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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

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Amor e Paixão

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São Valentim é a festa dos namorados e é a ocasião perfeita para aproximação do casal e reforçar a cumplicidade e intimidade.

 

Amor e paixão são potentes benefícios para o corpo e a mente.

Ter uma saúde de ferro. Essa é a “gratificação” para quem ama. O corpo dos amantes reconhece um estado de graça que é capaz de afastar as doenças.

 

O amor cura

Esse benefício é fruto da atmosfera em que estamos imersos, do desejo de perder cabeça, daquela onda neuroquímica que entra na circulação, que transforma as nossas perceções e nos faz sentir, diferentes. Se por um momento saímos do modelo mental que nos detém, podemos aproveitar ao máximo esse "elixir de saúde" que é o amor.

Mas é preciso cuidado.  Nem sempre o amor é saudável. Precisamos ouvir atentamente os pequenos sinais que o corpo e a mente nos enviam para reconhecermos se estamos no caminho certo.

 

O apaixonamento saudável 

Uma paixão saudável é capaz de "entrar no sangue" e regenerá-lo, de fazer circular nova energia e de nos oferecer oportunidades inesperadas. A abertura ao outro, o inesperado, a vontade de romper com velhos padrões para abandonar-se aos sentimentos e emoções, são condições indispensáveis ​​para um apaixonar que nos traga renovação.

 

Conquista de um peso saudável:

depois de se apaixonar, não há necessidade de dietas ou dietas controladas. O corpo "apaixonado" recupera espontaneamente a sua forma ideal. É como se procurasse a sua verdadeira essência, numa jornada que parte da alma para envolver cada fibra.

 

Mais energia ao acordar:

com um amor saudável, acorda-se energizado, com uma energia nunca antes experimentada. O dia que se aproxima nunca é muito pesado: o entusiasmo e o desejo de fazer as coisas nos leva a ser mais ativos e vitais do que o habitual, em benefício da nossa autoestima.

 

Pele de pêssego:

A felicidade pode ser lida no rosto. Graças ao amor, a pele fica mais lisa, macia, pura e radiante. Até o olhar se ilumina com uma luz incomum.

 

Aumento das defesas imunológicas:

as alegrias do amor trazem saúde. As defesas imunológicas são reforçadas, tornando-nos quase invulneráveis ​​a vírus e bactérias. Gripes e resfriados são menos frequentes. E quando chegam, saem mais rapidamente.

 

Bem-vindo ao bom humor:

apaixonar-se deixa-nos felizes e otimistas, é aquela pitada de loucura da omnipotência que nos faz acreditar que temos o mundo nas nossas mãos.

 

Não há mais obstáculos:

tudo flui, como por magia. Não há mais obstáculos ou barreiras para a realização dos nossos objetivos, mesmo que até recentemente nos parecessem impossíveis: a distância entre pensamento e a ação é reduzida, os dilemas desaparecem e a vida parece tomar um novo rumo.

 

Amor tóxico

 

"Tenho medo de apaixonar-me de novo, já sei como vai acabar". Para alguns, apaixonar-se torna-se uma experiência dolorosa e repetitiva. Sempre nos apaixonamos pela “mesma pessoa”, ou seja, por uma cópia imperfeita de uma imagem ideal inatingível. E assim acabamos por nunca conhecer completamente o outro. A carga vital de apaixonar-se perde-se, esgota-se numa implosão de energias que deixam uma sensação de vazio e mal-estar interior.

 

Casal muito fechado:

casal sempre junto, fora deste mundo. Uma imagem que, no princípio, é normal. Mas quando essa atitude se torna uma constante, algo está errado. Um casal "saudável" não tem medo da vida social. E quando é apenas um, a exigir "exclusividade", é mais um sinal de um amor fortemente desequilibrado.

 

Pensamentos fixos:

passamos o dia constantemente pensando no ente querido, imaginando o que ele está a fazer. E, sobretudo, quando há o terror da traição, física ou psicológica, diz-se de um amor doentio, no qual um não consegue se relacionar de forma serena com o outro e descarrega todos os seus fantasmas sobre o outro, projetando a sua insegurança.

 

Sono perturbado:

muitas vezes, um amor doentio é acompanhado por problemas de sono. Já não nos abandonamos com a usual facilidade nos braços de Morfeu. Assim como não nos podemos deixar ir entre os de Eros. A insónia fala de uma dificuldade em experimentar o amor em todos os seus componentes, físicos e sentimentais.

 

Fica-se mais doente:

com um amor doentio, podem aparecer problemas físicos como dermatites, erupções cutâneas, asma e patologias intestinais. E as manifestações alérgicas são exacerbadas, sinalizando que o corpo se recusa a ser contaminado por uma forma de amar que prejudica a saúde.

 

 

Origem do dia de São Valentim

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Ao longo dos séculos, diferentes tradições se sobrepuseram, a mais antiga remontando à Roma clássica.

Em meados de fevereiro, mês dedicado à purificação, os romanos celebravam a Lupercalia, festas que relembravam o ciclo da vida e da fertilidade.

Esses dias eram dedicados ao deus Fauno, em seu significado de Lupercus, protetor do gado e dos campos, e incluíam uma série de rituais que queriam dar vida a um processo de renascimento através do caos ancestral.

Nascido em Interamna Nahars na Itália (hoje Terni), em 176 DC, Valentino é bispo e mártir da Igreja Católica.

As razões pelas quais ele foi escolhido como o santo padroeiro dos amantes não são totalmente certas. Outra lenda conta que ele arrecadava dinheiro para comprar presentes de jovens órfãos, para que se casassem.

Outra lenda diz que ele arrecadou dinheiro para oferecer a jovens órfãos, para que eles pudessem se casar.

Por isso circula a teoria desse dia estar associado ao romance ou ao início de um amor.

 

Bom São Valentim!

 

 

 

 

 

Relação madura

56.jpgBoa tarde Dra.

Eu tenho 35 anos e tive 3 namoros meio abusivos onde eu fazia de tudo por ele, para que ele me escolhesse, já que em todas as relações, sempre tinha uma outra mulher no meio (ex, mãe e filho). E eu me entregava por inteira. Fazia de tudo pelos homens e no final, terminava porque eu não aguentava mais a situação. Sempre o luto era bem difícil passar, mas passou. Acreditava que amor era aquela paixão louca, de querer estar toda hora com a pessoa, fazer loucuras, frio na barriga, faltar no trabalho só para ir encontra-lo. Fiz muitas coisas em pro do outro e achava que isto era amor. E hoje vejo que não era. Era uma doença minha e que criei na minha cabeça como se fosse amor e hoje, estou com um rapaz que me respeita, me ama, faz tudo por mim, me leva a passear, as famílias se gostam e é o primeiro relacionamento dele com 34 anos. Muitas vezes.

Sinto falta da maturidade de saber como tratar na hora do sexo, como deve e arrumar o ver a namorada. É como eu estive ensinando para ele como é namorar. No começo o sexo era rápido e passou por uma psicóloga sexóloga que conversou e o orientou e tudo ficou melhor. Ele no começo não era uma pessoa que me atraía fisicamente, mas ele possui todas as qualidades que eu gostaria que tivesse um homem para estar comigo e aceitei namorar com ele depois de resolvermos a parte sexual. Mas quando penso no meu ex, há uma certa comparação com tudo e eu sinto que desta vez, eu estou aprendendo amar ele, dia a dia, detalhes, é isto para mim é novo também. Já que o fogo da paixão era o que eu denominava amor por 35 anos e é difícil mudar isto dentro de mim. Não quero perdê-lo, mas também não sinto um algo a mais com ele. Ficamos juntos, é normal, viajamos, mas nada daquelas loucuras que vivi e parece que isto está me bloqueando para eu me entregar de vez para ele. Estou preocupada porque sei que o problema é comigo porque ele faz de tudo para me fazer feliz e quero viver com ele, mas preciso de ajuda para entender o que está acontecendo dentro de mim.

Desculpe a extensão.

Obrigada

Cara leitora,

A paixão louca não é o principal numa relação madura. As principais bases de todo relacionamento maduro são a confiança e o diálogo, assim os parceiros sentem-se apoiados e comprometidos com a relação. Cultivar um vínculo positivo com a pessoa amada, desenvolver bons hábitos de comunicação e fortalecer a confiança entre ambos amadurece o relacionamento. Além disso, a análise de hábitos passados poderá ajudá-la a resolver problemas comuns de relacionamento.

Ter ao seu lado uma pessoa na qual pode confiar é uma base relevante. Estabilidade emocional e autossuficiência emocional são os pilares mais importantes num relacionamento. Reflita sobre os sentimentos que tem por ele. Pode ser que esteja vinculada a ele por apego, o que é diferente de amor. O apego possui, fecha-nos, aperta-nos, o amor é abertura, liberta.

É um equívoco imaginar que o amor é suficiente para esquentar a relação, é preciso também cuidar da parte sexual. Para tal é preciso cultivar as fantasias e continuar a pensar no parceiro como um objeto de desejo e estimular a vontade de tocar, acariciar e fazer sexo de modo não repetitivo e de uma forma sentida.

Cada casal deve descobrir o que funciona melhor sem desperdiçar e nem interromper a produção de carinho e achar que o prazer esteja garantido.

Caso continue a sentir que há algo errado consigo e não consiga encontrar um caminho, procure ajuda especializada de uma psicóloga para trabalhar os seus bloqueios.

 

Tudo de bom

Desbloquear paixão

44.jpgJá faz 5 anos que não tenho mais contato com uma pessoa por quem me apaixonei. Somos casados e nunca tivemos nada…é algo que demonstrávamos no olhar, no tratar, parece bobo, mas era uma energia diferente e algumas pistas…ele muito tímido e correto e eu sem coragem pra demonstrar qualquer sentimento abertamente justamente por ser errado ao meu ver também...enfim, já se passaram anos e eu não consigo esquece-lo!
Dói o peito, tenho dias de extrema saudade...já pensei em fazer terapia pra ver como tentar me desapegar...
Acho estranho esse sentimento permanecer por tanto tempo...Apesar de bem casada, não me sinto feliz...meu desejo era saber se ele realmente me correspondia...se não era tudo da minha cabeça...preciso muito de ajuda...

Cara Leitora,

O que vive com essa pessoa é uma relação idealizada, fruto da sua imaginação e fantasia. Enquanto continua a investir energia nessa memória do passado, deixa de investir na realidade atual.
É como “perder a vida” e “viver na fantasia”. Se não aconteceu nada na altura é porque não tinha que acontecer e é um desperdício manter a sua atenção nesse passado.

É preciso encarar o presente com coragem e programar um recomeço. Deixar para trás o que lhe causa dor e seguir em busca de autoconhecimento e novas formas de ser feliz.
A grande verdade é que todos nós temos o direito de mudar de rumo e chega um momento que precisamos desapegar e deixar ir para usufruir do que a vida irá nos oferecer aqui e agora. Pense em si, no seu casamento, na sua vida presente e invista para colher frutos futuros.
Tudo depende de si da sua força interior. Viver e aprender a viver sem lamentar o passado.

Se não conseguir sozinha, procure ajuda de uma psicóloga para uma terapia.
Um abraço e fique bem

Amor

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“Amor é fogo que arde sem se ver”, Luís de Camões.

 

A primeira grande relação de amor é a vinculação afetiva, expressa pelo cuidado e vivida pelo sentimento de ternura e os seus derivados como a compaixão e a admiração. Em todos os tipos de relações amorosas, a bondade e a preocupação com o bem-estar do outro surgem como um ponto essencial para um relacionamento saudável.
É preciso lembrar que violência não é amor. Expressar amor é nutrir as nossas relações com bondade e compaixão, para ter uma vida mais feliz, equilibrada e harmoniosa.

Envolvimento com homem em união de facto

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Há 5 meses conheci um homem que despertou muito a minha atenção, passada uma semana de troca de olhares acabamos por nos envolver, na altura eu estava numa outra relação com outro homem que acabei por terminar com ela. Senti que nunca tinha tido ninguém que me fizesse sentir assim, o problema é que ele está em união de facto com outra pessoa há 16 anos da qual tem um filho de 4.

Sinto-me muito mal em estar nesta posição mas não me consigo afastar por sentir esta enorme paixão.

Sei que não sou o seu primeiro caso de traição, e não percebo porque é que ele o faz, porque segundo o que ele me diz ele gosta muito da companheira e a meu ver tinham tudo para ser muito felizes enquanto casal.

Ele diz que acredita que é possível amar duas pessoas mas acha que a companheira não iria entender e tem medo de qual iria ser a sua reação caso lhe contasse que mantém um caso paralelo, então tem mantido este segredo e continuamos a nos encontrar frequentemente.

Eu estou mesmo apaixonada por ele e ele demonstra o mesmo sentimento por mim, ele diz que me ama muito e sempre que tem tempo livre do trabalho procura arranjar maneira de nos encontrarmos, o problema é que eu não me sinto bem porque gostava de um dia estar só com ele e sinto que podíamos ser muito felizes e sinto uma angústia enorme quando ele volta para casa depois de estarmos juntos. Tive uma crise há pouco tempo e fiquei muito deprimida e chorosa. Já falamos sobre isto e ele diz que devia terminar a relação comigo porque me está a fazer mal e não quer e que não é bom eu sentir isto porque ele diz que nunca irá contar á sua companheira nem nunca a irá deixar.

 

No entanto diz que não me quer perder porque me ama muito e que é mesmo especial o tempo que estamos juntos, o que eu sei que não é mentira porque é mesmo mágico o nosso olhar e os nossos momentos. Mas frisa sempre que não está nos planos dele agora contar à companheira nem deixá-la e até me chegou a dizer que se fosse solteiro eu era a mulher perfeita para ele e que não pensava duas vezes em vivermos juntos e mesmo em casar comigo! Mas quer que eu tenha noção disso e que não crie essa fantasia em mim porque não está no futuro próximo mas não quer dizer que um dia nunca vá acontecer porque nunca se sabe o dia de amanhã.

 

Gostava de ouvir a opinião de alguém porque já não sei o que hei-de fazer e não consigo contar isto a ninguém.

 

Cara leitora,

 

Compreendo o encanto e a magia da sua paixão, mas não vejo possibilidade de um futuro promissor. Só vejo duas hipóteses: ou aceita ser "a outra" ou termina essa relação, antes que seja tarde.

 

Ele está sendo autêntico consigo e não quer que idealize a relação. Uma relação assim como a vossa é sempre mágica por estarem juntos só nos bons momentos. Quanto mais tempo passar junto dele, pior será ou às vezes é o contrário com o tempo vai se chatear e perceber que ele não é a pessoa certa para si. Cada pessoa reage à sua própria maneira e é difícil dizer qual será a sua, mas certamente irá sofrer e já está a sofrer agora.

 

Se tiver a força e a coragem de deixá-lo poderá sofrer agora, mas com o tempo tudo passa e vai talvez sentir-se aliviada por ter conseguido afastar uma relação problema e destinada a falhar, ainda mais que não sendo o primeiro de traição, estaria sempre na dúvida de também ter a possibilidade de ser traída.

 

Pense bem antes de tomar uma decisão e tente imaginar a sua vida futura junto dele, mas sem idealizar: pense que haverá sempre uma ex, um filho, a hipótese de traição, etc.

 

Confie em si, ouça o seu coração e tente resolver de maneira a não lhe causar muito mais sofrimento.

 

Um abraço e um feliz 2017!

 

Teste de intimidade

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O professor de psicologia social da Universidade de Stony Brooks, Arthur Aron, elaborou um método para criar intimidade romântica, que segundo ele faz com que o casal se apaixone.

O experimento foi criado há mais de 20 anos e, na sua versão original, é feito em um laboratório, com um homem e uma mulher heterossexuais que se conhecem só na ocasião. Eles fazem uma série de perguntas um para o outro, durante cerca de 45 minutos, e depois ficam se encarando nos olhos, sem desviar o foco, por mais 4 minutos.

Escolha alguém que combine com você, e façam as perguntas um ao outro na sequência apresentada. Lembre-se de responder com honestidade

PRIMEIRA PARTE

1. Se pudesse escolher qualquer pessoa no mundo, quem você convidaria para jantar?
2. Gostaria de ser famoso? Como?
3. Antes de fazer uma ligação telefónica, você ensaia o que vai falar? Por quê?
4. Como seria um dia perfeito, para você?
5. Quando foi a última vez que cantou sozinho? E para alguém?
6. Se pudesse viver até os 90 anos e ter o corpo ou a mente de alguém de 30 durante os últimos 60 anos de sua vida, qual das duas opções escolheria?
7. Tem uma intuição secreta de como vai morrer?
8. Diga três coisas que acredita ter em comum com seu parceiro.
9. O que faz você se sentir agradecido na sua vida?
10. Se pudesse mudar algo no modo como foi educado, o que seria?
11. Use quatro minutos para contar a seu companheiro a história de sua vida.
12. Se amanhã você pudesse se levantar desfrutando de uma habilidade nova, qual seria?
13. Se uma bola de cristal pudesse contar a verdade sobre sua vida, o que você lhe perguntaria?
14. Há algo que há muito tempo deseja fazer? Por que ainda não fez?
15. Qual é a sua maior conquista?
16. O que mais valoriza em um amigo?
17. Qual é sua lembrança mais valiosa?
18. Qual é sua lembrança mais dolorosa?
19. Se você soubesse que vai morrer daqui a um ano de maneira repentina, mudaria algo em sua maneira de viver? Por quê?
20. O que significa a amizade para você?
21. Que importância têm o amor e o afeto em sua vida?
22. Compartilhem, de forma alternada, cinco características que consideram positivas em seu companheiro.
23. Sua família é próxima e carinhosa? Você acha que sua infância foi mais feliz que a dos demais?
24. Como se sente em relação a sua mãe?
25. Diga três frases usando o pronome “nós”.
26. Complete esta frase: “Gostaria de ter alguém com quem compartilhar...”.
27. Se fosse terminar sendo amigo íntimo de seu companheiro, divida com ele algo que seria importante que ele soubesse.
28. Diga a seu companheiro do que mais gostou nele. Seja muito honesto, e diga coisas que não diria a alguém que acaba de conhecer.
29. Divida com seu companheiro um momento embaraçoso de sua vida.
30. Quando foi a última vez que chorou na frente de alguém? E sozinho?
31. Conte a seu companheiro algo de que já gosta nele.
32. Há algo que seja tão sério a ponto de não ser adequado fazer piadas a respeito?
33. Se fosse morrer esta noite, sem a possibilidade de falar com ninguém, o que você lamentaria não ter dito a uma pessoa? Por que não disse até agora?
34. Sua casa está pegando fogo, com todas as suas coisas dentro. Depois de salvar seus entes queridos e seus bichos de estimação, sobra tempo para fazer uma última incursão e salvar um único objeto. Qual você escolheria? Por quê?
35. De todas as pessoas que formam sua família, qual morte seria mais dolorosa para você? Por quê?
36. Divida um problema pessoal e peça a seu companheiro que diga como ele teria agido para solucioná-lo. Pergunte também como ele acha que você se sente em relação ao problema que contou.

SEGUNDA PARTE
Ajuste o cronômetro para tocar daqui a quatro minutos, e passem o tempo se olhando, olho no olho. Boa sorte!

 

Voltar a amar

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Tenho uma pessoa com quem me relaciono a mais de um ano, e de uma semana pra cá, essa pessoa parou de ter sentimentos literalmente, ela anda sobrecarrega eu imagino, mas eu não sei se é isso. Ela fala que gostaria de voltar a amar, o que fazer, ajude

 

Caro leitor,

Os sentimentos não param assim de uma semana para outra, mas aos poucos.

Pode ser que ela esteja a passar por uma fase passageira devido a stress excessivo. Seja paciente, dê tempo ao tempo.

Entretanto mantenha acesa a chama da paixão com pequenos mimos. No amor é preciso sempre manter a conquista e saber como manter o interesse depois de conquistar um amor é ainda mais importante do que a conquista em si.

 

Algumas dicas:

 

1 – Faça sexo

3 – Elogie

4 – Seja carinhoso

5 – Fique mais vaidoso e sexy

6 – Dê um presente

7 – Respeite a individualidade de sua parceira

8 – Namore

 

Tudo de bom

Amor é fogo que arde sem se ver

 

Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo Amor?

 

Luís Vaz de Camões

 

 

Feliz dia dos namorados!

 

 

Dialogue

 

Respeite

 

Aceite o outro como ele é

 

Valorize os bons momentos.

 

Confie

 

 

 

 

 

Paixão

A genética da paixão
 
Ao estudarem os mecanismos do cérebro, os pesquisadores comparam a euforia provocada pelo fascínio por alguém àquela experimentada pelos viciados em drogas. Nos dois casos, a mesma região do cérebro é inundada pelo neurotransmissor dopamina, associado à sensação de prazer e de recompensa. Assim como o drogado, o ser apaixonado é capaz de contrariar o bom senso em busca de seu objecto do desejo. Ambos têm pensamentos obsessivos e sofrem síndromes de abstinência.
 
O que todos queremos saber é descobrir o que existe por trás da paixão: por que nos apaixonamos e quais os mecanismos envolvidos.
 
Do ponto de vista da biologia evolutiva, a paixão e o amor não fazem muito sentido. Nossos genes são programados para seleccionar parceiros com fins reprodutivos.
 
Segundo a teoria da evolução, os parceiros ideais são aqueles capazes de contribuir para a geração da prole mais forte e mais saudável.
 
Do ponto de vista científico, é difícil perceber o papel do romance.
Os seres humanos são dotados da capacidade de se apaixonar como forma de escolher o parceiro. As leis naturais que regem essa escolha só agora começam a ser desvendadas pela ciência e se acredita que o desejo é a chave para entender como funcionam as estratégias reprodutivas herdadas de nossos ancestrais.
 
Um dos critérios mais utilizados para a escolha do parceiro é a beleza por ser que a beleza se traduz em saúde. Ela é a manifestação exterior da capacidade de um homem ou de uma mulher cumprirem sua função de perpetuar a espécie. Esses sinais externos da saúde genética são bem conhecidos. Mulheres preferem homens altos e fortes, capazes de conseguir alimento para a prole e manter os leões longe da caverna.
 
Homens escolhem mulheres de quadris largos e seios bem torneados, o que lhes garantirá herdeiros possantes como eles. Assim que os homens e as mulheres se tornam maduros sexualmente, começam a procurar por sinais de boa compleição genética e de fertilidade, e também aprendem a exibir esses atributos. Mas a beleza, por si só, está longe de explicar como elegemos nossos parceiros, seja para nos acompanhar por toda a vida, seja para um namoro, seja para uma noite de sexo.
Uma série de pesquisas recentes indica que a atracção romântica e sexual é despertada não apenas pela beleza, mas também por mecanismos mais complexos. São processos que envolvem os cinco sentidos, o sistema hormonal e, principalmente, a predisposição genética peculiar de cada ser humano. É evidente que elementos como o charme pessoal e a inteligência contam muito na escolha de um parceiro. Essas qualidades, porém, só se revelam mais tarde. Elas só são descobertas e avaliadas depois que um casal passa pelo estágio crucial da descoberta da atracção mútua.
 
Quanto mais se estudam os genes, mais se atribuem a eles um papel decisivo na escolha de nossos parceiros amorosos. A antropóloga e pesquisadora americana Helen Fisher, relaciona as características de comportamento à predominância de determinados tipos de hormônios e neurotransmissores no organismo. A produção dessas substâncias é controlada pelo sistema endócrino, que funciona de acordo com o perfil genético de cada ser humano. Ela sustenta que há, basicamente, quatro tipos de personalidade.
 
Indivíduos com predominância de dopamina seriam os exploradores; de serotonina, os construtores; de estrógeno, os negociadores; e de testosterona, os diretores. Segundo ela, todos somos uma combinação dos quatro tipos, mas um deles se expressa com mais destaque em nossa personalidade.
 
Para chegar a esses quatro perfis humanos, a psicóloga submeteu um questionário baseado em sua teoria a assinantes da agência americana de namoro pela internet Chemistry.com. Após avaliar 20.000 respostas, concluiu que os negociadores, com altos níveis de estrogénio, se sentem mais atraídos pelos directores, ricos em testosterona. Já os exploradores e construtores sentem mais desejo por pessoas do seu próprio grupo.
 
O cheiro, não o dos perfumes, mas aquele que o corpo exala naturalmente, também serve como um filtro na escolha do parceiro ideal. Entre os muitos genes que influenciam o funcionamento do sistema imunológico está o chamado complexo de histocompatibilidade (MHC, na sigla em inglês). Esse grupo de genes, presente em todas as espécies de mamífero, codifica as proteínas que agem no sistema imunológico. Quando essas proteínas são secretadas via suor, deixam um odor característico. No caso de o MHC dos pais ser muito parecido, há risco de a gravidez ser interrompida. Pesquisas com ratos provaram que, ao cheirarem a urina uns dos outros, eles evitam copular com os que têm MHC semelhante. Um estudo da Universidade de Lausanne, na Suíça, mostrou que o mesmo ocorre com humanos. Os autores do trabalho pediram a um grupo de mulheres que cheirasse camisetas usadas por homens durante duas noites, sem a influência de desodorizantes ou perfumes, e apontasse qual odor mais lhe agradava. As mulheres preferiram o cheiro de homens com o conjunto de genes ligado ao sistema imunológico diferente do seu. O MHC está presente também na saliva. Em consequência disso, os beijos trocados entre homens e mulheres, sem que eles saibam, podem actuar como um teste para verificar se o MHC de cada um é adequado a um relacionamento que inclua a constituição de uma prole. É como se a evolução direccionasse as espécies a formar casais capazes de gerar descendentes imunologicamente mais aptos.
 
O estudo dos genes mostra como nos movemos para eleger o parceiro ideal.
 
Fonte revista Veja