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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Fantasias transgressivas

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Faz um mês que estou a frequentar uma jovem que me suscita fantasias transgressivas, o que nunca me tinha acontecido antes. Nesse mesmo período comecei a sofrer de prisão de ventre. Só consigo evacuar a cada três dias. Essa situação tem algum relacionamento com esses pensamentos ou é uma coincidência?

Caro leitor,

É possível que essa jovem tenha suscitado emoções reprimidas. 
As pessoas que sofrem de prisão de ventre, tendem a controlar excessivamente as próprias emoções, são muito formais e tendem a dar uma imagem muito preservada.

Vicent van Gogh disse que as emoções são os grandes capitães da nossa vida e que nós obedecemos-lhes sem nos apercebermos.

Talvez os pensamentos transgressivos que essa jovem despertou, são o reflexo da sua outra maneira de ser: mais aberta e desprendida de limites.

Eritrofobia

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Sofro de eritrofobia, medo de corar. Sinto-me corar principalmente, quando alguém me toca, ou quando estou a ser observada ou quando há um assunto relacionado com homens. Esse desconforto manda em mim, sinto-me como se estivesse enjaulada, é um tormento. Antes de sentir o corar, sinto o coração disparar e um sentimento de aperto no peito.

Pergunto-me se esta fobia ficará para sempre.

Cara leitora,

quando o rosto se tinge de vermelho ao falar de certos argumentos ou em ser tocada, significa que há em si emoções reprimidas. É como se dentro de si, existisse uma outra mulher mais desinibida que quer desvelar-se, mas é prontamente reprimida por si, por medo do julgamento das pessoas.

É preciso aliviar o controle. Comece a observar-se, sem criticas e nem perguntas. Pense que não há nada de mal em corar, pelo contrário pode gerar ternura. Não tente combatê-la. Imagine, com afeto, esta “mulher misteriosa”, que quer aparecer. Faça com que ela participe nas suas fantasias. Permita que ela influa um pouco na sua vida do dia a dia e vai ver que vai se sentir bem.

Comportamento inibido

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Vivi durante uns 30 anos num apartamento, onde tive família constituída.

Tive sempre problemas de falta de confiança própria que me bloquearam nos relacionamentos sociais, com as inerentes consequências de sofrimento, frustrações e sentimentos de culpa.

Nesse apartamento as pessoas passavam por mim e habituaram-se aos comportamentos desajustados de inibição em que não as cumprimentava por receio. Entretanto aposentei-me, divorciei-me e casei. Mudei para um outro apartamento, com novas pessoas, mas mais dadas, "obrigando-me" a abrir, porque eram mais expansivas, mas dei comigo a fechar-me ainda mais.

Na minha infância tive uma experiência desagradável na escola que me inibiu socialmente e mais tarde aos 14 anos tive de usar um processo de defesa perante um grupo de pessoas que me defrontavam e à minha mãe que eu queria proteger. Servi-me de uma "arma" de hipnotismo que consistia em rituais no modo de olhar as pessoas, pretensamente para as dominar. Esta experiência acabou com a pouca autoconfiança que tinha. Desaprendi de olhar naturalmente para as pessoas o que prevalece até hoje.

Como superar este problema que me gera muito desconforto e ansiedade?

Caro leitor,

Para superar o seu problema psicológico tem que star motivado para a mudança. É essencial buscar a raiz do problema para encontrar formas de atenuar as inseguranças.

O uso de estratégias como o hipnotismo, embora possa ter-lhe servido como um mecanismo de defesa durante algum tempo, não resultou por tratar-se de uma prática inadequada para o seu caso.

A falta de confiança é um problema que ainda atinge parcela considerável da população. Perfecionismo excessivo, medo de dizer o que pensa e mania de se comparar são algumas das características das pessoas que vivem com essa insegurança.

Os traumas de infância, certamente, também influíram na sua inibição, mas tendo em conta a sua maturidade atual, foque na possibilidade de mudança e na aceitação de algumas imperfeições.

Uma dica que pode ajudar é ler o livro: A coragem de ser imperfeito, de Brené Brown .

A autora Brené Brown apresenta as suas descobertas e estratégias bem-sucedidas para tratar vulnerabilidade, medo, vergonha e imperfeição. Para a escritora, viver é experimentar incertezas, riscos e se expor emocionalmente. E isso não precisa ser algo ruim. Para Brown, a vulnerabilidade não é uma medida de fraqueza, mas a melhor definição de coragem. Com esse pensamento, A coragem de ser imperfeito nos desafia a mudar a maneira como vivemos e relacionámo-nos.

Caso não sinta melhoras, busque ajuda profissional, a terapia pode ser uma ótima ferramenta para entender de onde vem as suas inseguranças.

 

Relacionamento aberto

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Olá! Eu preciso de uma opinião profissional para esse meu caso, pois busquei neste blog acerca de algum caso mais parecido que o meu, mas não encontrei.

Sou casada há 15 anos com meu marido. Ele é um marido maravilhoso, e um amante melhor ainda. Mas ele sempre me disse que possui um desejo incontrolável em ter "relações sexuais com qualquer mulher", tanto que no decorrer desses anos ele teve casos com diferentes mulheres (fato revelado nesta última semana). Devo informar que quando eu desconfio, ele não nega e sempre acaba me revelando (motivo este pelo qual eu sempre perdoei todas as escapadas). Dessa forma eu sempre contei com a sua lealdade, e não a fidelidade.

Quanto ao meu sentimento, o complicado é que ao saber que outra mulher teve prazer no corpo dele, eu fico excitada. Inclusive em alguns momentos eu até gostaria que outra mulher partilhasse do nosso ato sexual. Mas até nisso eu sinto ciúmes dele, medo dele achar o corpo de outra mulher mais desejável que o meu, ou de ser trocada.

Acontece que desta última vez eu desconfiei enquanto o relacionamento acontecia. Descobri quem era a mulher, inclusive tivemos uma conversa eu, ele e ela em um local público, onde chegamos a conclusão de: Ele disse que nunca tinha prometido nada de relacionamento sério a ela; Ela confirmou, disse que não tinha intenção de acabar nosso casamento e pasme! Até disse que eu mereço coisa melhor que meu marido! Rsrsrsrsrsrsrs E eu já tendo em vista o histórico dos casos anteriores dele (marido) acabei cedendo e permitindo que ele este caso siga o seu curso até o fim de formatura natural. Inclusive eu disse: "-eu sei que corro o risco desse caso de vocês se transformar em algo sério como foi o meu relacionamento com o marido, mas vou fazer como Wesley Safadão, eu vou pagar pra ver", mas que se eu notar alguma diminuição no meu amor com o meu marido, sinal que a nossa relação chegou ao seu destino.

Passado dessa autorização ele teve dois encontros com ela e sinceramente, eu morro de ciúmes, eu choro, fico ansiosa. Meu marido apesar de sempre dizer que nunca escolheu por outras mulheres, sempre rola a minha insegurança. Como casal, sempre fomos muito ligados e parceiros.

Após esse relato, eu sinceramente não sei o que fazer, pois sofro em saber que a atenção e o tempo dele está dividida com outra pessoa. Ontem sofri uma crise de ansiedade devido a isso. Eu o amo, e estou tentando lutar por nós, mas penso se ainda devo continuar esse casamento ou se cada um deve seguir o seu caminho.

Por gentileza não respondam com preconceitos, pois as vidas são carregadas de complexidades e principalmente as relações entre pessoas. 

Cara Leitora,

Relacionamento aberto é a relação romântica em que os parceiros envolvidos concordam com uma forma de não-monogamia, de modo que relações românticas ou sexuais com terceiros possam não ser consideradas traição ou infidelidade. Isso significa que eles concordam que uma relação íntima, sexual ou romântica com terceiros é aceita, permitida ou tolerada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Relacionamento_aberto)

Um relacionamento aberto pode dar certo desde que haja concordância de todos os envolvidos e a intimidade seja bem delineada.

O problema é que no vosso caso é uma relação “quase” aberta e há ciúmes e desconfiança.

Se ama o seu marido e quer lutar para que a relação se mantenha, pensar em separação, não é solução. Em qualquer relacionamento, a comunicação e o diálogo são essenciais. É preciso haver uma comunicação aberta e honesta. No vosso caso, é essencial definir limites claros e realistas, haver um consentimento contínuo, uma revisão regular dos acordos e fazerem testes periódicos de doenças sexualmente transmissíveis.

O diálogo não pode faltar, para que ambos se sintam confortáveis e possam estabelecer limites claros e consensuais.

Embora possa ser uma experiência enriquecedora, nem todas as pessoas estão preparadas para essa forma de relacionamento e é importante respeitar as vossas escolhas e preferências.

Conversem sobre todos os vossos sentimentos e emoções, com sinceridade e autenticidade.

 

 

 

Luto de um amor

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Não consigo deixar de pensar no meu ex, mesmo se já não estamos mais juntos e se eu já frequento outra pessoa. Com o meu ex, estivemos juntos 4 anos. Foi um namoro à distância, estivemos presencialmente umas 4 vezes, mas falávamos sempre por videochamadas, sms, e tínhamos uma cumplicidade e entendimento fantástico.

Passaram-se 3 meses e tenho vontade de procurá-lo, como amigo, mas sei que poderemos recomeçar. Ao mesmo tempo sinto muita culpa por ser a má da fita, já que comecei com outro antes de terminar com ele.

Não quero voltar com ele, pois sinto que a relação não tem continuação num futuro próximo.

Não se porque isso acontece comigo.

Cara leitora,

O luto de um amor, pode levar mais tempo do que o próprio enamoramento. O fato de terem estado juntos presencialmente poucas vezes faz com que se favoreça as boas lembranças e mantenha-se a idealização do relacionamento futuro.  

Após 4 anos juntos, é normal que sinta saudades mesmo se a relação não tem futuro.

Deixe passar algum tempo e se a saudade permanecer ... volte a procurá-lo.

Bloqueio amoroso

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Olá boa noite,

tenho 28 anos de idade e não consigo amar nenhum homem. Não sei o que se passa comigo e também nunca atraí nenhum homem. Eu quero ser como outras jovens normais, mas não consigo.

 O que fazer?

Cara Jovem,

O bloqueio emocional amoroso é uma barreira que impede a expressão de sentimentos profundos e a criação de vínculos íntimos e saudáveis.

Manifesta-se em evitar o compromisso emocional, medo de ser vulnerável ou dificuldade em expressar emoções positivas, ou negativas.

Traumas do passado, como abuso emocional, traição ou relacionamentos tóxicos, podem deixar profundas cicatrizes emocionais que favorecem a construção de blocos emocionais para nos proteger de desgostos futuros.

Não sei se é esse o seu caso, mas é possível de ser superado. Para tal dedique-se ao autoconhecimento, busque ajuda psicológica especializada e pratique o autocuidado.

Ao reconstruir relacionamentos amorosos saudáveis, certamente encontrará a felicidade que tanto ambiciona.

FELIZ DIA DA MULHER

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O Dia Internacional da Mulher celebra-se hoje, 8 de março, um aniversário muito importante para recordar as conquistas sociais, políticas e económicas que viram o papel das mulheres mudar radicalmente no último século da história. Conquistas a renovar todos os anos e todos os dias para recordar que as mulheres continuam a ser vítimas de discriminação, abuso e violência em todas as partes do mundo, mesmo nos países onde deram grandes passos no sentido da igualdade de género.

O 8 de março pode ser vivido com participação e consciencialização de temas do empoderamento e do combate à violência e à discriminação de género!

 

Parabéns a todas as mulheres, 365 dias por ano!

Mariagrazia Marini

Mãe toxica e abusiva

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Hoje mesmo passei por mais uma situação de humilhação. Minha mãe tem 70 anos, o tempo todo irritada, batendo a porta do quarto, quando lava louça joga os talheres na pia, fica dando show de horrores a todo momento. Desde a morte do meu pai, pai que ela conseguiu manipular a vida toda, está cada dia pior. Tenho 48 anos, divorciada, depressão, ansiedade, tenho uma filha de 14 anos (adolescente difícil) e estou morando com ela desde a morte do meu pai, faz 8 anos. Trabalho fora, também faço tudo que é necessário em casa, limpeza, comida e resolvo com as próprias mãos reforma. Pintura, dentro de casa "construção" quando necessário. Tive que aprender a fazer de tudo, pois pra minha mãe nunca oque faço está bom ou é suficiente.

Tenho um irmão de 44 anos que surtou há 20 anos atrás (bebidas quentes e coisas ilícitas) e hoje é esquizofrênico, mora connosco em um cômodo separado, tem a pensão dele e não ajuda financeiramente com nada, nada, nada. O cúmulo o, é quando ele surtava e partia pra cima de mim pra me esmurrar, minha mãe dizia: coitado não sabe oque está fazendo. Apanhei muitas vezes. Quase morri um dia sufocada. Até que um dia chamei a polícia pra ele. Minha mãe não me defendeu. Por acaso queria que ele continuasse me batendo não fizesse nada até hoje? Quando ela surta, manda embora minha filha e eu, só porque faz 1 ano estamos nos ocupando seguimos nossa vida. A todo momento ela se faz de vítima, aliás a vida toda. Faz alguns tratamentos médicos, reclama todos os dias, vive em cima da bíblia, diz que não tenho amor por ela. Tô cansada esgotada. Me afundei em dívidas para satisfazer as necessidades aleatórias dela. Porque nunca o que faço é suficiente. Atualmente, depois de 8 anos consegui arranjar um namorado, e tudo vem piorado a cada dia. Surta na frente dele, me chama de irresponsável, de filha desnaturada etc. Ainda bem que meu namorado é maduro e já percebeu que minha mãe só sabe me massacrar e "passar o pano" para meu irmão que nem lava próprio prato. Tenho a sensação de que ela queria que a esquizofrênica fosse eu. Porém, não bebo, não fumo e nunca precisei me drogar pra ser feliz. Já ele o mimadinho, sempre fez o que bem entendeu, mas compra ela com os elogios e pra ela é o suficiente, embora não faça nada.

Tenho vontade de sumir, morrer, desaparecer, o desespero toma conta de mim diariamente. Já acordo me sentindo um lixo. O clima aqui em casa é tenso, não tem diálogo, só ela tem razão, pior que sou uma pessoa que guarda tudo no coração. Mas tenho meus momentos de explosão pelo menos 1 vez na semana. Tô cansada, muita ignorância e maltrato. Quando criança eu pensava "minha mãe me trata muito diferente do meu irmão " será que sou adotada? Meu pai dizia, pare de ser assim com ela com tanta opressão, e completava: você deveria ser assim com seu filho, pra virar homem. Em outras palavras: minha mãe me criou homem e criou meu irmão extremamente protegido como uma mulher.

Nenhum familiar vem na minha casa, pois minha mãe é insuportável dona da razão. Os dias estão passando e quando me organizar financeiramente, vou embora daqui. Mesmo sabendo que ela precisa me suportar pois a casa também é minha, e não é só do meu irmão folgado. Aliás, grita aos quatro cantos: "a casa é minha" .... Não aguento mais passar por isso, parece que meu peito vai explodir. Minha mãe precisa cuidar da própria vida, não sou o marido dela, não nasci pra substituir meu pai. Ultimamente quando chega às contas de energia elétrica e água, ela esconde, só pra fazer eu ir atrás pra dar trabalho. Um absurdo. Se faz muito de vítima, conta pra todos pelo Whats App. Mas quem me conhece sabe que sou do tipo que sofre calada. Se alguém puder me confortar, com uma palavra, eu agradeço.

Cara Cristina,

Ter uma mãe tóxica é uma realidade muito dolorosa e ainda mais com o problema do seu irmão, não deve ser nada fácil para si. As mães, de maneira geral, exercem uma influência enorme sobre a nossa mente e acredito que esteja muito cansada e magoada com toda a situação.

Uma mãe tóxica é aquela que se comporta de modo muito prejudicial para seus filhos e chega a prejudica-los no bem-estar emocional e psicológico.

Lidar com uma mãe toxica e abusiva pode ser uma experiência emocionalmente desafiadora e muitas vezes prejudicial para seus filhos. Reconhecer os padrões de comportamento narcisista, buscar e estabelecer limites saudáveis ​​são passos cruciais para preservar o bem-estar e a saúde mental. Embora seja um caminho difícil, estabelecer limites e regras no relacionamento bem como a conscientização e a busca de ajuda terapêutica podem ajudar a quebrar o ciclo de abuso e proporcionar a oportunidade de uma vida mais saudável e equilibrada.

É importante lembrar que cada situação é única e não há uma solução única para lidar com uma mãe tóxica. Experimente diferentes estratégias e procure encontrar aquela que funciona melhor para si.

Lidar com um irmão problemático também é uma missão difícil. É preciso aceitar a doença e suas dificuldades, ser realista em relação do que espera dele e de si própria. Tenha calma, senso de humor e mantenha a esperança.

Lembre-se que tem o direito de cuidar de si mesma e estabelecer limites saudáveis para sua vida. Com paciência e ajuda, principalmente de um bom terapeuta, certamente irá conseguir orientar a sua vida de uma forma mais saudável.

Bloqueio emocional

144.jpgEu apaixonei-me por um jovem em 2020 e nesse tempo tivemos um rolo, mas não deu certo e nos afastamos mesmo gostando muito um do outro. Eramos da mesma escola então eu via ele todos os dias, comecei a namorar para esquece-lo, passei 7 meses com essa pessoa e nada, então terminei e ele veio atrás de mim novamente. Em 2022, começamos a namorar e assim ficamos por uns 4 meses, mas acabamos terminando em outubro de 2023 por imaturidade nossa, mas ele arrumou outra em 1 mês e eu sofri demais e ainda estou passando por isso. Amo-o muito. Já vai fazer 4 meses que terminamos, ele é bloqueado em tudo e não consigo ver se ele ainda tem sentimentos por mim, mas agora eu não me consigo envolver com outras pessoas. Eu tentei seguir a minha vida, mas algo parece impedir-me, eu enjoo rápido da pessoa e não consigo demonstrar nenhum tipo de afeto, não sei mais o que fazer.

Cara Leitora,

Parece que está passar por um bloqueio emocional. O bloqueio emocional é um mecanismo de defesa que muitas pessoas desenvolvem após passar por situações traumáticas e desconfortáveis, dentro das suas relações amorosas ou não.

O tratamento implica numa construção diária, com muito trabalho mental e emocional, pois é preciso combater hábitos, crenças e manias. Não significa que seja difícil ou impossível, muito pelo contrário, tudo irá depender da energia que esteja disposta a investir na sua cura!

A forma mais efetiva e rápida para alcançar a cura total do bloqueio emocional é a terapia, por trabalhar ativamente a forma como se coloca no mundo,  os seus comportamentos e emoções.

Bom Ano de 2024

 

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Para o Ano Novo um bom propósito é NÃO à autocritica!

Para estar bem consigo próprio não é preciso um esforço para melhorar, mas sim procurar a cada dia a própria unicidade no caminho pessoal!

Que o ano novo traga-nos a nova possibilidade do auto cuidado.

Mariagrazia Marini