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Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Consultório de Psicologia

Espaço de transformação com a finalidade de orientar, ajudar, esclarecer dúvidas e inquietações. Encontre equilíbrio, use sua criatividade e deixe fluir sua energia. Mariagrazia Marini Luwisch

Empoderamento feminino  

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Empoderamento é a "capacidade de o indivíduo realizar, por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer".

Segundo o dicionário, empoderar significa “conceder ou conseguir poder; obter mais poder; tornar-se ainda mais poderoso.” Paulo Freire foi o primeiro a traduzir o termo para o português e para ele empoderamento é a “capacidade de o indivíduo realizar, por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer”.

Assim, podemos definir o empoderamento feminino como o movimento em que a mulher toma poder para si, ao buscar fortalecer-se e promover ações pela igualdade de género. Também podemos considerar o empoderamento feminino como uma maneira da mulher tomar as rédeas da sua própria vida, tomar as suas próprias decisões e fazer as suas próprias escolhas.

O empoderamento feminino não é apenas um movimento interno da mulher, é um movimento social, para que este movimento seja realmente efetivo e assim se conquiste a igualdade de género, é necessária a contribuição de todas e todos. É necessário que toda a sociedade participe e passe a empoderar a mulher seja na família, trabalho, escola etc.

 A ONU Mulheres criou uma cartilha de 7 princípios para o empoderamento das mulheres:

  1. A liderança promove a igualdade de género: estabelecer liderança corporativa de alto nível para a igualdade de género.

 

  1. Igualdade de oportunidades, inclusão e não discriminação: tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho, respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação.

 

  1. Saúde, segurança e fim da violência: garantir a saúde, a segurança e o bem-estar de todos os trabalhadores e as trabalhadoras.

 

  1. Educação e formação: promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional das mulheres.

 

  1. Desenvolvimento empresarial e práticas da cadeia de fornecedores e de marketing: implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de suprimentos e de marketing que empoderem as mulheres.

 

  1. Liderança comunitária e envolvimento: promover a igualdade através de iniciativas e defesa comunitária.

 

  1. Transparência, medição e relatórios: mediar e publicar os progressos para alcançar a igualdade de género.

 

Mulheres, sejam protagonistas da própria vida!

Feliz dia da mulher!

 

 

Amor e Paixão

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São Valentim é a festa dos namorados e é a ocasião perfeita para aproximação do casal e reforçar a cumplicidade e intimidade.

 

Amor e paixão são potentes benefícios para o corpo e a mente.

Ter uma saúde de ferro. Essa é a “gratificação” para quem ama. O corpo dos amantes reconhece um estado de graça que é capaz de afastar as doenças.

 

O amor cura

Esse benefício é fruto da atmosfera em que estamos imersos, do desejo de perder cabeça, daquela onda neuroquímica que entra na circulação, que transforma as nossas perceções e nos faz sentir, diferentes. Se por um momento saímos do modelo mental que nos detém, podemos aproveitar ao máximo esse "elixir de saúde" que é o amor.

Mas é preciso cuidado.  Nem sempre o amor é saudável. Precisamos ouvir atentamente os pequenos sinais que o corpo e a mente nos enviam para reconhecermos se estamos no caminho certo.

 

O apaixonamento saudável 

Uma paixão saudável é capaz de "entrar no sangue" e regenerá-lo, de fazer circular nova energia e de nos oferecer oportunidades inesperadas. A abertura ao outro, o inesperado, a vontade de romper com velhos padrões para abandonar-se aos sentimentos e emoções, são condições indispensáveis ​​para um apaixonar que nos traga renovação.

 

Conquista de um peso saudável:

depois de se apaixonar, não há necessidade de dietas ou dietas controladas. O corpo "apaixonado" recupera espontaneamente a sua forma ideal. É como se procurasse a sua verdadeira essência, numa jornada que parte da alma para envolver cada fibra.

 

Mais energia ao acordar:

com um amor saudável, acorda-se energizado, com uma energia nunca antes experimentada. O dia que se aproxima nunca é muito pesado: o entusiasmo e o desejo de fazer as coisas nos leva a ser mais ativos e vitais do que o habitual, em benefício da nossa autoestima.

 

Pele de pêssego:

A felicidade pode ser lida no rosto. Graças ao amor, a pele fica mais lisa, macia, pura e radiante. Até o olhar se ilumina com uma luz incomum.

 

Aumento das defesas imunológicas:

as alegrias do amor trazem saúde. As defesas imunológicas são reforçadas, tornando-nos quase invulneráveis ​​a vírus e bactérias. Gripes e resfriados são menos frequentes. E quando chegam, saem mais rapidamente.

 

Bem-vindo ao bom humor:

apaixonar-se deixa-nos felizes e otimistas, é aquela pitada de loucura da omnipotência que nos faz acreditar que temos o mundo nas nossas mãos.

 

Não há mais obstáculos:

tudo flui, como por magia. Não há mais obstáculos ou barreiras para a realização dos nossos objetivos, mesmo que até recentemente nos parecessem impossíveis: a distância entre pensamento e a ação é reduzida, os dilemas desaparecem e a vida parece tomar um novo rumo.

 

Amor tóxico

 

"Tenho medo de apaixonar-me de novo, já sei como vai acabar". Para alguns, apaixonar-se torna-se uma experiência dolorosa e repetitiva. Sempre nos apaixonamos pela “mesma pessoa”, ou seja, por uma cópia imperfeita de uma imagem ideal inatingível. E assim acabamos por nunca conhecer completamente o outro. A carga vital de apaixonar-se perde-se, esgota-se numa implosão de energias que deixam uma sensação de vazio e mal-estar interior.

 

Casal muito fechado:

casal sempre junto, fora deste mundo. Uma imagem que, no princípio, é normal. Mas quando essa atitude se torna uma constante, algo está errado. Um casal "saudável" não tem medo da vida social. E quando é apenas um, a exigir "exclusividade", é mais um sinal de um amor fortemente desequilibrado.

 

Pensamentos fixos:

passamos o dia constantemente pensando no ente querido, imaginando o que ele está a fazer. E, sobretudo, quando há o terror da traição, física ou psicológica, diz-se de um amor doentio, no qual um não consegue se relacionar de forma serena com o outro e descarrega todos os seus fantasmas sobre o outro, projetando a sua insegurança.

 

Sono perturbado:

muitas vezes, um amor doentio é acompanhado por problemas de sono. Já não nos abandonamos com a usual facilidade nos braços de Morfeu. Assim como não nos podemos deixar ir entre os de Eros. A insónia fala de uma dificuldade em experimentar o amor em todos os seus componentes, físicos e sentimentais.

 

Fica-se mais doente:

com um amor doentio, podem aparecer problemas físicos como dermatites, erupções cutâneas, asma e patologias intestinais. E as manifestações alérgicas são exacerbadas, sinalizando que o corpo se recusa a ser contaminado por uma forma de amar que prejudica a saúde.

 

 

Mente, Corpo e Aceitação

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Mente, Corpo e Aceitação

O ideal de beleza sofreu mudanças ao longo do tempo. O novo paradigma cultural da contemporaneidade consiste no dever moral de ser belo, como condição primordial para ser feliz.


A mulher contemporânea considera que para ser atraente precisa de ter uma determinada forma física, com um corpo bem delineado, magro e com as medidas certas. A aparência física é considerada fundamental para a maioria das mulheres, em detrimento de qualidades como a beleza interior ou a força de caráter.


Ter cuidado com o corpo é fundamental para a saúde e para ter uma vida duradoura. Contudo, quando a preocupação é exagerada pode ser um problema.
Atualmente o culto ao corpo chega a criar nas mulheres uma verdadeira obsessão. A procura de um corpo perfeito faz com que adoeçam emocionalmente, com perda da autoestima, excesso de ansiedade e falta de autoconfiança, que pode conduzir a transtornos do comportamento alimentar. O nome psiquiátrico é transtorno dismórfico corporal.

Trata-se de um transtorno que gera a distorção na imagem corporal e também uma mudança severa no regime alimentar, chegando a provocar distúrbios como anorexia, bulimia, ortorexia e vigorexia.


É um conjunto de perturbações que envolvem emoções, atitudes e comportamentos excessivos em tudo o que se refere ao peso corporal e à comida. São perturbações de natureza emocional e física, que podem colocar a vida em risco.


A anorexia é caracterizada por uma perda intensa de peso decorrente de uma dieta alimentar extremamente rígida. A atividade física também é intensa e excessiva. Na bulimia há uma grande preocupação com peso e imagem corporal. Frequentemente há ingestão de uma quantidade excessiva, compulsiva e inadequada de alimentos e, posteriormente, uma busca de métodos compensatórios para não engordar. A orterexia é a obsessão por uma “alimentação saudável” e a vigorexia caracteriza-se pela distorção da imagem corporal, pela prática excessiva de atividade física e uma preocupação obsessiva com o corpo. Pessoas “vigoréxicas” descrevem-se como sendo fracas e pequenas, quando, na verdade, apresentam uma musculatura acima da média.
Os transtornos alimentares podem acontecer em qualquer faixa etária e em ambos os sexos, inclusive com crianças. Entre adolescentes na faixa etária de 14 e 17 anos é mais comum anorexia ou bulimia, também podendo ocorrer mais cedo entre 10 e 13 anos ou mais tarde por volta dos 40 anos e atinge 10 vezes mais as mulheres do que os homens. Na vigorexia, a prevalência é maior em homens entre os 18 e 35 anos.
A procura por um padrão estético ideal também leva muitas mulheres a fazerem cirurgias plásticas, muito mais pela busca da beleza socialmente imposta, do que por uma motivação interior.


É preciso ter em conta que somos o produto dos nossos genes e não podemos alterar a constituição de base. Se a aparência física é determinante para o nosso bem-estar, talvez seja preciso avaliar o nosso nível de autoestima.

O diagnóstico dessa problemática não é fácil porque os pacientes tendem a ocultar o seu comportamento e a negá-lo. Devido à sua complexidade, esses transtornos não podem ser resolvidos, simplesmente, mediante a aprendizagem de novas condutas que compensem as inadequadas. A solução passa por encontrar um ponto de equilíbrio entre corpo e mente.

Para um tratamento bem-sucedido é preciso ter consciência do problema e motivação para iniciar um novo estilo de vida.
O tratamento recomendado é um trabalho de equipa multidisciplinar de nutricionista, psiquiatra e psicólogo, onde se privilegie a variante somática ou psicológica, segundo as fases da doença.


É importante reforçar que a maioria das perturbações relacionadas com o corpo pode ser tratada com sucesso. Contudo, o tratamento deve ser encarado numa perspetiva a longo prazo, pois as mudanças são profundas.

É fundamental equacionar fatores como a melhora da autoestima, frustrações, relações pessoais, o alimentar-se corretamente e sem culpa, e aceitar o próprio corpo. A parti daí, estabelecer metas de saúde para além do peso, ter objetivos pessoais e apreciar o que o corpo físico consegue fazer.
Cada organismo é um conjunto de corpo e mente, e a aparência representa apenas uma parte, e não um todo do valor da pessoa. Através da autoaceitação e segurança constrói-se o corpo e a identidade.

Praticar Aceitação

Reconheça o seu próprio valor: o valor está naquilo que a pessoa é.
Respeite a sua individualidade: cada pessoa é um ser único, com características e subjetividade próprias.
Desenvolva maturidade emocional: entenda que o amor-próprio é importante e a autoaceitação traz um sentimento de completude, plenitude e paz.
Aceite os seus defeitos: pense no defeito como uma característica com potencial de melhoria.
Admita os seus erros: errar é humano, veja o erro como um aprendizado.
Mude o que for possível mudar: a mudança e a possibilidade de mudar está em nós.
Seja autêntica, natural, espontânea: seja você próprio sempre.
Pratique o autoconhecimento: para ter uma vida mais saudável e equilibrada.

A célebre frase: “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são), ilustra a necessidade de corpo e mente estarem em completa sintonia para uma vida saudável.

Mariagrazia Marini Luwisch

Corar: 5 passos para superar

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Ao  Corar 

1. Relaxamento:

   Respire profundamente.

   Descontrai-a os ombros.

   Relaxe a musculatura do estômago.

2. Anuncie que vai corar.

3. Aceite o corar como uma parte de si.

4. Não se importe com a opinião dos outros.

5. Pratique meditação e visualize-se a corar.

Teste de Depressão

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Teste de Auto Avaliação da Depressão ( de Zung)

 

 

Responda rapidamente sem reflectir muito e assinale a pontuação numa folha à parte.

 

1=nunca

2=às vezes

3=frequentemente

4=quase sempre

1. Sinto-me desanimado(a) deprimido(a) e triste.

 

2. De manhã é o momento em que eu me sinto melhor.

 

3. Tenho crises de choro ou me sinto como se estivesse a chorar.

 

4. Tenho problemas de sono durante a noite.

 

5. Continuo a comer tanto quanto comia anteriormente.

 

6. Ainda tenho prazer em ter relações sexuais.

 

7. Notei que estou perdendo peso.

 

  1. Tenho problemas de prisão de ventre.

 

  1. O meu coração bate mais depressa do que o costume.

 

  1. Canso-me sem motivo.

 

  1. A minha mente está tão lúcida quanto antigamente.

 

  1. Tenho facilidade em fazer as coisas que fazia anteriormente.

 

  1. Sou agitado(a) e não consigo ficar parado(a).

 

  1. Sou otimista quanto ao futuro.

 

  1. Sou mais irritável do que o usual.

 

  1. Tenho facilidade em tomar decisões.

 

  1. Sinto-me útil e necessário(a).

 

  1. Tenho uma vida muito intensa.

 

  1. Tenho a sensação de que seria melhor se eu morresse.

 

  1. Ainda gosto de fazer as coisas que fazia anteriormente.

 

Some os pontos obtidos e verifique o resultado relativo à sua ansiedade:

Entre 20 e 31 : baixa

Entre 32 e 43 : média baixa

Entre 44 e 55 : média

Entre 56 e 67 : média alta

Entre 68 e 80 : alta 

Teste de intimidade

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O professor de psicologia social da Universidade de Stony Brooks, Arthur Aron, elaborou um método para criar intimidade romântica, que segundo ele faz com que o casal se apaixone.

O experimento foi criado há mais de 20 anos e, na sua versão original, é feito em um laboratório, com um homem e uma mulher heterossexuais que se conhecem só na ocasião. Eles fazem uma série de perguntas um para o outro, durante cerca de 45 minutos, e depois ficam se encarando nos olhos, sem desviar o foco, por mais 4 minutos.

Escolha alguém que combine com você, e façam as perguntas um ao outro na sequência apresentada. Lembre-se de responder com honestidade

PRIMEIRA PARTE

1. Se pudesse escolher qualquer pessoa no mundo, quem você convidaria para jantar?
2. Gostaria de ser famoso? Como?
3. Antes de fazer uma ligação telefónica, você ensaia o que vai falar? Por quê?
4. Como seria um dia perfeito, para você?
5. Quando foi a última vez que cantou sozinho? E para alguém?
6. Se pudesse viver até os 90 anos e ter o corpo ou a mente de alguém de 30 durante os últimos 60 anos de sua vida, qual das duas opções escolheria?
7. Tem uma intuição secreta de como vai morrer?
8. Diga três coisas que acredita ter em comum com seu parceiro.
9. O que faz você se sentir agradecido na sua vida?
10. Se pudesse mudar algo no modo como foi educado, o que seria?
11. Use quatro minutos para contar a seu companheiro a história de sua vida.
12. Se amanhã você pudesse se levantar desfrutando de uma habilidade nova, qual seria?
13. Se uma bola de cristal pudesse contar a verdade sobre sua vida, o que você lhe perguntaria?
14. Há algo que há muito tempo deseja fazer? Por que ainda não fez?
15. Qual é a sua maior conquista?
16. O que mais valoriza em um amigo?
17. Qual é sua lembrança mais valiosa?
18. Qual é sua lembrança mais dolorosa?
19. Se você soubesse que vai morrer daqui a um ano de maneira repentina, mudaria algo em sua maneira de viver? Por quê?
20. O que significa a amizade para você?
21. Que importância têm o amor e o afeto em sua vida?
22. Compartilhem, de forma alternada, cinco características que consideram positivas em seu companheiro.
23. Sua família é próxima e carinhosa? Você acha que sua infância foi mais feliz que a dos demais?
24. Como se sente em relação a sua mãe?
25. Diga três frases usando o pronome “nós”.
26. Complete esta frase: “Gostaria de ter alguém com quem compartilhar...”.
27. Se fosse terminar sendo amigo íntimo de seu companheiro, divida com ele algo que seria importante que ele soubesse.
28. Diga a seu companheiro do que mais gostou nele. Seja muito honesto, e diga coisas que não diria a alguém que acaba de conhecer.
29. Divida com seu companheiro um momento embaraçoso de sua vida.
30. Quando foi a última vez que chorou na frente de alguém? E sozinho?
31. Conte a seu companheiro algo de que já gosta nele.
32. Há algo que seja tão sério a ponto de não ser adequado fazer piadas a respeito?
33. Se fosse morrer esta noite, sem a possibilidade de falar com ninguém, o que você lamentaria não ter dito a uma pessoa? Por que não disse até agora?
34. Sua casa está pegando fogo, com todas as suas coisas dentro. Depois de salvar seus entes queridos e seus bichos de estimação, sobra tempo para fazer uma última incursão e salvar um único objeto. Qual você escolheria? Por quê?
35. De todas as pessoas que formam sua família, qual morte seria mais dolorosa para você? Por quê?
36. Divida um problema pessoal e peça a seu companheiro que diga como ele teria agido para solucioná-lo. Pergunte também como ele acha que você se sente em relação ao problema que contou.

SEGUNDA PARTE
Ajuste o cronômetro para tocar daqui a quatro minutos, e passem o tempo se olhando, olho no olho. Boa sorte!

 

Sobre mães

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O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.

 

Ser mãe não é fácil, ser filha ainda menos, e há maus momentos entre todas as mães e filhas, tal como há em todos os casamentos. Há mães esporadicamente difíceis (todas). E também há as mães consistentemente difíceis. A filha de uma Mãe Difícil tem sempre a esperança de que as coisas mudem. Com uma mãe narcisista, isto nunca acontece. A narrativa dela rejeita a mudança, o tempo, e os outros.

A narcisista é um dos ‘tipos’ de mãe difícil. Uma mãe difícil é mais do que uma pessoa com quem temos problemas de vez em quando. Uma mãe difícil põe a filha perante um grave dilema: ou desenvolve mecanismos complexos e autocastradores para manter a relação com a mãe, com grandes custos para a filha em termos de autoestima, relação e valores, ou arrisca-se a sofrer humilhações, desaprovação e rejeição.

 

Algumas mães podem ser tóxicas.

As mães tóxicas oferecem um amor imaturo aos seus filhos. Projetam sobre eles suas inseguranças para se reafirmar e, assim, obter um maior controle sobre suas vidas e a de seus filhos.

Por mais que pareça estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.

Para lidar com uma mãe tóxica é preciso estar consciente para quebrar o ciclo de toxicidade.

Viver para ser feliz, exige dizer “não”, colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.

 

Agradecemos às boas mães, pelo milagre da vida, pelo amor incondicional, pelo esforço, pelo cuidado, pelo carinho e proteção.

Teste de Dependência da Internet

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Teste de Dependência da Internet

"Internet Addiction Test (IAT)"

Para avaliar o seu nível de dependência, atribua à resposta a cada pergunta o valor adequado segundo a seguinte escala:

1 - Raramente
2 – Ocasionalmente
3 – Frequentemente
4 – Quase Sempre
5 – Sempre
0 – Não se aplica

 

1. Está ligado à Internet mais tempo do que pretendia?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3  4 5 0

2. Negligencia tarefas domésticas para passar mais tempo ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica



1 2 3  45 0

3. Prefere a excitação da Internet à intimidade com o seu parceiro?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

4. Estabelece novas relações com outros utilizadores na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

5. As pessoas próximas de si se queixam sobre o tempo que passa ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

6. Os seus afazeres são alterados devido ao tempo que passa ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

7. Verifica o correio electrónico antes de qualquer outra coisa que precise de fazer?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

8. O seu desempenho ou produtividade no trabalho sofrem devido à Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica



1 2 3 4 5 0

9. Tem uma atitude defensiva ou de secretismo quando alguém lhe pergunta o que está a fazer na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica



1 2 3 4 5 0

10. Bloqueia os pensamentos perturbantes sobre a sua vida com pensamentos reconfortantes da Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

11. Se encontra a desejar voltar a estar ligado à Internet novamente?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

12. Tem receio de que a vida sem Internet seja aborrecida, vazia e sem alegria?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

13. Refila, grita ou fica irritado(a) se alguém o(a) incomoda enquanto está na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

14. Perde o sono devido a estar na Internet até muito tarde?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

15. Fica preocupado com a Internet quando não está ligado ou fantasia com estar na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

16. Dá por si a dizer “só mais uns minutos” quando está na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

17. Tenta reduzir a quantidade de tempo que passa na Internet e não consegue?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

18. Tenta esconder a quantidade de tempo que passou na Internet?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

19. Escolhe passar mais tempo na Internet em detrimento de sair com outras pessoas?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

20. Se sente deprimido(a), instável ou nervoso(a) quando não está  na Internet e isso desaparece quando volta a estar ligado?

1 - Raramente
2 - Ocasionalmente
3 - Frequentemente
4 - Quase sempre
5 - Sempre
0 - Não se aplica

 

1 2 3 4 5 0

 

Pontuação: some todos os pontos e anote o Resultado.

Quanto mais alta a pontuação for, maior é o nível de dependência e os problemas que o uso da Internet provoca.

Segue a escala geral para ajudar a medir a sua pontuação:

 

0-19 pontos: Você é um utilizador pouco frequente e tem controle do seu tempo de utilização da internet.

 
20-49 pontos: Você é um utilizador médio. Por vezes poderá até navegar na Internet um pouco demais, no entanto, tem controlo sobre a sua utilização.

50-79 pontos: Você está a ter problemas ocasionais ou frequentes devido ao uso da Internet. Deve considerar o verdadeiro impacto de estar ligado à Internet na sua vida.

80-100 pontos: A utilização da Internet está a causar problemas significativos na sua vida. Deve avaliar o impacto da Internet e lidar com os problemas causados directamente pela sua utilização da mesma.

 

 

fonte: Dra. Kimberly Young

Bullying e saúde

 

Bullying e saúde psicológica

 

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Com o regresso às aulas é importante que os pais e educadores estejam atentos a sinais de bulllying .

O bullying é um comportamento intencionalmente agressivo e humilhante, que ocorre repetidamente e que pode incluir ameaçar, espalhar boatos, atacar alguém fisicamente (bater, arranhar, cuspir, roubar ou partir objectos) ou verbalmente (chamar nomes, provocar, dizer às outras crianças para não serem amigas de uma delas, fazer troça) ou excluir alguém do grupo propositadamente.

 

Sinais observados com maior frequência nas vítimas de bullying:

• O estudante prefere ficar trancado no quarto a sair com os amigos
• Ele raramente é convidado para uma festa da escola
• Seu desempenho escolar apresenta piora
• Pede ao pais que o troquem de escola sem uma razão convincente
• Antes de ir à escola, transpira muito e tem dores de barriga ou de cabeça
• Ele manifesta o desejo de mudar algo em sua aparência

 

Encoraje o seu filho a expressar os seus sentimentos, a dizer “não” quando se sente desconfortável ou pressionado, a não reagir com violência, mas a abandonar as situações em que se sinta em perigo e a pedir ajuda.

 

Alguma ansiedade no início do ano escolar é normal e passa após os primeiros dias ou semanas. No entanto, se o seu filho continua ansioso ou triste, procure ajuda profissional. A criança tem que estar alegre e bem disposta para crescer saudável física e psicologicamente.