Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Adolescente com depressão

55.jpg

Drª Mariagrazia, boa tarde!

Tenho 16 anos e já faz um bom tempo que meu estado de espírito oscila.

De uns anos pra cá desisti dos cursos que fazia, e não consigo mais fazer as coisas que tanto me davam prazer, como: tocar violão, passar o dia lendo ou escrevendo músicas e poesia.

Tenho uma boa família e amigos que amo muito, sou grata por tudo que tenho. A questão é que parte do tempo consigo controlar a tristeza, vou simplesmente seguindo a vida, fazendo as obrigações e até me divertindo com quem amo. Já em outros momentos tudo fica mais difícil e dolorido,  mas não por conta de nenhum evento ou frustração específica. É como se esse vazio estivesse sempre ali, mas eu finjo que está tudo bem, até que não consigo mais me segurar e mergulho nas incertezas.

Me encontro em um desses períodos melancólicos. Sinto que sou como um robô, apenas cumprindo as obrigações, esperando ansiosa por uma chama que me desperte, o problema é que tem sido cada vez mais difícil fazer o básico (ser uma boa aluna, comer, dormir bem).

Percebi que faz anos que eu não tenho um sonho, as coisas parecem sem propósito, sempre monótonas. Sou bem pensativa e sei que posso escolher qualquer sonho aleatório, mas não tenho forças para por nada em prática, nada me deixa eufórica ou motivada e quando penso nisso uma angústia toma conta de mim, como se o vazio avisasse que está sempre comigo.

Acredito que sou capaz de ser feliz, mas há anos que esse sentimento, em sua forma genuína, parece distante e inalcançável...

Penso que é preciso desejar algo, pois quando sonhamos despertamos uma grande força, liberando um leque de sensações.

Consigo passar horas na teoria, mas parece que perdi os sentimentos. Existe algo ou alguma prática que possa me dar, mesmo que o mais leve, impulso para sentir alguma sensação genuína, além de angústia?

           Grata!

            D.M.

Cara D.M.,

Pelo seu relato parece que está a passar por uma fase de depressão ligeira.

Para tentar driblar esses sentimentos, vai precisar fazer algumas mudanças.  O que pode ajudar é fazer exercício físico regular para aumentar a sensação de bem estar. Outras coisas é iniciar a fazer alguma coisa nova como fazer um curso ou engajar-se em algum trabalho.

O que certamente é de maior ajuda é fazer uma psicoterapia.

A psicoterapia é fundamental para o tratamento da depressão.

A psicoterapia, através de sessões regulares, ajuda a:

  • Entender fatores desencadeantes da depressão;
  • Aprender como identificar e fazer mudanças em comportamentos ou pensamentos distorcidos ou negativos;
  • Explorar relacionamentos e experiências;
  • Encontrar maneiras melhores de lidar e resolver problemas;
  • Aprender a definir metas realistas;
  • Recuperar uma sensação de bem-estar e controle;
  • Aprender a lidar com sentimentos como frustração e raiva.

Fale com seus pais e não hesite em ajudar-se e procurar ajuda.

Fique bem

 

Adolescente e namoro

51.jpg

Tenho três filhos dois homens um de 11 anos outro de 4 anos e uma filha de 14 anos.

Minha preocupação hoje é que ela só tem 14 anos e já está namorando e estou preocupada porque ela já age como se fosse adulta. Quer passar o dia na casa do namorado. Ele tem 15 anos, é jovem também, são dois menores e eu já expliquei as coisas: como é se não der certo, o que acontece se fizerem coisas que não devem, mas ela não entende. Me aconselha, como eu faço agora?

Cara mãe,

 

Converse com ela. Falem sobre sexo. Falar sobre sexo permite que ela tenha informação sobre os riscos físicos e emocionais e concede-lhe uma base sobre como deve começar a explorar a sua sexualidade. Oriente em como evitar uma gravidez precoce, doenças venéreas, ensine-a a usar um preservativo o que lhe dá a oportunidade de pensar em todos os riscos que existem e na importância de fazer as coisas de forma consciente. Explique que “não” é uma palavra poderosa, que explorar a própria sexualidade é algo natural, todavia isso não obriga ninguém a fazer algo contra a sua vontade. Explique que ela não é obrigada a realizar as necessidades de outra pessoa por medo e que tem direito de decidir.

Aprender que o “não” é uma palavra poderosa e irá ensinar-lhe que também deve respeitar os desejos da outra pessoa e que qualquer relação sexual deve estar baseada em respeito mútuo.

 

Espero ter dado algumas ideias para abrir um diálogo com ela.

Tudo de bom

Namoro adolescente

45.jpgEu tenho 16 anos quero namorar uma menina de 16. Eu posso fazer isso ou é crime? A minha tia não quer deixar. Diga-me o que fazer com esta situação.

Caro Leitor,

Aos 16 anos já tem idade para namorar. O namoro a "sério", que envolve paixão, amor e, eventualmente contato físico começa por volta dos 12, 13 anos. Os pais jovens têm mais abertura para aceitar a vida sexual dos filhos. Converse com a sua tia e explique-lhe as suas intensões com a namorada. Diga-lhe que encara o namoro como uma relação prolongada, porque ainda têm muita coisa para concretizar antes de uma possível partilha de casa: estudos, carreira profissional, autonomia financeira, etc.

Fale com ela à serio e mostre-lhe a sua maturidade e vai ver que ela vai deixar.

 

 

Jogos online

 

25.jpg

Olá bom dia, meu nome é Gabi, estou tendo dificuldade com meu filho, ele tem 17 anos, e dê uns tempos pra cá, só quer saber de ficar jogando jogos online, não quer sair de casa, não quer conversar com amigos, ele fica a madrugada toda acordado.

Estou me sentindo angustiada e decepcionada, parece que fui derrotada por uma máquina e não sei o que fazer.

Obrigada

 

Cara Gabi,

Ficar em frente ao computador muitas horas tem impacto negativo no bem-estar do adolescente. Adolescentes que ficam muitas horas no computador tem baixa auto-estima, baixa satisfação pessoal, menos entusiasmo na relação com amigos e na diversão e queda do sentimento de segurança e menor o índice de bem-estar. Aqueles que usam meios eletrónicos por seis horas ou mais, apresentaram índice 68% maior de infelicidade.

É preciso estabelecer limites. Cada hora que um adolescente passa em frente ao ecrã, perde cerca de 50 minutos de interação com a família. Para evitar que a situação se acentue, cabe aos pais a tarefa de limitar o tempo de utilização das tecnologias.

Mas proibir não é solução. Ao invés disso, há que estabelecer um horário que poderá ser um pouco superior nos fins-de-semana e férias, contudo, no resto do ano, não pode comprometer o estudo. Durante a semana 1 hora por dia é mais que suficiente.

Para além de tudo, é necessário estimular também os jovens a praticarem atividades físicas, preferencialmente ao ar livre, e a conviverem face a face com os seus pares, pois só deste modo poderão tornar-se adultos equilibrados e felizes.

Caso seu filho continue com esse comportamento pondere a necessidade de encaminhá-lo à uma consulta de psicologia.

Filho de 13 anos

6.JPG

Não aguento mais. Tenho um filho de treze anos. Quando me separei ele era bom filho, sempre estava comigo, passamos muito trabalho, ele sempre cuidou do irmão menor e agora que estabilizamos e não passamos dificuldades e eu ganhei um bebé, ele está terrível. Reprovou na escola, tudo que eu falo ele réplica. Responde e eu sempre sou a culpada, eu tento dar tudo que posso mais ele sempre quer mais. Resolvi por limite pois nada é fácil na vida. Ele está pior só me responde, maltrata o irmão e o pai que nem lembra que dele. Se eu não deixo ele ir passar o final de semana sou má, lá ele faz o que quer, em casa não faz, mas todo dia é briga e discussão.

Eu sei que ele não é mau, mas só queria que ele me respeitasse pois na escola melhorou, gosta de todos mas em casa a coisa está difícil.

Preciso de ajuda não sei realmente o que fazer e como lidar com ele, peço socorro, amo meu filho mas estou perdendo para rebeldia!

Virginia

 

Cara Virginia,

É preciso saber equilibrar o tratamento que dá ao seu filho nesta fase da vida, enfrentando-o como um adulto em que ele está a se transformar, embora ainda não tenha maturidade suficiente e cuidando-o como a criança que ainda é, principalmente no aspeto emocional.

O que funciona é o diálogo permanente, o afeto mútuo, a determinação em acertar, o amor, a paciência e, principalmente, a certeza de que se trata de uma fase passageira. É preciso manter a comunicação e a disciplina, bem como compreensão e persistência.

Adolescente com fobia social

 

1.JPG

Olá doutora,

Eu tenho um filho que acabou de fazer 16 anos esse mês e está passando por uma série de problemas. Há dois meses foi diagnosticado com fobia social. Sempre foi muito tímido, calado e envergonhado, porém encontrou dificuldades em fazer novos amigos, sair com eles para os cantos, encontrar uma namorada etc. Seus assuntos são muito alheios ao do universo adolescente por gostar de falar mais sobre política e ciências. Ademais, passou a sofrer bullying por parte de alguns colegas por tirar boas notas.

Recentemente, ele tem-se mostrado constrangido de andar comigo pelas ruas ou de passear pelos cantos.

Meu filho é 10 cm mais alto e mais claro do que eu, que sou pai dele, ele tem 182 cm de altura, é forte, calvo, magro; parece mais velho. Ele tem ficado com vergonha de estar ao meu lado. Observo algumas pessoas que o olham de cima em baixo para ele e depois para mim, riem, fazem comentários com outros pelo fato de ele ainda passear comigo ou então acham até que ele tem alguma deficiência. Quase todos já o tratam como adulto. Esses acontecimentos nos têm distanciado.

Tudo isso o tem deixado deprimido e mais silencioso em casa, parou de falar tanto de suas ideias criativas e tem-se mostrado menos sorridente. Gostaria vê-lo alegre novamente e com uma vida social saudável, afinal ano que vem ele já deve entrar na faculdade e daqui menos de 2 anos completar 18 anos. É necessário prepará-lo para essa fase de transição.

Obrigado pela atenção.

 

Caro pai,

 

O adolescente que apresenta problemas de fobia social pode ter um medo desproporcional de ser julgado ou avaliado em situações com membros não familiares. Isso leva-o a temer e evitar relacionamentos com colegas e estranhos, enquanto com membros da família há um desejo de contato e envolvimento.

 

Para que possa enfrentar esse problema recomenda-se um tratamento psicológico onde é indicada uma psicoterapia.

É preciso promover a modificação dos pensamentos que mantêm essa fobia social. Através de uma psicoterapia, o terapeuta ajuda o adolescente a identificar e a combater pensamentos "erróneos" sobre a sua situação social específica e também a encontrar maneiras alternativas de lidar com essas situações.

 

O passo seguinte é a terapia de exposição. O adolescente precisa se expor-se às situações temidas de forma sistemática, gradual e progressiva de modo a obter aos poucos vivências de sucesso, o que leva à diminuição da ansiedade antecipatória bem como a enfrentar os medos com toleráveis níveis de ansiedade.

 

Para um tratamento eficaz recomenda-se um tratamento psicológico onde é indicada uma psicoterapia.

 

Tudo de bom

Cortar-se e morrer

31.jpg

 

Olá doutora,

A minha filha de 16 anos veio dizer que já pensou em cortar-se. Já pensou até em morrer quando ela começou a falar fiquei simplesmente apavorada. Não sei o que fazer, minha cabeça está a mil por hora.

Devo procurar um médico?

 

Cara mãe,

Leve a sua filha para uma consulta de psicologia. O dela é um “pedido de socorro”! É evidente que precisa de ajuda e sente isso.

Precisa de um tratamento psicológico para sair desse impasse, para aprender a gostar e confiar em si própria e assim modificar esses pensamentos auto-agressivos.

 

O cortar-se é uma forma de aliviar a dor psíquica, que não resulta e ainda agride o corpo.

Fale com ela para que cada vez que sinta o desejo de cortar-se procure transformá-lo num carinho, num abraço. A solução é procurar ajuda de uma psicóloga para um tratamento que a ajude a gostar dela própria, a ter novos objetivos e a apostar na vida.

 

Um abraço

 

Filha adolescente

20.jpg

Ola boa noite.

Eu tenho uma filha adolescente com 13 anos e hoje tenho 57 anos, gerei ela em meu ventre aos 42 anos e ela nasceu aos meus 43 anos, pois da data da concepção ao parto eu completei 43 anos.

Fui muito feliz por tê-la, mas hoje eu sinto tantas dificuldades no relacionamento com ela que às vezes eu sinto que devo deixá-la e ir embora, talvez eu esteja com minhas manias de pessoa já madura irritando ela muito, é uma moça boa, estudiosa, decente, mas às vezes olho pra ela e sinto muito dó por ela ter uma mãe velha e às vezes severa demais. Não consegui ainda encontrar um equilíbrio no trato com minha filha, às vezes sinto que sou demais e às vezes de menos..entende?

Tenho medo de estar transformando minha filha numa pessoa fraca, porque eu na minha idade já sou uma pessoa cheia de medos e suposições sobre as coisas da vida. Eu preciso de uma orientação de como fazer para lidar com isso. Porque eu não sei.

 

Cara mãe,

 

O que entendo pela sua carta é que está com dificuldades, como qualquer mãe, em lidar com a filha adolescente, enquanto a jovem está tentando desenvolver sua independência e a sua individualidade própria.

 

Muitas vezes a mãe têm expectativas idealistas demais sobre o relacionamento com a filha. Por isso, há que ser mais realista. Muitas mães querem que as filhas não repitam seus erros, mas com isso podem tentar forçar uma versão melhorada de si mesmas. É preciso ter respeito e aprender a respeitar a individualidade da sua filha.

Entendo que esteja a sentir alguns medos e que não quer passá-los para a filha. O que pode fazer é conversar com outras mães com filhas adolescentes e trocar ideias. Outra hipótese é ler alguns livros para se inteirar dos problemas da adolescência e possíveis intervenções. Em último caso pode fazer uma terapia para trabalhar a sua auto-estima e assim sentir-se mais segura no seu papel de mãe.

De qualquer maneira não se preocupe com a diferença de idade, ser mãe de uma filha adolescente sempre é um desafio e a diferença de idade não significa menos aptidão para educar.

 

Um abraço

 

Namoro adolescente

namoroadolescente.jpg

 

 Meu nome é I., tenho 51 anos e uma filha de 12 anos que anda a namorar com um rapaz de 16, isso é ilegal? O que devo fazer, trata-se de um individuo com historial de drogas e violência. Agradeço desde já a ajuda

 

Cara I.,

A sua filha está num namoro prematuro e prejudicial. A comunicação entre pais e filhos é essencial nesse caso.

 

Converse muito com ela sobre as possíveis consequências de seus atos e fale da importância que esta pessoa seja da sua idade ou de idade próxima, que compartilhem os mesmos princípios, valores e crenças pessoais e familiares. Esse rapaz não pode namorar com ela pois irá prejudicar a vida de sua filha em todos os sentidos.

O papel dos pais é buscar que seus filhos vivam com intensidade o que é próprio da idade juvenil, isto é, que cada etapa seja aproveitada em extensão e plenitude com as experiências necessárias ao amadurecimento pessoal, sem os obstáculos apresentados por uma relação afetiva prematura.

 

Fique perto de sua filha e não permita que essa relação continue, aos 12 anos ainda não tem maturidade para decidir e nem para namorar.

Caso não consiga sozinha encaminhe-a para uma consulta de psicologia para que possa ajudar nesta e quiçá outras questões que estejam por trás.

 

Tudo de bom

Filho silencioso

IMG_2540.JPG

 

Boa noite Doutora !

 

Preciso muito da sua ajuda

Tenho um filho de 14 anos, mas está numa face de silêncio, e não sair de casa conosco sempre uma briga, infelizmente estamos vivendo ultimamente numa terrível rotina domiciliar , tenho medo receio disso se transformar numa depressão .

Preciso da sua orientação

Obrigada

 

Cara leitora,

 

Esse desânimo e silêncio pode ser uma fase passageira, bem como um início de depressão.

 

É importante manter o diálogo aberto com seu filho e sempre conversar sobre como ele se sente. Para conviver mais, convém incentivá-lo a praticar uma atividade física numa área que goste e incentivar o convívio com colegas da escola e amigos da vizinhança.

 

O início da adolescência é um período que poderá revelar-se como uma fase do desenvolvimento humano particularmente complicada, quer para o adolescente, quer para os seus pais, que muitas vezes se revelam em incapacidade em compreender e lidar com as mudanças comportamentais dos seus filhos. É uma fase em que o adolescente procura a sua própria identidade e questiona as regras e limites impostos. Existe uma enorme instabilidade emocional e um desejo de crescer rapidamente.

 

Para os pais torna-se um verdadeiro desafio diário lidar com este turbilhão de emoções e comportamentos. A adolescência é a fase do diário, do segredo, do primeiro grande amor, da intimidade e dos heróis, que influenciam a vida dos jovens nas suas primeiras tentativas de identidade do ego.

 

Os pais têm um papel determinante na construção da identidade do filho. Mas, cuidado o adolescente não se identifica com os modelos parentais, mas revolta-se contra eles, rejeitando o seu domínio. Esta rejeição é necessária para separar a sua identidade da dos pais e da necessidade de pertencer a um grupo social de referência.

 

A forma do adolescente ver o mundo é diferente, a tolerância é escassa e a polarização de pretensões entre filhos e pais provoca confrontos na relação que aumenta o comportamento rebelde e de oposição.

 

O jovem desvia o interesse do mundo exterior, para se concentrar cada vez mais em si próprio. Procura diferenciar-se de tudo o resto e, por esse motivo, rompe com a autoridade, tanto dos pais como dos professores. Procura autonomia, o que por vezes implica um período de crítica, e lhe faz perder, por exemplo, o interesse em participar nas atividades familiares, o que parece que esteja a acontecer com o seu filho.

 

Cresce a fantasia, através da qual compensa as inseguranças que experimenta no mundo real. Por isso é tão difícil falar com ele: está no seu próprio mundo.

Aumentam, neste momento, os conflitos entre pais e filhos. Crescem as dificuldades de aceitar a autoridade dos pais e estes perdem a paciência para lidar com tanta instabilidade.

 

De qualquer maneira é importante além do diálogo, atenção e carinho, manter regras e limites que são uma ferramenta importante para a formação da identidade e da segurança do adolescente.

 

Caso a situação se mantenha, está indicado um encaminhamento a uma consulta de psicologia.