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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Mãe e filha adolescente

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Olá Doutora. Primeiramente quero agradecer pelo espaço concedido e dizer que aqui eu posso dizer o que eu estou passando e tenho certeza que serei orientada adequadamente.

Meu nome é Paula tenho 28 anos..., Eu tive a minha filha com 14 anos hoje ela se encontra com 13 anos. Nunca morei com o Pai dela, mais ela tinha um contado com o pai as vezes, hoje ela ja não quer por vontade própria se vê-lo. Hoje em dia me encontro casada, com um filho de 3 anos e 11 meses. A relação dela com o padrasto não é lá muitas coisas mais o respeito se mantém. De 3 anos pra cá, minha vida mudou completamente em relação a minha filha.

Ela é uma criança que consegui manipular outras crianças, ela mente de mais...., ela se faz lider da sala de aula aonde ela ameaça outros amigos... Não vai bem nas matérias. Ela enfrenta professores. Dra. eu não sei mais o que fazer. Ela vai para colégio a gente conversa, ela volta do colégio nós da família perguntamos e ai como foi? Ela responde tudo bem! Ela estudou 7 anos em escola particulares,  eu não aguentei pagar colégio caros pra ela me trazer todo santo dia bilhete,  ou quando não a secretária me ligava pra agendar um dia p eu comparecer... Agora esta em colégio público e nada. Nada q eu faça,  nenhuma chance dada a ela tem uma melhora. Ela vive de castigo,  porque eu acho que se eu pegar p bater eu mato. Ela já passou em psiquiatra, psicólogos e eles dizem q ela não tem nada. Sempre dão alta. Então estou aqui lhe pedindo ajuda Dra.

 

Cara Paula,

 

Será que educa essa filha como filha ou como uma irmã?

Provavelmente ela sente a falta do pai, falta de limites, talvez falta de afeto da mãe e do pai. Pode ser que sinta que o irmão é mais acarinhado do que ela, e provavelmente o é por ser pequeno e mais engraçado.

E agora ao entrar na adolescência essas carências se agudizam e dão origem a comportamentos menos educados e agressivos.

Procure dar mais atenção a ela e ao mesmo tempo mais limites e regras (estabelecer rotinas de estudo, ajuda na casa, etc.). Se cumprir dê algum premio (saiam juntas só as duas, compras, cabeleireiro, cinema) e se não, algum castigo leve, (não sair, não usar computador, etc.).

Convém ser incentivada a praticar algum desporto e desenvolver atividades em grupo que a levem a ter um objetivo saudável. É preciso que ela tenha certas liberdades com para tomar suas próprias iniciativas e se responsabilizar por elas.

 

Seria favorável se o pai estivesse mais presente na relação com ela, tendo em vista a fase de transição para a adolescência.

Convém que os pais tenham confiança nela para fomentar o sentido de responsabilidade.

Elogiar, mais do que criticar, pois é assim que se forma a autoestima.

 

O melhor seria se ela pudesse ser acompanhada e orientada por uma psicóloga pelo menos nessa fase de início de adolescência.

 

Um abraço e tudo de bom

 

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