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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Padrasto desvalorizado

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Boa Tarde Maria,

 

Gostaria de fazer um breve resumo do que estou passando. Sou divorciado a 5 anos, onde obtive 1 casal maravilhoso de filhos com 7 anos e 10 anos.

Quando separamos minha esposa levou eles para longe de mim à quase 300 km de distância, depois mudou para outra cidade onde ficou mais 1 ano e meio.

 Faz 3 meses que veio morar em minha cidade e para minha surpresa mora na mesma rua que eu. Estou casado com outra mulher, onde ela tem 2 filhos homens com 7 e 14 anos, só que o filho dela mais velho esta atrapalhando nossa relação.

Com o passar do tempo comecei a pegar raiva dele, pois não me respeita, fala mal de mim para os avós dele, nem se quer fazem higiene dele, mentiras, falta da aula constantemente e não ajuda a mãe em nada. Pois como costume sempre ajudei minha mãe e sempre a respeitei. Nosso casamento desgastou muito, pois não namoramos e obtemos relações 2 vezes por semana. Pois as palavras já me magoaram muito e as atitudes, pois quero corrigi-los e sempre sou criticado.

Gostaria de saber o que faço, pois não aguento viver mais nesse clima, não sou valorizado e nem reconhecido…me ajude !!!!

 

Caro leitor,

O ciúme dos filhos é comum e esperado quando uma nova figura entra na família.Com diálogo, a mãe precisa conciliar a relação de ambos.
Filho adolescente já é problemático com os pais, mas com um padrasto a relação vai ser ainda mais complicada. É importante ter em mente que o padrasto não é um substituto do pai. Vai precisar tentar educá-lo com bom senso.

 Aqui algumas dicas:

 1. Num primeiro momento, o padrasto deve manter-se isento e só palpitar na educação dos filhos com a permissão da mãe. Ele só estará liberado para dar ordens e conselhos diretamente aos jovens quando tiver a confiança dos filhos.

2. A mãe deve evitar ao máximo a posição de intermediária. Se o filho está sendo malcriado, Dê a ordem adequada diretamente para o filho.

3. Se os problemas já estão acontecendo, é necessário reunir a família. É aí que o padrasto deve se colocar como alguém que quer ajudar.

4. Se o caso for muito complicado, procure orientação profissional.

 

Procure transformar a sua raiva em diálogo com a sua companheira para se entenderem e educarem os vossos filhos, sem descuidar do namoro.

 

Tudo de bom

 

 

 

 

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