoestima. Talvez também esteja a valorizar demais o seu relacionamento e a dar-lhe uma prioridade indevida.

Antes de tudo precisa aprender a confiar nas pessoas e em si própria. E ainda a sua vida não pode depender somente do seu namorado mas é preciso ter seus próprios interesses, suas motivações, seu trabalho, seu estudo, etc. Só assim vai se sentir uma pessoa mais forte emocionalmente e vai dar um sentido à sua vida.

Dentro de nós existem capacidades inatas para sermos felizes mas é preciso usar os nossos recursos internos. Uma pergunta que ajuda é: ” O que faço hoje de novo?”. É importante é ter projetos.

Goste de si e busque um movimento a favor de um contínuo crescimento emocional e psicológico.

Um abraço,

 

 

Casamento e infidelidade

14.jpg

Boa tarde

Sou casada há 10 anos, há cerca de 2anos. Meu marido teve um relacionamento com uma jovem de 18anos e foi muito angustiante presenciar tudo isso, o ano passado ela apareceu grávida falando que o filho era dele e meu mundo desabou. Fui ao inferno e consegui voltar; nosso casamento ficou e está super-abalado não consigo ter confiança nele e nem ele em mim. Depois desse terramoto há cerca de 4 meses o mesmo me diz que está apaixonado por uma mulher de 22 anos, e que não vive sem ela, e não quer me perder… Estou desorientada…

O que faço?

Me ajuda.

 

Cara leitora,

 

A confiança e no casal depois de uma traição demora a ser reestabelecida. Depois desse terramoto é preciso conseguir expressar as suas emoções e conversar sobre seu sofrimento e inquietude para que ambos possam manter em dia combinações de uma união feliz. Explicar ao parceiro mais o que sente e menos fazer críticas.

 

Parece que seu marido não consegue estabelecer uma relação estável e autentica consigo, embora ele diga que não a quer perder

Cabe a si decidir o que pretende do seu casamento com ele e perceber se é possível continuar ou se só vai trazer mais e mais sofrimento. Pode ser que ele mude com o passar dos anos e torne-se fiel, mas só o tempo dirá.