Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Feliz Natal

natalB.jpg

 

Casamento sem amor

30.jpgOlá bom dia,

Estou casada há 32 anos, casei com 19 anos e tenho 50.

Quando casei foi para fugir o trabalho que desempenhava com os meus pais. Nunca fui feliz desde que me conheço, só me deixaram estudar até o 6ºano,depois tive de ir trabalhar.

 

Por volta dos 16 anos comecei com o primeiro namorico que não resultou, depois pensava eu que se arranjasse outro lhe poderia fazer ciúmes, assim foi namorei com o que é hoje meu marido, mas sem amor. A minha mãe obrigou-me a casar com ele porque as pessoas falavam que às tantas eu já estava desonrada.

Fui então obrigada a casar para fugir do trabalho, também tive um filho hoje com 28 anos, mas a vida tem sido muito difícil porque da minha parte não há amor.

 

Nunca nos entendemos, um diz que é peixe o outro que é carne sempre foi assim nunca passamos a agressão.

Ele complica com tudo, se for a gaveta das meias e não estiver o par já há barulho, é insuportável estou fartinha dele sou um ser humano excelente, não merecia isto.

 

Ele trabalha em França e eu tenho um pequeno negócio vem ca de mês a mês, mas a questão de ser obrigada a ter sexo com ele deixa-me nervosa. Já não durmo antes de ele vir oito dias. Queria arranjar um escape para onde ir e ele ficar e governar a vida dele mas é difícil a minha família não sabe de nada e também tem a vida deles. Gostaria do vosso concelho.

Atenciosamente,

M C

 

Cara MC,

 

Entendo a desilusão que sente com o seu casamento, mas lembre-se que não há casamento perfeito, todos tem prós e contra. Se sente que está infeliz, insatisfeita e que não há amor nesta relação, pode sempre ponderar uma separação. Se ainda existe um carinho e uma amizade, como ele está em França, pode manter e aproveitar os dias que estão juntos numa relação amigável.

 

Reflita sobre isso. Afinal aos 50 anos ainda tem muita vida pela frente e merece encontrar o seu equilíbrio e a sua felicidade.

Entretanto sempre está em tempo para aprimorar a sua vida com cursos, viagens ou novas estratégias de vida que a façam sentir mais feliz e realizada.

 

Se não conseguir resolver sozinha, procure ajuda de uma psicóloga para que possa sentir-se mais segura na sua decisão.

 

 

 

Dificuldade de amar

31.jpgO meu problema é que não sei se consigo amar alguém. Eu amo minha família, mas não consigo demonstrar afeto, e só demonstro raiva e amargura, e sinto, eu acho, mas não consigo demonstrar, não consigo dizer, não consigo abraçar ou dar um beijo no rosto, seja com qualquer parente, principalmente se for minha mãe, meu pai ou minha avó, com esses três a coisa é pior pois não consigo demonstrar, e quando estou com a família sempre sou aquele que fica geralmente no canto.

E meus irmãos eu os amo, mas não consigo dizer isso diretamente para eles. Sou adotado tenho 4 irmãos adotivos e eu me dou bem com todos, mas um em específico eu o adoro demais, e quero estar perto dele, mas não consigo falar com ele. Eu conheço um irmão biológico, mas não sinto que somos irmãos, mesmo tendo crescido junto com ele, que foi adotado por outra família. Eu só queria entender tudo isso...

Caro leitor,

O psiquismo humano se constrói no interjogo da criança com o seu meio envolvente a partir dos primeiros anos de vida. Provavelmente alguma coisa falhou nas suas primeiras relações afetivas. É preciso que se permita viver agora experiências que talvez nunca tenha experimentado e a partir daí poderá desenvolver uma vida afetiva e emocional mais plena de sentimentos e amor.

Há um vazio dentro de si que necessita ser preenchido, com amor e cuidado. O primeiro passo é a sua preocupação e desejo de amar e ser amado.

Aprendemos a amar a partir do momento em que nascemos e da maneira como vamos ser cuidados pelas pessoas que nos amam, mas também podemos aprender com amigos, com os namoros e com as pessoas em geral. Aprendemos a amar nessa troca de carinho e cuidados.

Vá em frente, vai ver que vai conseguir amar e ser amado.

Tudo de bom

Transtorno de personalidade

32.JPGOlá, doutora!

Encontrei o seu blog e acredito que possa me ajudar a identificar um perfil psicológico. Um amigo com atitudes que tem provocado muitos danos familiares, nas relações sociais e profissionais, mas não sei como agir para ajudá-lo. Por favor, me ajude! Vou descrevê-lo para que possa compreender.

 

O perfil é de um homem de 37 anos, casado (13 anos), com filhos, trabalhador e religioso. Porém, nada é o que parece. O casamento está deteriorado por uma atitude de indiferença e falta de diálogo (passam dias sem se falar). Casou-se sem estar apaixonado, apenas para cumprir um papel social. Trai a mulher constantemente em relacionamentos, em sua maioria, virtuais. Tem preferência por um tipo de mulher com traços físicos específicos (mesmo tom de pele, mesma cor de olhos e cabelos - sem nenhuma relação com as características físicas de sua mãe). Tem necessidade de conquistar emocionalmente essas mulheres, mas nem sempre chega a ter relações sexuais com elas e em todos os casos perde o interesse após conquistá-las. Tem necessidade e habilidade em criar apego e dependência emocional nessas mulheres, mas logo as trata com indiferença e desprezo.

 

Teve filhos no casamento (é afetuoso com a primogénita, uma menina, mas trata mal o segundo filho, um menino).

É mentiroso compulsivo e tem muita facilidade em persuadir e conquistar a confiança de outras pessoas. É muito atraente e se comporta com extrema dedicação quando deseja alguma coisa, incluindo o ambiente profissional. Tem facilidade em identificar o que os outros desejam e esperam dele e consegue fingir e interpretar com muita habilidade.

 

Tem necessidade de ser reconhecido, tem atitudes egocêntricas e narcisistas e não suporta ser contrariado e rejeitado. Apesar disso, tenho a impressão que ele não gosta de si mesmo e em algumas situações provoca reações que reforçam esse sentimento nos outros e nele mesmo.

Guarda ressentimento, mágoa e rancor. Tem tendência a se vingar. Não confia nas pessoas ao seu redor e vive sob uma perspectiva negativa das coisas e dos outros.
Altera sua postura e humor repentinamente, alterna entre um homem comunicativo e sedutor e um sujeito calado e observador.

 

Tem aversão a atitudes de afeto demonstradas por adultos e tem profunda desconfiança quando alguém demostra afeto por ele. Parece ter um certo ódio e raiva contidos e reprimidos.

É religioso por influência da família e desde pequeno foi educado de forma rigorosa por seus pais, mais especificamente a sua mãe. Cresceu em uma comunidade religiosa, apesar de ter assumido (apenas uma vez) não acreditar em Deus.

 

Atualmente foi demitido e rejeitado por uma amante e sua atitude tem sido de profunda apatia, desinteresse e indiferença a tudo e a todos. Seu comportamento tem causado danos aos filhos e a esposa. A menina (10 anos de idade) tem tido atitudes narcisistas e o menino (7 anos de idade) não demonstra afeto e não consegue se relacionar com outras crianças. Acredito que o ambiente familiar tem contribuído para tais comportamentos.

 

Quero ajudá-lo antes que seja tarde demais. Mas não consigo identificar o perfil, seria ele um sociopata, seria um transtorno de apego reativo vivido na infância, seria um transtorno de personalidade bipolar? Como posso ajudá-lo? Como posso orientar a esposa e influenciar de forma positiva a educação dos seus filhos?

 

Teria uma cura para tal personalidade? O que pode ser feito?

Cara leitora,

O seu amigo parece sofrer de um transtorno de personalidade. A principal complicação decorrente do transtorno de personalidade é o comprometimento grave da qualidade de vida do indivíduo, que passa a ter problemas em suas relações, na carreira profissional e em outros círculos sociais. Para ajudá-lo precisa motivá-lo a procurar ajuda especializada. Uma psicoterapia poderá ajudá-lo a desenvolver o lado emocional, bem como desenvolver estratégias de vida saudáveis.

 

A psicoterapia é essencial para dar maior estabilidade emocional, com sessões que visam aumentar a conscientização dos atos, comportamentos e ações para melhorar os relacionamentos interpessoais e a vida em geral.

 

Agora para tal é preciso que o seu amigo tenha consciência que tem problemas e que o seu comportamento não é saudável e poderá trazer-lhe agravamentos na sua vida.

Tudo de bom

 

 

Mundo imaginário

26.jpg

Desde 13anos vivo em um mundo imaginário. Lá me apaixonei, namorei, casei, tive uma filha, vivo situações que parecem reais, sinto amor, sensações que intercedem na minha vida pessoal. Já tenho 32 anos e não consigo parar. Acho que estou ficando louca e não conto para ninguém a não ser para os papéis em que escrevo. Lá tenho toda uma vida. Já tentei parar mas tenho um sentimento de perda imensa. É como se eu fosse perder meu grande amor.

 

Cara leitora,

 

A vida acontece no mundo real e não é normal viver na fantasia. O que pode fazer é usar essa sua criatividade e aptidão e escrever livros de romances, novelas, etc. e publicar.

Precisa liberta-se desse mundo irreal e viver a sua vida em pleno. Essa transição pode ser difícil e dolorosa, mas vai valer a pena, e certamente irá evoluir com a mudança e poderá sentir-se viva!

Jogos online

 

25.jpg

Olá bom dia, meu nome é Gabi, estou tendo dificuldade com meu filho, ele tem 17 anos, e dê uns tempos pra cá, só quer saber de ficar jogando jogos online, não quer sair de casa, não quer conversar com amigos, ele fica a madrugada toda acordado.

Estou me sentindo angustiada e decepcionada, parece que fui derrotada por uma máquina e não sei o que fazer.

Obrigada

 

Cara Gabi,

Ficar em frente ao computador muitas horas tem impacto negativo no bem-estar do adolescente. Adolescentes que ficam muitas horas no computador tem baixa auto-estima, baixa satisfação pessoal, menos entusiasmo na relação com amigos e na diversão e queda do sentimento de segurança e menor o índice de bem-estar. Aqueles que usam meios eletrónicos por seis horas ou mais, apresentaram índice 68% maior de infelicidade.

É preciso estabelecer limites. Cada hora que um adolescente passa em frente ao ecrã, perde cerca de 50 minutos de interação com a família. Para evitar que a situação se acentue, cabe aos pais a tarefa de limitar o tempo de utilização das tecnologias.

Mas proibir não é solução. Ao invés disso, há que estabelecer um horário que poderá ser um pouco superior nos fins-de-semana e férias, contudo, no resto do ano, não pode comprometer o estudo. Durante a semana 1 hora por dia é mais que suficiente.

Para além de tudo, é necessário estimular também os jovens a praticarem atividades físicas, preferencialmente ao ar livre, e a conviverem face a face com os seus pares, pois só deste modo poderão tornar-se adultos equilibrados e felizes.

Caso seu filho continue com esse comportamento pondere a necessidade de encaminhá-lo à uma consulta de psicologia.

Rejeição ao sexo

24.jpg

 

Boa noite,

eu namoro vai fazer 2 anos, sempre fui apaixonada pelo meu namorado, porém de um mês pra cá eu não suporto mais fazer amor com ele, e nem que ele me toque. Amo-o muito e não sei oque fazer, me sinto triste pois ele esta se sentindo rejeitado.

 

Cara Leitora,

Se gosta de seu namorado, não é normal sentir repulsa em fazer amor com ele. Talvez tenha surgido algum pensamento ou alguma crença tóxica em relação ao namoro que esteja a prejudicar a sua libido e que se manifesta inibindo o seu desejo na relação sexual com seu namorado. Tente perceber o que vai na sua mente para que consiga ter algumas pistas que a ajudem a superar isso, sem ofender e nem prejudicar a si e ao seu namorado.

 

Caso a situação se mantenha e continue a se sentir assim, procure uma consulta de psicologia para que possa trabalhar esse sentimento e voltar a ser a mulher desejante.

Desânimo de viver

21.jpg

 Bom dia doutora, me chamo JC, tenho 37 anos, e ando desgostoso da minha vida, nunca tive uma vida feliz ou harmoniosa, minha família sempre viveu mais de aparência do que de verdade, tanto que cresci em um meio onde o que importa é a aquisição de bens materiais ou seja ter para ser, e com o passar dos anos sempre fui tentando ter as coisas, mas chegou a um ponto onde tudo parece ter perdido o valor, carro, eletro eletrónicos, trabalho, estudo etc.

Percebi isso mas não consigo me expressar ou fazer algo a respeito, sempre fui educado desde de criança a não demonstrar o que sinto, que sentimentos eram fúteis e desnecessários, tinha sempre de sorrir, bem o tempo passou e agora percebo que o mais importante eu não consigo ter, já estou velho não tenho uma família minha mesmo, a maioria dos meus amigos casou-se e possuem filhos, esposas e uma vida “normal”, mas parece que isso é impossível para mim, sempre quem eu gosto ou acho que tenho afinidade acaba por se afastar ou eu me afasto por receio de me magoar, e eu odeio com todas as minhas forças ser derrotado, para mim o segundo lugar nada mais do que o primeiro dos fracassados, o maior incómodo meu é fitar me no espelho pois não me vejo mais, eu literalmente me detesto, se eu quero algo material é só ir lá e comprar, mas fazer quem eu gosto gostar de mim parece impossível.

Tenho feito muitas pesquisas sobre suicídio, mas ainda tenho sido covarde, não o fiz ainda porque preciso planejar mais minuciosamente a fim de que seja bem longe de meus parentes, ou encontrar um método de viver essa vidinha de aparência idiota, sem graça e sem alegria, o que realmente eu queria era ser uma pessoa normal por que isso é tão difícil para mim. Obrigado.

 

Caro JC,

 

Sinto que está muito desiludido consigo próprio e que não tem um plano de reabilitação. Tudo tem conserto e sempre pode mudar algumas coisas que sente que não o favoreçam e que prejudiquem a sua vida. Portanto em vez de pensar em destruição pense em construção. Aos 37 anos não pode considerar-se “velho” mas sinta-se que está mais maduro e apto a modificar, aos poucos pequenas coisas até passar a sentir-se bem consigo próprio. Se te consciência de que “ser” é mais importante que do que “ter”, opte por “ser” uma pessoa mais consciente.

Falar de mudanças importantes, significa um ato de necessidade, de firme convicção e, principalmente de coragem para recomeçar e encontrar um novo equilíbrio. As mudanças são positivas sempre que não perdemos a nossa essência e nossos próprios valores. Portanto, qualquer variação que fizermos ao longo do nosso ciclo vital deve ter como objetivo aproximarmo-nos um pouco mais daquilo que realmente desejamos “ser”.

 

Um abraço

 

Medo de HIV

22.jpg

Estou sofrendo muito com medo do HIV. Sinto dores de cabeça, angústia, fastio e já estou procurando alterações no meu corpo. Sou homem, atualmente vivendo sozinho e num vacilo da vida, deixei um desconhecido gay fazer sexo oral em mim (primeira vez isso). Agora o medo e pânico se instalaram.

Fiz o teste rápido 3 dias após o ato, fui ao infectologista e refiz o teste agora (Ago/18) com 31 dias tanto o teste rápido (pra saber na hora) quanto numa clínica particular (aguardando 4 dias). Deram negativo....mas o temor, a obsessão continuam 24h.

Visto que a janela imunológica dessa doença fica entre 30 e 90 dias... Logo, não sei como suportar tudo isso pra fazer mais exames (fiquei também com medo da agulha do teste rápido) estou vivendo de calmante.

Pior coisa do mundo é ter que esperar o tempo passar... a mente voa e ficamos em ciclo remoendo, se martirizando, pensando no pior e tendo que disfarçar no trabalho e com familiares. Estou uma pilha de nervos, uma panela de pressão a ponto de explodir.

Já venho comprando todo tipo de remédio pra minimizar os sintomas dessa doença da fase inicial.

 

É preciso direcionar seus pensamentos catastróficos para melhores direções e para tal use as seguintes declarações:

  1. "Não está acontecendo agora." Uma catástrofe poderá ocorrer, mas não está acontecendo agora, neste momento está seguro.
  2. "Aconteça o que acontecer, eu posso lidar." Esta declaração lembra de seus próprios recursos internos e dá-lhe a determinação para enfrentar os desafios da vida.
  3. "Estou causando meu próprio sofrimento. Eu poderia parar? ”A primeira parte desta declaração tem suas origens nas Quatro Nobres Verdades do Budismo.

Espero que isso o possa ajudar a ver que há uma escolha e se realmente acontecer uma catástrofe pergunte-se: "como eu poderia estar melhor preparado para ultrapassar isso?" Então  planeie seus passos de ação, o que vai aliviar a sua ansiedade.

Medo de bêbados

19.jpg

Boa noite, meu nome é Joana, tenho 21 anos e tenho pavor de bêbados e de bebidas alcoólicas.

Não me lembro de ter passado por nenhuma situação traumática com pessoas bêbadas e por isso fico intrigada.

Não suporto cheiro de bebida, tenho dor de cabeça na hora. Minha barriga chega a doer de nervosismo quando alguma pessoa próxima de mim bebe (namorado, irmãos).

Quando começamos a namorar, eu fiz meu namorado parar de beber por mais ou menos um ano. Depois disso ele voltou a beber e eu tenho medo de ficar perto dele todas as vezes que ele bebe. Não consigo ter um momento sequer de tranquilidade quando sei que ele está bebendo e isso me esgota mentalmente e psicologicamente. Eu sei que isso que eu sinto não é certo, mas ele não entende o que eu sinto e não está disposto a parar de beber.

Eu não sei o que fazer.

 

Cara Joana,

 

O seu medo de bebidas alcoólicas é um medo irracional. Talvez tenha ouvido falar muito mal do álcool e de pessoas alcoolizadas, o que deixou na sua mente um pavor inconsciente. Para um tratamento eficiente é preciso fazer psicoterapia.

 

Entretanto pode aliviar o seu medo ao entrar em contato com bebidas alcoólicas aos poucos para conseguir uma dessensibilização. Não é beber mas estar em contato, cheirar, ver, tocar etc. Trata-se de desaprender as respostas negativas diante de uma situação de medo e stress e de transformar a experiência. Assim a memória cumpre o papel de recordar o novo aprendizado quando for necessário.

 

Fique bem