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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Aproximação às mulheres

Olá chamo-me JM, e gostava que me ajudasse sff, o meu problema é o seguinte: tenho algumas dificuldades de aproximação às mulheres porque já tive duas rejeições de mulheres que gostava. A Dr.ª pode-me sff enviar o tipo de frases de abordagem que devo dizer? Pois não sei que frases devo dizer quando encontrar uma rapariga de meu interesse.
 
Também muitas das vezes fico nervoso, ansioso. Que técnicas devo praticar para me sentir mais calmo. Sem outro assunto, assim me despeço, aguardando rapidamente ainda esta semana, a sua resposta.
 
Bom ano 2008

Adolescênte rebelde

Dra,
 
Encontro-me num dilema sobre como agir com minha filha de 13 anos. Ela sempre cursou escolas particulares e no meio do ano passado optou por ir para uma escola pública próxima de nossa casa por lá se encontrar grande parte dos vizinhos. Na verdade, ela se dava bem com as colegas da outra escola, mas preferiu sair. Ela mesma procurou a vaga, pediu a transferência e como precisava de nossa autorização tentamos convencê-la a permanecer, mas todo argumento foi em vão.
Quando ela tinha 1 ano, fui submetida a cirurgia de câncer de mama, o que me impediu de amamenta-la. Fui submetida a quimioterapia e radioterapia em outra cidade, o que a deixou em mãos de amigos; na época tiraram-lhe a chupeta.
Quando ela tinha 8 anos, tive uma metástase óssea e tive que me afastar novamente para novo tratamento (prótese e radioterapia). Nesse período, ela foi muito protegida por todos (parentes, professores, etc).
 
Não devo deixar de comentar que ela é a menor de 4 filhas.
Com 09 anos observei em seu quarto um celular escondido que ela "pegou" de um colega. Repreendemos e demos castigo. Recentemente estava pegando dinheiro escondido de minha carteira e das irmãs, apesar de lhe dar uma mesada simbólica. Mas pega para agradar as colegas, comprar coisas para elas, pagar-lhes lanches. Repreendi e falei que era só pedir e se eu tivesse eu daria.
Como o fato tornou a acontecer ameacei-a de castigá-la fisicamente e sabe qual foi a reacção? Simplesmente saiu de casa com uma coleguinha falando que ia fazer um trabalho de escola e não voltou deixando-nos (meu marido e eu) aflitos e frágeis. Procuramos em todos os lugares imagináveis e depois fomos à polícia. Após 1 dia retornou dizendo que a ameaça que eu fiz a forçou a isso.
 
Ao ser repreendida ela não demonstra emoção nenhuma, fica impassível como se tivesse representando (não chora, não nega, não responde). O que devo fazer? Por favor, me ajude.
 

Efeito da medicação

 

Venho este meio pedir a sua opinião sobre a medicação que ando a tomar há cerca de 2 anos tive uma depressão derivado a vários problemas que tive num espaço curto de tempo com morte de familiares entre outras coisas fui a um neurologista e tomei a seguinte medicação cipralex e victan.
Senti me bem tomei durante 6 meses e fiz a fase de desmame só que voltado 6 meses tive uma recaída e volteia tomara mesma medicação, so que há 4 meses para cá mudei do cipralex para o stablon e o que e certo e que ia ao ginásio fazia a minha vida normal, só que há uns 2 meses para cá tenho andado cansado e tenho andado com muitas extras sístoles já fui a um cardiologista e ele diz que não tenho nada mas noto que o meu ritmo cardíaco aumentou e sinto me mais cansado e ando de novo com sensação de desmaio e um aperto no coração eu acho que esta medicação não me anda a fazer efeito ou já ando a tomar há tempo de mais pq noto que não tenho problemas algum para andar stressado e noto que o meu organismo anda diferente ando a tomar 1 comprimido de stablon de manhã e meio victan ao almoço e um ao deitar mas noto que não ando melhor pelo contrario acho que ando a tomar estes anti depressivos há tempo de mais e o meu organismo anda se a ressentir gostava de saber a sua opinião isto se puder dar porque sinceramente acho que os efeitos dos comprimidos e que me andam fazer isto.

Esquecer namorado

 

 

 

 

Tenho 24 anos. Não sei o que fazer… Tive um namoro longo (7 anos) com um rapaz que eu amava (e amo) muito. Ele me deixou há 9 meses para ficar com outra pessoa. Compraram casa e agora moram juntos.

 

Nunca mais nos falamos. Mas não consigo esquecê-lo. Já tentei de tudo, consultei 3 psicólogas, fiz psicoterapia e, apesar de às vezes me sentir melhor, a dor sempre volta. Parece que não vai ter fim nunca. Tenho tido todo o carinho de um amigo que diz me amar e pediu uma chance para me fazer esquecer esta situação. Temos saído e nos divertido. Adoro a companhia dele, ele me trata super bem, me dá todo o carinho e atenção que preciso, mas o outro não me sai do pensamento. Não sei o que fazer…

 

Penso nele o dia todo, choro vezes sem conta de saudades. Está me fazendo mal. Quero ser feliz e não consigo. Como fazer para esquecer esse alguém que não sai do pensamento, já que tenho feito tudo que me falam (sair, distrair, conhecer pessoas novas, …) e mesmo assim não consigo?? Por favor me dê um conselho….

 

Obrigada

 

 

Dúvida sobre sexualidade

Tenho 24 anos. Sempre sofri com a dúvida gritante sobre a minha sexualidade: sinto atracção por mulheres desde os meus 17 anos. Foi quando eu comecei a namorar uma mulher e me senti “encontrada”. Porém, de forma brusca, o namoro não deu certo, por parte da outra pessoa, e fiquei muito deprimida. Neste período, reencontrei um amigo meu de infância, o qual eu havia sido muito apaixonada. Acabei saindo com ele para provar também o “outro lado” e não senti muita coisa. Nada de borboletas do estômago, apenas aquela empolgação de saber que eu agora podia comparar um a outro (homem e mulher). Foi bom, mas nada demais.
 
Continuei saindo com ele e nosso relacionamento se tornou doentio, pois quando ele ficou sabendo da minha atracção por mulheres, quis se aproveitar disso (mesmo eu dizendo para ele nunca tentar me convencer a algo a três, pois com certeza ele ficaria de lado, pois minha atracção é muito maior por mulher do que para homem). Na verdade, a minha única atracção por homem em toda a minha vida foi apenas por ele. Mesmo assim, mantivemos um relacionamento “semiaberto” onde eu saia com outras mulheres na frente dele e vice-versa. O ponto é que eu sempre sofria mais com o ciúmes de vê-lo com outra mulher. Enquanto que o contrário era uma questão de egoísmo por ser uma forma de se divertir com o tal “desejo secreto de todos os homens”.
 
Brigávamos muito até que conheci uma mulher que fiquei apaixonada e resolvi terminar com meu namorado para ficar com ela. Porém, por medo, a mulher por quem me apaixonei não quis se envolver por vários outros factores (ainda namorava e estava em crise com sua sexualidade) e então eu voltei para o meu namorado. Nesse período resolvemos casar, talvez por acreditar que isso salvaria tudo. Casamos no começo do ano, depois de 4 anos de relacionamento. 4 meses depois do casamento eu conheci uma mulher que realmente mexeu comigo. Essa mulher conheci numa balada em que eu estava com o meu marido. Eles ficaram e depois eu fiquei com ela. O ponto é que a paixão foi tão violenta que eu saí de casa para ficar com ela. Estou namorando com ela, mas ainda não me divorciei legalmente. A família não sabe o que aconteceu e julga a mim como a mais irresponsável de todas as mulheres nessa vida.
 
Entre muitos conflitos, tomei uma dose exagerada de calmantes, comecei a fazer análise e sofro em aceitar esse divórcio, pois o meu marido ainda deseja voltar comigo e me sinto muito culpada por fazê-lo sofrer. Sofro de uma tristeza inexplicável e mesmo eu não tendo atracção alguma por ele, sinto que devo me punir em ficar com ele, pois eu o fiz sofrer. Eu amo a minha namorada, mas tenho medo de ficar “sem chão”, caso eu realmente decida ficar com ela, pois vou ter que trabalhar mais, viver de aluguel, morar numa kit, perder o luxo todo que eu tinha e a protecção da minha família, pois eles não aceitariam nada do género.
 
Não sei o que faço....

Atrair pessoas problemáticas

 

Olá!
 
Chamo-me A. e tenho 25 anos. Tive 3 relações que considero sérias, uma de 1 ano, outra de 2 anos e uma última de apenas 6 meses. Dois dos meus ex-namorados não encararam bem o fim da relação. Um deles perseguia-me, ligava-me ora a dizer coisas positivas ora a insultar-me, o outro, que eu vim a descobrir sofrer de esquizofrenia e que consumia substâncias ilegais começou a desenvolver uma realidade só dele na qual eu o andava a trair com o irmão. Eu nem sequer conhecia, nem conheço o irmão.
 Mudei de casa, mas ele continua a ligar-me e a enviar sms a insultar-me a dizer barbaridades, que me vê em inúmeros sítios e inclusive que me apanhou com o irmão. Tendo em conta que eu nunca mais voltei sequer à rua onde morava e que continuo sem conhecer o irmão, a situação parece-me deveras grave.
 
Sinto-me completamente perseguida. Com o acréscimo e ter um amigo que é psicótico, tendo sido inclusive internado, e que se apoia muito em mim (demasiado, sendo um bocado insistente no sentido de me ter como companhia)
 Eu sei que tudo isto parece mais invenção que realidade e parece tirado de uma novela. A minha questão é: será que a culpa é minha? Terei eu qualquer problema na minha personalidade que atrai pessoas com manifestos problemas?
 
Sinceramente já não sei o que fazer, tento não dar importância nem relevância, mas na realidade, parece que não me consigo libertar de pessoas com problemas com os quais eu acho que não sei lidar, e por outro lado, acho que também não sou obrigada a lidar porque ando na minha vida sossegada sem incomodar ninguém...
 
Neste sentido, estou sozinha, relacionalmente falando, há 3 anos, porque sinceramente tenho medo, medo de vir a verificar que a outra pessoa é mais uma vez assim... problemático.
 
Obrigada pela atenção.
Agradecia o anonimato do meu e-mail, e já agora, desejos de um feliz ano de 2008

 

 

 
 
 

Dificuldade de aproximação

  

 

 Olá, gostava que me ajudasse sff, o meu problema é o seguinte: tenho algumas dificuldades de aproximação às mulheres porque já tive duas rejeições de mulheres que gostava.

Desde que comecei a ter Internet passei a ver muitos filmes pornográficos.

Eu, também me ponho a imaginar relacionamentos com todas as raparigas bonitas que passam na rua. Muitas vezes até quero conhecer algumas raparigas que são do meu interesse mas não sei que palavras dizer?

A Dr.ª pode-me sff enviar o tipo de frases de abordagem que devo dizer? Sem outro assunto, assim me despeço, aguardando rapidamente ainda esta semana, a sua resposta.

Bom ano 2008.

 

 

Jovem com ataque de ansiedade

 

 

 Sou um jovem normal, com muitos amigos, namorada, trabalho, desporto, vida social e tudo o mais.

 
No entanto, sofro de um problema que me constringe e condiciona imenso:
Sempre que me deparo com algumas situações, posso sentir ataque de ansiedade repentino e começo a transpirar bastante pela testa e cabeça, o que me provoca um enorme mal-estar já que ficam todas as pessoas sem perceber o que se passa comigo. Pior que isso, conduz-me a um ciclo momentâneo do qual não consigo sair!
 
Acontece-me normalmente em jantares de cerimónia ou ocasiões especiais (casamentos), mas também me pode acontecer em reuniões ou apresentações de trabalho!
 
E isto faz-me estar preocupado mais em antecipar a situação do que me concentrar nas situações propriamente ditas, prejudicando-me profissionalmente inclusive.
 
O que se passa comigo e como posso eu contrariar a situação?

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