Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Jovem sem interesses

70.jpgBoa tarde Dra.,

Sou mãe de um jovem que faz 15 anos próximo mês e uma menina que faz 7 em setembro. Neste momento tenho uma situação que não sei se é um problema grave ou uma preocupação exagerada minha.  Neste momento ele encontra-se numa fase que nada lhe desperta interesse, nem escola nem música nem futebol, nada. Anda numa de dizer que tira boas notas sem estudar, logo não precisa de estudar. No futebol se for convocado foi se não for diz não interessa....e tudo isto causa-me muita preocupação sou muito sincera. Gostaria de ter a opinião da Drª se possível, se acha que é normal da idade ou se será objeto de uma análise de um profissional. Desde já agradeço a atenção que me possa dispensar.

Cara mãe,

Quando um adolescente se apresenta desmotivado e sem interesses a palavra-chave é conversar. Além de dar atenção e conversar, pode ainda ajudá-lo a encontrar novos interesses. É preciso que ele experimente coisas novas para perceber o que gosta e o que não. Para além de experimentar, o jovem também deve ser capaz de, a certa altura, investir de forma consistente em alguma atividade, o que pode implicar em tolerar frustrações e encontrar estratégias para melhorar o seu desempenho.

 

Essa fase da adolescência pode representar um período de flutuação necessário ao amadurecimento e pode ser preciso experimentar muito. Peça-lhe para participar em algumas atividades antes de decidir e comprometer-se. Não o critique, mas ajude-o nesse caminho tortuoso.

Essa fase de pandemia que estamos a viver, também não colabora e acaba por incentivar muitos adolescentes a isolarem-se.

Se, entretanto, perceber que a situação se mantém inalterada, faz-se necessária uma análise de um profissional.

 

Projeto de vida

69.jpg

Olá doutora, tenho 18 anos e vivo desde os 12 anos com a minha irmã mais velha depois que meus pais faleceram. Ela ensinou me muitas coisas e ensinou-me a ser quem eu era, mas quando tinha 16 anos ela expulsou-me de casa quando se juntou com o meu atual cunhado porque as cenas entre nós não estavam bem, eu fazia algumas asneiras, mas eles nunca escutaram a minha opinião sobre o que eu achava que estava errado. Depois de 2 meses voltei para cá pois a minha irmã disse que se eu quisesse ajuda ela iria ajudar-me, mas eu não soube aceitar a ajuda até porque na minha opinião eu sou controlada aqui em casa e só estava com eles praticamente às refeições e sentia me muitas das vezes de parte, mas tentei sempre fazer o meu melhor para que não houvesse discussões. Sempre que eles diziam que eu tinha feito algo mal e acusavam-me de algo que não tinha feito eu não respondia e tentava sempre controlar as emoções à frente deles e só depois chorava ou ficava triste.

Sempre senti que apesar de estar aqui em casa que havia uma barreira entre nós, mas eu fingia que estava tudo bem... Há 2 semanas atrás eles tinham falado comigo para eu ver faculdades e delinear um plano de estudo, mas depois de uma semana eu não o fiz e um dia ela entrou para dentro do meu quarto a berrar a dizer que ela estava cansada de se esforçar por mim e que eu não queria saber do meu futuro, que eu era manipuladora e egoísta e que se não pensasse no meu futuro era expulsa de casa. Eu fiquei extremamente ansiosa depois disso e ficamos sem falar durante 3 dias até que o meu cunhado veio ao meu quarto e disse que aquele dia era o último dia para falar com eles. Então depois da escola eu fui falar com eles e eles disseram me que depois do meu exame em julho que iria sair daqui porque eles precisavam tempo para respirar e que não sabiam se depois iria voltar e que estavam completamente desiludidos comigo. Para além disso disseram que eu era extremamente orgulhosa. Neste momento eles não falam comigo, nem tomam as refeições comigo e eu fico o dia todo enfiada no quarto triste e cheia de ansiedade. Eu sei que eles têm razão em muitos aspetos.

Não sei o que fazer neste momento, do que lhes dizer para melhorar a situação ou se o melhor é mesmo sair daqui.  Eu de certa forma achei a atitude deles um pouco exagerado, mas não lhes tiro razão, apenas não sei o que fazer neste momento pois tenho muito medo do futuro e sinto me completamente desiludida comigo mesma e com a autoestima completamente acabada.

Cara jovem,

 

ver faculdades e delinear um plano de estudo parece-me ser o caminho mais correto para si a para seu futuro. Ficar em casa fechada no quarto é que não pode ser. Em alternativa pode procurar um emprego e também poderá estudar à noite. Enfim a sua irmã tem razão de a pressionar para tomar uma atitude positiva para a sua vida. Se tiver condições viver sozinha e fazer a sua vida também é uma boa alternativa, mas precisa organizar o seu futuro, pois sem um objetivo na vida vai se sentir cada vez mais ansiosa, desiludida, sem motivação e a sua autoestima vai ficar cada vez mais baixa.

Pense no que gostaria de estudar, procure uma faculdade com um curso adequado à sua média, talvez um curso de professora, de assistente social, enfim algo que possa gostar de trabalhar no futuro. Vá visitar algumas universidades, fale com as suas professoras para a orientar, enfim tente organizar a sua vida. 

Quando tiver alguma ideia do que fazer fale com a sua irmã e seu cunhado e vai ver que eles também poderão ajudar.

Não tenha medo, confie em si !

 

Adolescente entocado

68.jpg

Sou mãe de um menino de 15 anos, que estuda, tira notas boas, tem amigos na escola só que agora está muito “entocado”. Ele é filho único e em nosso prédio não há e nunca houve, meninos da sua idade. Quando ele está em casa fica só no computador falando com os amigos, jogando, vendo filmes e até estudando com os amigos. Conversam muito pela internet.  Ocorre que ele não sai mais de casa além da escola. Ano passado era convidado para festas de 15 anos e nunca foi. Sempre foi ao cinema e ao shopping com os colegas e agora todos trocaram para a mesma escola e a rotina mudou. Eu e meu marido somos muito quietos e silenciosos e meu marido não gosta de sair. Eu tenho depressão, mas o convido para pequenos passeios e ele não quer ir. Ele e o pai ficam em uma sala multiuso, de onde só saem para comer e dormir. Fica todo tem longe da minha visão. faço questão que todos almocemos juntos, e ele é rapidinho para voltar ao quarto.

Sei que na adolescência os meninos se afastam da mãe e querem ficar isolados, mas estou preocupada. É previsível que o menino não queira mais sair para tomar sorvete com a mãe? Posso considerar o contado pelo computador como algo aceitável já que moramos um pouco longe dos outros amigos? Tenho respeitado o espaço dele, mas tenho medo de estar deixando algo passar e que isto possa causar dificuldades no futuro.

Agradeço por futura orientação.

Cara mãe,

Sim, é previsível que o menino adolescente não queira mais sair para tomar sorvete com a mãe.

Agora não é saudável que ele fique "entocado". Esse comportamento pode evoluir para uma Síndrome que é bastante comum no Japão, chamada Hikikomori, literalmente, Síndrome do Isolamento em Casa, ou seja, a doença da pessoa que não consegue sair de casa. Em casos extremos, não há nenhum contacto “presencial” com o mundo exterior.

Está indicado um tratamento psicológico para que esse comportamento não se cristalize e para expandir o repertório comportamental do seu filho, afim de que ele possa fazer mais coisas quando precisar ou desejar, não ficando limitado nos seus comportamentos.

É muito difícil ver os limites nesses casos. O Tratamento é normalmente adiado pelos pais ou responsáveis por pensarem que não há nada de errado, ou então, porque vai conseguir sair deste quadro sozinho.

É preciso procurar ajuda especializada!

Marido traidor

67.jpg

Olá doutora,

fui traída e meu marido me confessou.  Disse que não é um caso, que foi coisa de momento. Que bebeu com os amigos e ficou com outra, disse que foi só beijos e tals. Ele me confessou. Disse que eu sou boa demais pra ele e que ele era um covarde e não prestava por ter me traído.  Falou que não me ama como antes. Mas, quer voltar a amar. Eu estou arrasada por dentro, mas resolvi perdoar e tentar de novo. Somos casados há 17 anos. 

Cara leitora,

Uma traição é sempre muito dolorosa, difícil de ultrapassar e pode levar a uma grave crise no casamento. Entretanto as crises são sempre oportunidades para a mudança. O amor é capaz disso e de muito mais! A ideia é construir algo diferente do que foi.  Naturalmente a base afetiva tem de existir, mas não chega. É necessário que ambos o desejem e que haja um compromisso e empenho no processo de renovar a relação. Um casamento precisa ser cuidado. O amor conjugal precisa ser nutrido para permanecer vivo e evoluir positivamente.

 Caso sintam dificuldades na relação, procurem ajuda especializada. Uma terapia de casal vai ajudar muito.

 

Assexualidade?

66.jpg

Tenho 15 anos e até hoje nunca beijei ninguém. Eu sinto atração por homens, mas quando se trata de beijo eu não me sinto nada confortável. 

Conheci um menino que gostava de mim e o meu sentimento por ele era recíproco, eu me sentia atraída tanto pelo físico como pela maneira que ele pensava e ele me passava a segurança de que eu podia confiar nele. 

Enfim, nós conversamos por muito tempo, até que decidimos nos encontrar, por insistência dele. Nos encontramos e sempre que ele tentava me beijar eu virava o rosto e dava um beijo na bochecha dele. Continuamos conversando e nos encontramos mais vezes e era sempre a mesma coisa. Depois de um tempo decidi por um fim, já que ele começou a demonstrar que queria algo sério e eu realmente n tenho vontade de me envolver sério com alguém.

Cara Jovem,

o beijar implica em intimidade e mostra o amor para a outra pessoa. Algumas pessoas podem sentir grande medo nessas situações. O medo da intimidade pode estar associado à baixa autoestima e a uma autoimagem negativa. Por outro lado, também há o medo da vulnerabilidade, relacionado com o medo do abandono ou da entrega. Provavelmente, por algum motivo, não estava com disposição de beijar o rapaz. Talvez por ter medo, ou por não querer se entregar. A sua é a idade do namoro, mas não com qualquer pessoa. O seu desconforto não parece estar relacionado com assexualidade.

Relaxe e viva a sua vida com naturalidade.

Desgaste e traição

65.jpg

 

Estou sem direção...

Tenho 21 anos e ele 24 anos. Namoro desde meus 14 para 15 anos, estávamos 6 anos juntos. Perdi minha virgindade com meu namorado e estava com ele até essa semana, quando descobri que ele me traiu pela primeira vez. Nosso relacionamento já estava um pouco frio, ele reclamava que eu não dava mais atenção como antes para ele, dizia que se sentia sufocado por sermos muito possessivos um com o outro, nunca havíamos terminado. Nesses últimos meses tentamos terminar umas 3 para 4 vezes e não conseguimos por fraqueza talvez, amor... ou costume. Ele está muito mudado, como eu também. Eu o amo demais, ele diz que me ama muito e se arrepende pelo que fez. Diz que não mereço ele, que fui a melhor coisa que aconteceu na vida dele. Vamos lá....

Final de semana passado descobri vasculhando no celular dele que ele me traiu com uma garota de programa, chamou ela para ir na casa dele..

Porém, essa última semana depois do que ele fez eu percebi que ele estava diferente, se sentindo culpado, eu sabia que tinha alguma coisa errada. Então foi aí que decide vasculhar mais o celular dele onde encontrei o indício da traição. Sempre tive o costume de olhar o celular dele, nunca nos privamos disso. E então fiquei pressionando ele por uns três dias até ele me falar a verdade. Ele inventou bastantes histórias até que consegui arrancar a verdade. Eu sei o motivo que levou ele a fazer isso, eu realmente deixei a desejar, sei que foi por sexo, se não ele teria encontrado alguém e me trocado, não pagaria uma puta para isso. Pelo menos é o que eu penso e vejo no momento.  Porém eu não merecia que ele fosse tão sujo e baixo comigo, nunca fiz nada contra ele. Estou me sentindo péssima, terminei com ele, pedi um tempo para pensar. Sempre deixei bem claro que se isso acontecesse seria o fim do nosso relacionamento. Porém agora eu entendo que quando acontece com a gente é totalmente diferente.

Eu estou com muita raiva, mas ao mesmo tempo só quero que tudo volte ao normal e que sejamos felizes. Mas sei o quanto sou rancorosa, tenho medo de voltar e ficar um relacionamento muito pior do que já estava, pois está sendo muito difícil para mim confiar nele novamente. Estou tirando um tempo para pensar, mas realmente estou perdida.... Sempre vivi muito por ele e não houve reciprocidade. E hoje me encontro sozinha sem saber o que fazer. Gostaria muito de voltar com ele, mas não sei como lidar com isso. Amo muito ele, será que serei capaz de esquecer e recomeçar do zero?

Cara leitora,

Não sei se vai conseguir esquecer, mas poderá perdoar e se sentir que o seu relacionamento merece uma segunda possibilidade, não alimente a paranoia.

Por mais que a sua insegurança seja compreensível, não tente espioná-lo, sufocá-lo ou privá-lo de fazer as coisas que ele gosta. Num relacionamento cada um deve ter o seu espaço e a sua privacidade. Isso vale também para o vasculhar o celular.

A confiança vai levar tempo a ser reconstituída, mas quando existe amor, tudo pode ser recomposto.

O começar o namoro muito jovem e ainda deixar a desejar em relação ao sexo, podem ser fatores que contribuíram para que essa situação acontecesse.

Provavelmente a sua autoestima também vai sofrer um impacto, mas com a sua força e dedicação vai conseguir recuperar. Invista em si, em coisas que goste. Pratique atividades físicas, comece um curso ou faça leituras que agreguem positivamente em sua vida.

O importante é ocupar o corpo e a mente com pensamentos enriquecedores.

Caso sinta que não consegue superar o sucedido, procure ajuda especializada.

Amor da infância

64.jpgBoa tarde. 

Preciso muito de conselhos e ajuda.

Tive um amor na infância e infelizmente não conseguimos ficar juntos. Cada um seguiu com a sua vida, confesso que ainda o amo e nunca mais amei alguém, meu coração ficou preso a esse amor. Tenho um pessoa na minha vida que me ama e temos 2 filhos, não consigo amar o pai dos meus filhos.

Será que posso ficar com ele por causa dos meu filhos? 

Cara Leitora,

O amor da sua infância, provavelmente, é um amor idealizado, onde tudo é lembrado como maravilhoso e perfeito, mas a realidade atual é outra e o que acredita ser perfeito, quase certeza, será uma desilusão.

Ao pensar no seu amor do passado, deixa de investir na sua relação atual e assim vai prejudicar cada dia a sua família. Para manter uma união saudável e motivadora é preciso investimento. Talvez se olhar mais cuidadosamente para o seu parceiro vai encontrar qualidades e virtudes que possam deixá-la sentir atração e amor.

Reflita sobre essas questões antes de tomar qualquer decisão precipitada, da qual poderá se arrepender mais tarde.

DIA da MULHER

63.jpg

 

Parece gentil e tão honesta 

Dante Alighieri (1265-1321)

 

Parece gentil e tão honesta 

de minha Dama, quando alguém saúda,

que toda boca vai ficando muda

e os olhos não se afoitam de a fitar.

Ela assim vai sentindo-se louvar

na piedosa humildade em que se escuda,

qual fosse um anjo que dos céus se muda

para uma prova dos milagres dar.

Tão afável se mostra a quem a mira

que o olhar infunde ao coração dulçores

que só não sente quem jamais olhou-a.

E quando fala, dos seus lábios voa

Uma aura suave, trescalando amores,

que dentro d'alma vai dizer: "Suspira!"

 

Tanto gentile e tanto onesta pare

Dante Alighieri (1265-1321)

 

Tanto gentile e tanto onesta pare

la donna mia quand’ella altrui saluta,

ch’ogne lingua deven tremando muta,

e li occhi no l’ardiscon di guardare.

Ella si va, sentendosi laudare,

benignamente d’umiltà vestuta;

e par che sia una cosa venuta

da cielo in terra a miracol mostrare.

Mostrasi sì piacente a chi la mira,

che dà per li occhi una dolcezza al core,

che ‘ntender no la può chi no la prova;

e par che de la sua labbia si mova

un spirito soave pien d’amore,

che va dicendo a l’anima: Sospira.

As mulheres possuem uma energia interior primordial que as protegem, confiam no ritmo da vida e mesmo nos momentos mais difíceis e de dor encontram sempre as palavras para ver e ir além.

NÃO à VIOLÊNCIA !!! Feliz dia a todas as mulheres!

Mariagrazia Marini

 

 

 

 

Esquizofrenia

62.jpgDra.

Eu estou com muito medo de ter esquizofrenia, eu não tenho nenhum tipo de alucinação. Não vejo coisas, não ouço coisas... Mas desde que o irmão de uma amiga foi diagnosticado eu passei a ter pânico de doenças assim.

Sempre tive pavor de doenças mentais, isso me causa muita ansiedade, passo o dia na internet pesquisando sobre. Desde que vi que pessoas assim tem mania de perseguição comecei a achar que todos estão falando de mim ou tudo é indireta para mim.

Fico a todo momento olhando para os lados na angústia de ver coisas, qualquer coisa que eu ouço tenho que verificar na angústia de ser algo da minha cabeça.

Cara leitora,

Quais são as suas crenças? O que pensam as pessoas ao seu lado sobre isso?

Sente-se doente mentalmente?

A olhar para os lados já viu algo assustador? Já viu ou ouviu pessoas ao seu lado a falar mal de si?

Se respondeu não a essas perguntas, que deduções pode tirar sobre essas questões?  

A esquizofrenia caracteriza-se por psicose (perda do contato com a realidade), alucinações (percepções falsas), delírios (crenças falsas), discurso e comportamento desorganizados, embotamento afetivo (variação emocional restrita), deficits cognitivos (comprometimento do raciocínio e da solução de problemas) e disfunção ocupacional e social. 

Acalme-se. O seu problema está relacionado com um transtorno de ansiedade de doença.

 Siga em frente na sua vida, sem se fixar em problemas de outras pessoas.

Contudo, se a sua ansiedade persistir procure ajuda especializada.

Tudo de bom para si.

 

Origem do dia de São Valentim

imgCoracao.gif

Ao longo dos séculos, diferentes tradições se sobrepuseram, a mais antiga remontando à Roma clássica.

Em meados de fevereiro, mês dedicado à purificação, os romanos celebravam a Lupercalia, festas que relembravam o ciclo da vida e da fertilidade.

Esses dias eram dedicados ao deus Fauno, em seu significado de Lupercus, protetor do gado e dos campos, e incluíam uma série de rituais que queriam dar vida a um processo de renascimento através do caos ancestral.

Nascido em Interamna Nahars na Itália (hoje Terni), em 176 DC, Valentino é bispo e mártir da Igreja Católica.

As razões pelas quais ele foi escolhido como o santo padroeiro dos amantes não são totalmente certas. Outra lenda conta que ele arrecadava dinheiro para comprar presentes de jovens órfãos, para que se casassem.

Outra lenda diz que ele arrecadou dinheiro para oferecer a jovens órfãos, para que eles pudessem se casar.

Por isso circula a teoria desse dia estar associado ao romance ou ao início de um amor.

 

Bom São Valentim!