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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Amigos de infância

 

 

 

Somos amigos de infância e compartilhamos a vida escolar, universitária, profissional e social. De vez em quando temos uma relação de casal e em seguida nos separamos. Ele me confessou que não consegue viver sem mim, mas na semana passada me apresentou a sua nova namorada. Vulgar, estúpida e nada adequada a ele.

 

O que eu sinto é só ciúme?

 

Se o que sente é ciúme, ferida narcísica, dor por um amor terminado e não correspondido, ou medo de se entregar em uma história de amor, pouco importa. A vida nos apresenta uma realidade que podemos  somente ser aceitar como ela é: às vezes dura, às vezes injusta, às vezes paradoxal. Assim como nós a vivemos somos recompensados e portanto no paradoxo da amizade que se transforma às vezes em relação de casal, mas não em via definitiva, há espaço para uma namorada dividir com a amiga de sempre. E no jogo dos espelhos, mais uma vez, entre os dois existe algo que vos impede de ir até o fim.

 

 Sem pensar na possível namorada, no ciúme, e na infância que vos une: existe algo mais que valha a pena para ficar juntos? Se sim, comunique-se rapidamente com ele, além do romanticismo, devemos ser práticos! Caso não se trate de amizade, é melhor não continuar a se frequentar. Caso não se trate de amor, talvez é melhor nunca mais se frequentar.

 

Quando a separação é verdadeira e total ajuda muito a compreendermos a nossa verdade interior.

 

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