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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Desmotivada e triste

Mary Cassat

 

 

 

Olá, ainda bem que encontrei este site. Eu estou desempregada há 3 meses e até agora tenho andado bem....mas há 2 dias par cá sinto-me triste, sozinha irrito-me com qualquer coisa......eu moro junta, e até a bem pouco tempo tinha muito desejo sexual agora estes dias não tenho tido........eu já tive uma depressão há alguns anos ando a tomar o valdispert......tenho uma vida razoável........ta a xegar os meus anos devia tar mais motivada mas não tou muito,,,,,,tou um pouco ansiosa para ver as prendas.............mas costumo tar melhor.............também sei que a primavera mexe muito connosco se calhar até e por isso...........gostaria que me aconselha-se e me desse  a opinião do que deva fazer mas não queria o meu email publicado gostava que me respondesse par ao meu email................só o facto de escrever este mail fiquei melhor.......se precisar de alguma informação disponha...........a minha mãe tem histórico de depressões e tem epilepsia,,,,,,,,,,,eu já andei a tomar magnésio..............
 
muito obrigada com os meus cumprimentos


Parece que está a passar por um momento de crise talvez pela proximidade do seu aniversário aliada com a falta de emprego e se sente desmotivada e com uma leve depressão passageira.
 
 Procure levar adiante a sua vida da melhor maneira pois muitas vezes a depressão nos faz parar e reflectir e encontramos assim novos caminhos e novas maneira de encarar as dificuldades. Como dizem os espanhóis: “El camino se hace caminando”. Caminhe.
 
Tudo de bom
Mariagrazia
 

3 comentários

  • Sem imagem de perfil

    M. 24.05.2009 21:22

    Olá,
    Não sei se é por aqui mesmo que eu deveria contactá-la, mas de qualquer maneira, se não, me desculpe.
    Tive problemas desde pequena em relação ás pessoas. Hoje tenho 18 anos, mas sofro para viver em sociedade, as pessoas já me massacraram muito. Desde meus 6 anos tive que aguentar brincadeiras chatas de coleguinhas de classe, pois havia pulado série por que já sabia ler e escrever perfeitamente com 4 anos. Brincadeiras que marcaram, que me agrediram de uma forma que nunca sairam da minha cabeça.
    De fato, era uma criança inteligente, desenvolvi gostos muito diferentes das crianças normais, talvez a mais significatica foi o gosto musical.
    Mas depois dessa fase, ocorreu-me que eu não era uma coisa: bonita.
    Era inteligente, mas não bonita.
    Sempre pensei que para viver em sociedade era preciso:
    1. Ser bonita;
    2: ter algum talento;
    3. ser inteligente.
    os que não tivesse nenhuma dessas qualidades: não fossem belos, não tivessem condições de desenvolver algum talento ou não tivessem condições de estudar, estariam na beiradinha da sociedade.
    Não gosto de fazer amigos, não quero fazer amigos, nem gosto de sair do meu quarto... se saio de casa, uso 1kg de maquiagem, pelo menos pra parecer um pouco melhor. Creio que não tenho mais condições de me inserir em nada, como minha vó diz, "os belos vivem o hoje, talves os talentosos e inteligentes podem ou não serem úteis amanhã."
    A realidade sempre veio a me confortar, sonhar, de modo restrito que não seja com meu sucesso profissional, nunca foi algo que eu fizesse.
    A verdade é que tenho medo das pessoas, e procuro sempre estar excluindo elas da minha vida.
    Mas o que me preocupa é que meu irmão está passando pela mesma situação. Me doi ser testemunha de uma pessoa proxima estar passando a mesma perturbação que eu, nossa familia é unida, e talvez, o nosso unico circulo social... tinhamos alguns problemas, fortes diga-se de passagem; alguns traumas, mas hoje está praticamente resolvido, tirando algumas cicatrizes.
    Comecei a identificar isso depois que ele passou a escutar as mesmas coisas que eu, além de se distrair com atividades introspectivas demais, ficar demasiadamente calado, e etc.
    Ele concordou em ter acompanhamento, diferente de mim, que só servi de piloto.

    Como ajuda-lo a não acabar na minha situação ?
  • Sem imagem de perfil

    Marisa 28.08.2009 18:45

    A vida é mesmo assim... Tenho 31 anos e também tive os meus medos, inseguranças, dúvidas, momentos muito maus, em que me anulava a mim própria, tinha medo de ser julgada, de ser gozada... Passei uma infância feliz, mas sempre rodeada de inseguranças, com medo de não gostarem de mim, não falava muito com quem não tinha plena confiança, tornei-me muito desconfiada, achava-me feia, achava que os rapazes não olhavam para mim, porque tinha duas amigas lindissimas, tinha medo de ter amizades interesseiras, além disso era muito inocente, pelo que era alvo de gozo na minha fase de adolescência. Sempre tive os meus amigos em quem confiava, eramos três, andavamos sempre juntas, entretanto uma delas traíu a minha confiança e nunca mais foi a mesma coisa.. além de continuar ainda hoje amigas. Entretanto, quando fui para a universidade, é que me libertei um pouco dos meus medos... tive a sorte de encontrar pessoas com quem me identifiquei bastante, criei o meu grupo de amigos, aliás amigas.. porque não sei porque com os rapazes nunca me senti muito confortável, parece que tinha medo deles. Comecei a namorar tinha 19 anos, quando fui para a universidade, com um rapaz que não andava lá, mas apaixonei-me por um rapaz da minha turma, mas lá está tinha medo, nunca percebi porquê, mas sempre tive medo do que poderia pensar.. Era uma paixão platónica, apesar de toda a gente saber, corava muito só de ele falar para mim. Hoje namoro com um rapaz e consigo falar com ele como se estivesse a falar com a minha melhor amiga, somos amigos, inseparáveis, melhorei muito, mas continuo com medos, medo de desiludir a família e amigos, de não conseguir apoiar os que amo, de não ter o que sempre sonhei, uma vida razoavelmente boa e feliz.. ainda tenho muitos receios, principalmente quando me deparo com situações que me fazem lembrar a minha adolescência, qdo encontro pessoas do secundário, parece que tudo vem ao de cima, o medo de não gostarem de mim, de ser gozada.. já não tenho medo de dizer não, não, era muito influenciável, comecei a gostar mais de mim! Não me sinto feia, nem bonita, tem dias, arranjo-me um pouco, mas sinto-me mal, qdo os rapazes olham para as minhas amigas, algumas delas lindissimas, penso que ainda é reflexo do passado.. Mas a vida é mesmo assim, vamos aprendendo a contornar e controlar os medos! A melhor solução: arriscar, nem que se caia 1 milhão de vezes, 1 dia de risco pode mudar a nossa vida, a nossa forma de ver as coisas, de olharmos para nós... não adianta ficar fechada em casa! Não querer ouvir os amigos, a famíla a dizer que estamos mal, que não devemos ir por aí, deve ser o destino, enquanto não aprendermos a lição de que não é esse o melhor caminho..
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